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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Zona de Rio de Onor será a melhor para observar o eclipse solar de 12 de agosto

 A Ciência Viva está a preparar o Programa Nacional Eclipse-2026, apresentado hoje, em Bragança, para daqui a precisamente seis meses, a 12 de agosto, seja possível observar este fenómeno com segurança e nas melhores condições.


O eclipse total do sol, o último ocorreu em 1912 e que só voltará a acontecer daqui a 100 anos, terá observação parcial ou total em Portugal, mas a zona do Parque Natural de Montesinho.

Será nas aldeias de Rio de Onor, Guadramil e Varge, no concelho de Bragança, que melhor se poderá ver o eclipse, prevendo-se que a visibilidade ronde 100%.

Durante cerca de 26 segundos, o dia transforma-se em noite no nordeste transmontano e em algumas regiões de Espanha, Islândia e Gronelândia. Em Portugal, no restante território continental e nas regiões autónomas, o eclipse será parcial, com uma ocultação muito significativa do Sol. “Aqui vai ser o ponto mais importante das observações. Será numa zona do Montesinho que o eclipse é visível como um eclipse total do sol, portanto, em que o disco do sol ficará completamente tapado pela lua. Durante uns instantes vai ser como se fosse de noite, mas uma noite estranha. Há outras zonas do país, e nas ilhas, onde se poderá observar, mas não com a espetacularidade que terá nesta região”, adiantou Ana Noronha, diretora executiva da Ciência Viva.

A Ciência Viva vai lançar uma campanha para que os cidadãos possam observar o eclipse em segurança, desde o olho humano, com telemóvel ou telescópio. Uma vez que olhar diretamente para o sol pode causar danos irreversíveis na retina. Serão criados óculos especiais para observar o eclipse disponíveis em farmácias e publicitados métodos seguros de observação, como a projeção indireta usando folhas de papel ou escorredor de cozinha, vidro de soldador. “Estamos a trabalhar em colaboração com a Direção-Geral da Saúde, com a Associação Nacional de Farmácias e com as instituições de área da Astronomia para explicar às pessoas formas de observar o eclipse em segurança. A primeira tentação será olhar para lá ver o que é que está a passar-se com o sol. Só que isso pode causar danos que são irreversíveis na retina. Portanto, a primeira indicação é não olhar para lá sem proteção”, referiu Ana Noronha.

Glória Lopes

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