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Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Na Cama


Uma noite, depois de alguns anos de casados, o casal está na cama a ver televisão, quando a mulher sente que o seu marido a começa a acariciar como não fazia há muito tempo.

Ele começou no pescoço, desceu pelo dorso até às nádegas; voltou ao pescoço, aos ombros, aos seios e parou na barriga; colocou a mão na parte interna do braço esquerdo, passou no seio, na nádega, na perna esquerda até ao pé, subiu na parte interna da coxa e parou bem em cima da perna.

Fez a mesma coisa na parte direita e, de repente, vira-se de costas e não diz nem  uma palavra.

A esposa, diz-lhe carinhosamente:

- Querido, estava maravilhoso, porque paraste?

- Já encontrei o comando.

Resumo da Vida

A Vida resume-se a 4 garrafas.


MERDA...e já estamos na terceira!

A Matança do Porco


Uma tradição secular, na área rural da nossa região, mas a ficar em desuso com o aumento do rendimento das famílias. Hoje em dia, por norma, as famílias que ainda fazem o fumeiro, compram as carnes de porco em unidades industriais, principalmente, na vizinha Espanha.
Para o lavrador era o abastecimento da casa e uma das mais importantes festas de família do ano. A carne de porco, o pão e a batata eram a sua base de alimentação. O número de porcos que se matavam dependia da condição financeira de cada família. A carne era racionada de modo a durar todo o ano. Os porcos eram criados e alimentados à base de batata, legumes e farelo, e viviam nos baixos das habitações (lojas). A matança acontecia nos meses de Inverno, com temperaturas negativas, altura ideal para conservar as carnes. Pela manhã ainda muito cedo era servido um mata-bicho (aguardente e figos secos). Começava-se por agarrar o bicho, pelas orelhas, pelo rabo e pelas pernas.
O matador deitava-lhe o laço ao focinho, era deitado e amarrado num banco de madeira. Uma faca comprida era espetada por baixo do pescoço até chegar ao coração. o sangue era aparado por uma mulher que colocava um alguidar, com vinho sal e vinagre para o sangue não coagular. O porco depois de morto era chamuscado com palha a arder, era esfregado com pedras, lavado e rapado. Era pendurado durante dois dias para a carne secar. Depois era desmanchado e cortado em pedaços, as carnes eram salgadas e temperadas para fazer os enchidos que dariam origem ao fumeiro.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

EL DUO DE LOS GATOS


Este dueto foi composto por Rossini para “gozar” com as sopranos que desafinavam. Não pertence a nenhuma das suas óperas.

Rossini era um “brincalhão” e adorava desfrutar a vida. Deixou de compor aos 33 anos e dedicou-se a gozar a vida, sendo um reputado gourmet.

Costuma ser cantado por duas vozes femininas (mezo e soprano) acompanhadas ao piano. A sua única letra é o miau dos gatos.

Aproveitem esta interpretação com vozes de crianças. É linda!!!

EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA)

O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996. A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.
O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançado como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.
Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.
Filmado em África, Amazónia, Croácia e New York.

Castanheiro de Lagarelhos - Vinhais


Em pleno Nordeste Transmontano, na Aldeia de Lagarelhos, freguesia de Vilar de Ossos, Vinhais, encontra-se um dos castanheiros com maior perímetro de Portugal.
Está classificado desde o ano 2000 como Árvore de Interesse Público. Tem uma copa com mais de 17 metros de diâmetro e o seu tronco à altura do peito (i.e. a 1,30m de altura), tem um perímetro de 12,80 m. Impressionantemente, apesar da idade, continua a produzir bastantes castanhas.

Teixo da Quinta da Trajinha - Bragança


Esta árvore centenária foi considerada exemplar de interesse público. Alguns dos seus ramos cresceram de tal forma que foi preciso apoiá-los em estacas.
O Instituto Florestal considerou este teixo uma árvore "verdadeiramente notável para a espécie".
A sua altura é de cerca de 13 metros e o diâmetro médio da copa é de 18 metros. Pertence ao Albergue Distrital de Bragança. Relativamente à idade,o mesmo organismo considera-o multissecular.

O Carlinhos da Sé

Não deve haver nenhum Bragançano, que não se recorde, ou se não tenha cruzado com o Carlinhos da Sé excluindo, obviamennte, as gerações mais novas.
Da Sé, porque era ali, junto à Igreja e Praça da Sé que o Carlinhos, passava quase todo o seu tempo.
Não tinha família, na verdadeira acepção da palavra, já que esta o ignorava completamente. Sobrevivia da caridade dos Bragançanos e do abrigo acolhedor e possível, dado pelo Albergue da cidade. Faleceu há já alguns anos, mas muitos o recordam ainda! Meio tonto mas sempre  alegre. Era um perigo, quando lhe puxavam pela língua. Tinha resposta sempre pronta e uma piada fina e cortante.
Um ano qualquer, era eu um jovem, no dia do Arraial das festas da cidade, lá estava ele, como sempre, encostado à parede na Praça da Sé, neste dia do lado da farmácia Mariano. Quando eu e a minha malta iamos passar, ele chama-me, tira um saco plástico com dinheiro do bolso do velho e rasgado casaco e diz-me: - Menino...conte-me este dinheiro...eram umas poucas de notas de 20 escudos...certamente bem mais dinheiro do que eu e o meu grupo tinhamos no bolso...
Aqui fica uma pequena homenagem...ao nosso Carlinhos da Sé.

HM

Teste Rápido de Alcoolémia

Responde à seguinte questão:

Em que direcção vai o automóvel da fotografia?

A. Vai em frente

B. Faz marcha atrás

C. Vira à direita

D. Vira à esquerda


Se não tens a absoluta certeza da resposta, abstem-te de conduzir nas próximas horas 12 horas!...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Um Violino no Fado

Para quem aprecia música, aqui vai uma original interpretação de fado, com a 'voz do violino', de Natália Jusckiewicz. Basta aumentar o som... fechar os olhos e... abandonar-se...




Natalia Juskiewicz é uma violinista polaca que reside em Portugal há vários anos. Titular de um diploma superior em estudos clássicos de violino, pela Academia de Poznan, uma das escolas mais conceituadas do mundo, iniciou a sua carreira musical como intérprete solista e, também, integrando orquestras e formações polacas de prestígio internacional.
Durante umas férias, apaixonou-se por Portugal e decidiu mudar. Facilmente se adaptou à língua e à cultura portuguesas e aqui desenvolveu, a solo ou fazendo parte de inúmeras orquestras e grupos musicais, um novo e variado percurso profissional, que a levou a percorrer inúmeras vezes o país onde hoje se sente em casa.

Aldeia de Rio de Onor

Rio de Onor é uma freguesia portuguesa do concelho de Bragança, com 45,37 km² de área e 126 habitantes (2001). Densidade: 2,8 hab/km².

Ocupando a extremidade nordestina do concelho, o território desta freguesia é delimitado pela vizinha Espanha nos flancos norte e nascente, tendo as congéneres Aveleda e Deilão a confrontar do poente e sul, respectivamente. Duas dezenas e meia de quilómetros separam a capital concelhia de Rio de Onor, que lhe fica a nordeste, com acesso viário através das E.N. 218, 218-3 e 308.

Abrangendo uma área considerável, incluída no perímetro do Parque Natural de Montesinho, esta freguesia partilha o nome com o rio que a atravessa, no sentido norte-sul, tornando-se posteriormente tributário do Sabor.

É precisamente aí, junto à linha da fronteira setentrional, que assenta o povoado principal, bem conhecida pelas suas peculiaridades e sobrevivências de um ancestral comunitarismo agro-pastoril, a esbater-se já no decurso inexorável dos tempos. Com uma orografia montanhosa e planáltica, registando uma altitude média na ordem dos 750 metros, Rio de Onor inclui, porém, um extenso trecho de vale, aberto, amplo e aprazível, banhado pelo Onor e protegido pelas imponentes Serras de Montesinho (a poente), Sanábria (a norte) e Guadramil (a nascente).

Com as suas típicas casas de xisto, de paredes escuras, sem reboco e de aparelho miúdo, as aldeias desta freguesia preservam um carácter arcaico e rústico, “casando” perfeitamente com a belíssima paisagem natural. Rio de Onor é um caso emblemático, reforçado pela sua posição fronteiriça, com a homónima espanhola – Rihonor de Castilla – ali à distância de uns passos, separada apenas pelo rio (que não chega a ser obstáculo, pois é vencido por esplêndida ponte medieval de alvenaria e múltiplos arcos).

Senso comunitário:

Rio de Onor subsiste ainda como aldeia comunitária. Este regime pressupõe uma partilha e entreajuda de todos os habitantes, nomeadamente nas seguintes formas:

•Partilha dos fornos comunitários

•Partilha de terrenos agrícolas comunitários, onde todos devem trabalhar

•Partilha de um rebanho, pastoreado nos terrenos comunitários

Rio de Onor distingue-se, ainda, por outra característica pouco comum. A partilha de recursos, tradições e vivências estende-se à vizinha localidade espanhola de Rihonor de Castilla, que, como a semelhança do nome sugere, possui laços muito vincados com a localidade portuguesa. A interligação entre as duas comunidades atinge um grau tão elevado que, de certa forma, é como se as duas aldeias fossem um prolongamento uma da outra, com uma metade em território português e outra metade em território espanhol.
É comum observar membros das populações dos dois lados atravessando a fronteira a pé. É também frequente observar gado atravessando a mesma fronteira, livremente e sem ninguém a vigiar. A fronteira é demarcada pelo rio com o mesmo nome da povoação, um afluente do Rio Douro.
As casas tradicionais da aldeia são normalmente compostas por dois andares. No andar de cima, moram as famílias. No andar de baixo, ficam o gado, os cereais e outros produtos da terra.
(http://terrasdeportugal.wikidot.com/rio-de-onor)

Já não se brinca aos médicos como antigamente.


- Onde é que tu estavas? - pergunta a mãe à menina.
- No quarto, a brincar aos médicos com o Joãozinho. Ele era o médico e eu a doente.

A mãe dá um grito e um salto da cadeira....

- Aos médicos!?!

- MÉDICOS DA CAIXA, MÃE... ELE NEM ME EXAMINOU !!! ...

domingo, 5 de setembro de 2010

Lenda do Bálsamo na Mão...

Santuário de Balsemão
Na freguesia de Chacim, concelho de Macedo de Cavaleiros, existia outrora um rei mouro que exercia o seu domínio sobre aquela região. Este rei tinha muito mau feitio e aproveitava todas as oportunidades para humilhar os seus súbditos. Um dia, decidiu instituir um novo tributo, diferente de todos aqueles que tinha mandado executar antes: todos os homens que se casassem eram obrigados a entregar-lhe a noiva logo após a cerimónia do casamento. 
Este tributo tornou-se um hábito que gerou ódios e vergonha. Mas quem se atrevesse a contestar as ordens do rei seria severamente castigado. Um dia o cristão Joaquim resolveu casar-se com Marianinha, a moça mais bela de toda a região. 
Marianinha nem queria pensar em pagar o infame tributo, mas Joaquim disse-lhe que não se preocupasse porque tinha um plano e, com a ajuda de Nossa Senhora, Marianinha não cairia nas mãos do cruel rei mouro. Casaram-se numa pequena igreja e, logo à saída, estavam os soldados à espera de Marianinha. Joaquim convenceu-os a juntarem-se a ele e a alguns amigos com o propósito de levarem ofertas ao senhor mouro daquelas terras. 
O rei mouro já tinha ouvido falar da beleza de Marianinha e mal podia esperar para tê-la nos seus braços. Mas quando lhe retirou o véu, verificou que não era ela mas sim Joaquim que apertava nos seus braços. 
Desembaraçando-se das suas roupas de mulher, Joaquim retirou um punhal que tinha escondido e cravou-o no peito do rei mouro antes de fugir. Agonizante, o rei pediu as cabeças de Joaquim e de Marianinha para as pisar antes de morrer. Os guerreiros mouros lançaram-se na caça ao homem. Joaquim e os seus amigos ainda lhes fizeram resistência mas a desproporção era grande e foram quase todos dizimados. 
Marianinha prometia fervorosamente um novo templo à Virgem enquanto Joaquim caía no chão ferido de morte. Por milagre, Joaquim reparou que nas suas mãos nascia um bálsamo que curava as feridas e começou a gritar aos seus companheiros moribundos que esfregassem as mãos com aquela substância. Os guerreiros mouros, aterrorizados, viram os mortos e os moribundos a erguerem-se do chão, a pegarem nas armas e a entregarem-se à luta com uma paixão desmedida. 
Apesar da desvantagem numérica, os cristãos conseguiram fazer com que os mouros partissem em debandada. Desde então, aquela terra conquistada aos mouros ficou a ser conhecida como Terra de Nossa Senhora de Bálsamo na Mão e, mais tarde, Lugar de Balsemão onde ainda hoje existe uma ermida em honra de Nossa Senhora de Balsemão, no alto do Monte Carrascal.

7 Ex. Maravilhas Naturais de Portugal

Eu já votei. Os votos são secretos, menos o meu. Votei no Rio Sabor.

“Apesar de este rio ainda correr livremente, sabemos que a futura barragem irá destruir paisagens muito singulares, fauna e flora.Mais do que uma ex-maravilha, esta é uma maravilha que ainda existe, mas que está condenada. "Candidatura sugerida por Mariana Negrão".

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Gravuras Rupestres de Mazouco

As gravuras rupestres de Mazouco, situadas junto ao Rio Douro e inseridas numa paisagem magnífica, são um dos mais importantes vestígios da arte do Paleolítico Superior em Portugal e foram o primeiro exemplo de arte rupestre paleolítica ao ar livre a ser identificado na Europa.
As gravuras, constituídas por quatro gravuras sobre uma parede xistosa, sendo que apenas uma das figuras se apresenta completa, foram dadas a conhecer ao mundo científico em 1981. A mais nítida é a de um cavalo, tendo ficado conhecida como o “Cavalinho de Mazouco”. Com um comprimento de 62 cm é uma das mais belas imagens da arte rupestre ao ar livre em todo o mundo.
Há muito que as gravuras rupestres do Mazouco eram conhecidas pela população local aquando da sua apresentação à comunidade arqueológica. Foi em 1981 que um estudante da faculdade de letras do Porto as deu a conhecer aos seus professores. Os habitantes da pequena aldeia de Mazouco chamavam à representação mais preservada "o carneiro". No entanto, este núcleo foi sendo geralmente designado como O Cavalo de Mazouco. 
Trata-se da primeira estação portuguesa de arte rupestre paleolítica ao ar livre. Em 1981, foram identificadas e publicadas as gravuras de Mazouco (Freixo-de-Espada-à-Cinta), que se tornaram no primeiro sítio de arte rupestre (ao ar livre) paleolítica conhecido em toda a Europa. Estão representadas muito poucas figuras, entre as quais sobressai a representação completa de um cavalo. O núcleo do Mazouco está inserido numa pequena cavidade rochosa composta por dois painéis relativamente bem conservados, formando uma espécie de abrigo de pequenas dimensões. 
O facto de as gravuras se encontrarem um pouco protegidas, permitiu que estivessem menos vulneráveis aos efeitos de desgaste natural. São constituídas por quatro gravuras executadas sobre uma parede xistosa, sendo que apenas uma das figuras se apresenta completa. Bem definida nas proporções e dando a sensação de movimento, tem o corpo e a cabeça de perfil. Dos membros traseiros só as coxas foram representadas. A cauda também se encontra incompleta, enquanto o focinho foi danificado em época posterior à execução da figura. O sexo é bem visível, e demonstra tratar-se de um macho, o que contradiz a teoria dos que pretendem ver nele uma égua grávida, dada a forma volumosa da barriga.
Enquadramento : As gravuras estão orientadas no sentido sudoeste-nordeste, contemplando a confluência da Ribeira de Albagueira com o Rio Douro. Situa-se num pequeno planalto inclinado na margem direita da ribeira de Albagueira, a 1800 m. do vale do Douro. O local classificado está implantado em formações xistosas e a morfologia do terreno na sua envolvente foi alterada devido à construção de barragens.
Descrição : A figura mais relevante deste conjunto é uma gravura com cerca de 62cm de comprimento e 37,5cm de altura, reproduzindo um cavalo e constitui uma gravura de grande beleza e uma das mais interessantes do ponto de vista científico no panorama da arte rupestre ao ar livre.
Acesso : Saindo da sede concelhia pela EN 221 para norte, cerca de 14 km depois apanha-se a estrada para Mazouco e daí o estradão que vai para a ribeira de Albagueira.

Os Competentes

Em mais uma noite de insónias, consegui, finalmente, descobrir o motivo pelo qual a nossa região vê passar há séculos o desenvolvimento, na estrada ao lado.
O problema, é que na cidade de Bragança apenas existem…umas vinte pessoas competentes e, mesmo essas, depende…da altura.
Que confusão. Vou tentar explicar o raciocínio.
Vamos então supor o seguinte:
O Partido Socialista ganha as eleições. Ora nos tempos seguintes, o Partido Socialista trata, obviamente, de escolher os seus 10 melhores quadros, ou as 10 pessoas melhor qualificadas, para ocupar os lugares de nomeação política da nossa cidade. Acho muito bem, gerem muito dinheiro e a vida de muita gente, devem ser os melhores e mais bem qualificados a ocupar esses lugares e não um qualquer analfaburro como eu e muitos outros. Até aqui, tudo bem, nada a dizer…e a vida continua.
Passados uns 4 anos, ou menos, ou um pouco mais…o Partido Social Democrata, ganha as eleições. Ora nos tempos seguintes, o Partido Social Democrata trata, obviamente, de escolher os seus 10 melhores quadros, ou as 10 pessoas melhor qualificadas, para ocupar os lugares de nomeação política da nossa cidade, mandando “às malvas” as 10 pessoas tão criteriosamente escolhidas, pelo Partido Socialista, para ocupar os cargos de nomeação politica.
Em suma e porque acredito que ambos os partidos querem o melhor para Bragança e para o País, na opinião do Partido Social Democrata, os escolhidos pelo Partido Socialista não valiam a ponta de um corno.
Passados uns 4 anos, ou menos, ou um pouco mais…o Partido Socialista, ganha outra vez as eleições………………………
O resto da história já vós sabeis, vira o disco e toca o mesmo.
Assim sendo, chegamos à triste conclusão que até, pasme-se, essas 20 pessoas, que são a soma de 10 + 10 e escolhidas a dedo, afinal não passam de uns incompetentes, porque se fossem "bons", os outros deixavam-nos estar ehehehhe.

E, eureka, aqui está a explicação para o nosso subdesenvolvimento.

Não sei se me fiz entender.

(H.M.)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Aniversário de Casamento


Depois de 50 anos de casamento, o velhote morre e vai para o Céu.
Passados uns meses, a velhota também morre e também vai ter ao Céu.
Mal chega lá, encontra o velhote e diz-lhe enquanto corre para o abraçar:
- Meu amor! Meu querido!
- Ei, ei, ei! Chega para lá! O acordo foi "até que a morte nos separe!" Xô, baza

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Barragens e Desenvolvimento

Uma querida amiga remeteu-me este link, para um Organismo Internacional, que tem de nome, Comissão Mundial de Barragens.
Recomendo-vos a todos uma leitura atenta. Será que os receios daqueles, ditos fundamentalistas, têm sido assim tão injustificados? Será que os interesses das populações, da biodiversidade, da fauna da flora, têm sido, ao longo dos tempos salvaguardados.
Será que as barragens têm trazido algum desenvolvimento?
Ou será que...como eu escrevi num recente post...as barragens são, taosomente, as minas de Salomão para alguns?
Fica à vosssa consideração, depois de fazereis a leitura...que, vivamente, vos aconselho a fazer.

Portugal é um País em Guerra

Haverá algum Português que duvide que o nosso País está em Guerra!
Será que ninguém conhece o inimigo?
Que podemos fazer, TODOS, para evitar, ou minimizar, esta tragédia com a qual temos que nos confrontar ano após ano. Milhares de hectares de floresta ardidos, milhões de euros de prejuízo, bens queimados, PESSOAS  e animais mortos. Trabalho de vidas destruído pelas chamas. Governos desleixados, partidos da oposição inconsequentes, aproveitando tanta desgraça para fazer política da mais rasteira.
Que podemos fazer cada um de nós?
Conheço uma pessoa que, pela experiência que tem no estudo da matéria, nos poderia deixar aqui algumas orientações.
Lembram-se da famosa frase...do outro...?
Acho que era mais ou menos isto...
"Não perguntes o que o teu País pode fazer por ti, mas sim o que tu podes fazer pelo teu País"
(H.M.)

Dominó

Será que o dono do tasco, do próximo estrelóquio, nos vai deixar fazer este dominó?