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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Cibercrimes estão a aumentar na Comarca de Bragança e em seis anos chegaram aos mil

 O cibercrime está a aumentar em todo o país e o distrito não foge à regra, com uma subida de 31 denúncias para 76 relacionadas com cartões de garantia e de entre cinco e dez para 34 no acesso ilegítimo, com as burlas informáticas a subir de 103-117 para 192, segundo os dados apresentados pela magistrada do Ministério Público Coordenadora da Comarca de Bragança, durante o Seminário Cibercrime e Cibersegurança, organizado pela Polícia de Segurança Pública, na passada terça-feira.


Filipa Araújo ressalvou que os crimes mais expressivos na comarca de Bragança “não são os cibercrimes, mas são-o cada vez mais”, ainda que seja criminalidade contra as pessoas e o património que lidera. Só os crimes de falsidade informática ou praticados pela Internet aumentaram para o dobro nos últimos seis anos, e já rondam os mil no conjunto da comarca.

Se os anos entre 2020 e 2022, altura da pandemia de covid-19, este tipo de criminalidade não foi relevante em termos de denúncia, isso mudou após 2023.

A magistrada constatou que o cibercrime não é o mais expressivo “porque estamos todos a trabalhar bem”, mas contrapõe como a necessidade de aumentar a prevenção e o trabalho em rede entre várias instituições, designadamente o Ministério Público, PSP, GNR, PJ, municípios, Segurança Social, entre outras.

Glória Lopes

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