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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Queixas por assédio laboral estão a aumentar

 A diretora do Centro Local do Nordeste Transmontano da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) alertou para o aumento das queixas relacionadas com assédio laboral, durante a conferência ‘Trabalho, Pressão e Limites-Onde Começa o Risco Psicossocial’, que se realizou na passada sexta-feira, em Bragança.


“O assédio laboral está associado a estes riscos psicossociais. Relativamente a estes riscos, aqui em Bragança, ainda não temos muitas denúncias, mas já temos algumas. Temos mais de assédio laboral, que investigamos e verificamos se existem indícios disso ou não. Depois atuamos de acordo com o que temos de fazer”, referiu Luísa Guerreiro ao Mensageiro.

A ACT está a reforçar a aposta na prevenção dos riscos psicossociais. “O assunto não está muito explorado, mas ele existe, de facto, nas empresas, às vezes camuflado por situações que os trabalhadores vão sentido ao longo da sua jornada laboral, sem se aperceberem que estão em burnout, esgotados ou cansados”, explicou Luísa Guerreiro recomendando que se esteja atento aos “sinais de alerta”.

Glória Lopes

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