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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Autarca de Carrazeda de Ansiães deixa de ir a missas e procissões para mostrar descontentamento com a Igreja

O presidente do Município de Carrazeda de Ansiães não participou na tradicional procissão dos oragos das paróquias do concelho, que se realizou no passado Domingo, pretendendo, assim, demonstrar o seu descontentamento pela forma como diz ter sido tratado pela igreja. Em causa está o cargo de direcção que o autarca ocupava no Centro Social e Paroquial de Vilarinho da Castanheira, localidade de onde é natural e onde desempenhou o cargo de presidente da junta de freguesia, durante mais de 20 anos.
José Luís Correia diz ter estranhado a forma como terá sido afastado do cargo, em Outubro do ano passado. ”Isto tem origem num diferendo que houve em Outubro do ano passado, altura em que recebi uma chamada telefónica do pároco de Vilarinho da Castanheira, que me referiu que, devido ao facto de ter alterado os estatutos do Centro Social e Paroquial de Vilarinho da Castanheira, eu não podia fazer parte da direcção porque sou político”, contou à Brigantia.

O autarca mostra-se indignado por considerar, que esta decisão é injusta e não foi tomada da melhor forma. “Convém referir que fui eu que promovi a constituição e construção daquela obra, que criou 12 postos de trabalho e, ao longo de muitos anos, dediquei-me a ela. Conclui, infelizmente, que se veio a verificar aquilo que eu sempre temi, desde a sua criação, tendo o cuidado de deixar a instituição ligada à igreja para que não houvesse pretextos de politiquices. Mal eu podia imaginar que seria eu a vítima porque fui saneado através de um telefonema”, acrescentou. 
José Luís Correia vai mais longe e diz mesmo que, apesar de ser católico, a partir de agora, não vai estar presente em qualquer acto religioso, o que inclui a presença em missas. “Conclui que, se enquanto presidente da Câmara, não posso fazer parte de uma instituição que está ao serviço, essencialmente dos mais desfavorecidos, então, enquanto político (assim o entende a igreja porque aquilo que eu sou é autarca) não devo estar ao lado dos padres em qualquer acto ou cerimónia religiosa, apesar de ser católico assumido. Vou continuar a assistir à missa todos os Domingos mas através da televisão ou da rádio”, afirmou.
O autarca garante que comunicou o assunto em tempo oportuno ao bispo diocesano, tendo-lhe referido que, se o pároco da aldeia não fizesse um pedido de desculpas publicamente ao autarca, o mesmo não acompanharia D. José Cordeiro na recente visita pastoral que fez ao concelho, o que se viria a concretizar.

A Brigantia contactou a diocese de Bragança-Miranda, que não quis prestar declarações sobre este assunto,  por considerar que “se trata de um assunto de foro pessoal e não institucional”, lembrando, no entanto, que os estatutos dos centros sociais e paroquiais não permitem o desempenho deste tipo de cargos por pessoas que desempenhem cargos políticos. 
Apesar das várias tentativas de contacto, não foi possível chegar à fala com o pároco em questão, Óscar Paiva. 

Escrito por Brigantia
Sara Geraldes

Desclassificação da linha do Tua faz avançar projecto turístico

Resolução do Conselho de Ministros que desclassifica da Rede Ferroviária Nacional a Linha do Tua foi publicada em Diário da República.
É uma espécie de formalidade, para que possa avançar o projecto turístico que o empresário Mário Ferreira já tem em curso, no terreno, e para o qual vão ser investidos 15 milhões de euros. Os troços da linha do Tua entre a estação do Tua e o apeadeiro da Brunheda deixam de integrar a rede ferroviária nacional e podem passar a ser exploradas "por uma entidade que se proponha fazê-lo”. 

A Linha do Tua ligava originalmente a Estação do Tua à Estação de Bragança, ao longo de 133 quilómetros de via estreita (bitola métrica). Alguns troços foram sendo encerrados desde 2001, até a circulação fechar em definitivo em 2008, na sequência de um acidente que provocou duas vítimas mortais.  

No preâmbulo da resolução de conselho de ministros lê-se que apesar de o pedido de desclassificação ter sido apresentado já em 2010 pela então Rede Ferroviária Nacional — REFER, (actual Infraestruturas de Portugal, S. A.) só agora é que estão reunidas as condições para desclassificar a Linha do Tua. O Governo recorda o projecto de mobilidade a que ficou obrigada a EDP no contexto da instalação do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua e que previu “a implementação de uma solução que assegurasse os interesses e a mobilidade das populações locais e potenciasse o desenvolvimento socioeconómico e turístico no troço da Linha do Tua a inundar entre a barragem e Brunheda”.

Esse projecto de mobilidade, recorda o Governo, “passa pela exploração por razões históricas ou de interesse turístico da estrutura ferroviária, no troço entre a Estação Ferroviária de Brunheda e a Estação Ferroviária de Mirandela, em estreita cooperação com as autarquias locais”.  

De acordo com a resolução, as partes da linha desclassificada compreendem o troço entre a Estação Ferroviária do Tua e a base da Barragem (entre o quilómetro zero e o quilómetro 1,860) e o troço entre Brunheda e a Estação Ferroviária de Mirandela -Carvalhais (entre o quilómetro 21,189 e o quilómetro 58,140). O troço entre a estação base do Tua e o apeadeiro da Brunheda, já está inundado.

Para substituir o troço da linha que vai ficar submersa pela albufeira, Mário Ferreira vai explorar um circuito fluvial para que os turistas possam ver, a partir do leito do rio, o troço do vale em que a paisagem é mais impressionante. Quanto ao comboio, a data em que ele voltará a circular no Tua está apontada para Fevereiro do próximo ano.

Se a exploração passa a estar sob a responsabilidade “do operador que, no âmbito do projecto de mobilidade aprovado e em cooperação com as autarquias locais, se proponha fazê-lo” (neste caso o empresário Mário Ferreira), é à Infraestruturas de Portugal que compete desenvolver “as diligências e praticar todos os actos necessários para assegurar a exploração da infraestrutura desclassificada”.

Luísa Pinto
Jornal Público

Pagamento de IMI: Igreja pede tratamento em conformidade com a lei

Igreja Católica nada adiantou sobre quaisquer acções de contestação à cobrança do imposto municipal sobre imóveis (IMI) relativa a património que até agora esteve isento ao abrigo da Concordata.
A Igreja Católica diz não querer “qualquer privilégio” em matéria de impostos, mas exige ser tratada pelo Estado “em conformidade com a lei e o direito”, respeitando as normas da Concordata, adianta a Rádio Renascença, que teve acesso a uma nota informativa divulgada na tarde desta segunda-feira, depois do encontro que reuniu, em Fátima, os vigários-gerais e os ecónomos de várias dioceses, que têm vindo a ser notificadas para pagar o imposto municipal sobre imóveis (IMI). A Igreja diz estar isenta desse pagamento relativamente a património destinado a fins sociais. O Governo garante que as orientações dadas ao fisco não mudaram.

Na nota, os responsáveis não aludem a quaisquer acções de contestação do pagamento que está a ser reivindicado pelo Estado, limitando-se a formular o desejo de, “num espírito de entendimento comum”, verem respeitadas as normas legais relativamente à aplicação do IMI à luz “da natureza das pessoas jurídicas religiosas” e dos fins da Igreja Católica.

A polémica arrasta-se desde meados deste mês, quando o Jornal de Notícias avançou com a informação de que dezenas de paróquias estavam a ser notificadas pelo fisco para pagar o IMI sobre residências paroquiais, salas de catequese e conventos que a Igreja entende estarem isentos do pagamento de impostos. Braga, Aveiro, Bragança, Leiria, Setúbal foram algumas das dioceses notificadas da obrigatoriedade do pagamento. E o jornal apontava ainda o exemplo de casas destinadas a famílias carenciadas, como as 16 casas construídas pelo padre Américo, fundador da Casa do Gaiato, em Penafiel, que poderão ter de pagar IMI pela primeira vez em 66 anos. A proprietária dos imóveis, a Fábrica da Igreja Paroquial de Paço de Sousa, garante que as habitações são cedidas temporariamente e de forma gratuita a quem delas precise, chegando aquela entidade a assumir as despesas da água e da luz nos casos de carência económica mais aguda.

Em causa estão diferentes entendimentos quanto ao que consagra a Concordata, o documento que regulamenta as relações entre o Estado português e a Santa Sé. Reafirmando as explicações dadas ao Diário de Notícias desta segunda-feira, o Ministério das Finanças garante não ter dado qualquer “orientação no sentido de serem retiradas quaisquer isenções previstas na Concordata”. A isenção, refere ao PÚBLICO o ministério, limita-se aos imóveis “directamente afectos a fins religiosos (incluindo as dependências ou anexos daqueles imóveis destinadas a uso de IPSS)”.

No entendimento das Finanças, “a Igreja Católica (ou, mais precisamente, as pessoas jurídicas canónicas), quando também desenvolva actividades com fins diversos dos religiosos, assim considerados pelo direito português, como, entre outros, os de solidariedade social, de educação ou cultura, além dos comerciais e lucrativos, ficam sujeitos ao regime fiscal aplicável à respectiva actividade”.

Aos serviços do fisco cabe identificar e corrigir “quaisquer eventuais isenções que estivessem a ser aplicadas sem apoio legal”, não estando em causa “qualquer alteração à Concordata”.

Na óptica da Igreja, porém, trata-se de “um abuso” do Estado que desrespeita o estipulado no artigo 26.º da Concordata. Acresce que, e como lembraram nos últimos dias o porta-voz da Conferência Episcopal, Manuel Barbosa, e o responsável financeiro do Patriarcado de Lisboa, Álvaro Bizarro, mesmo que assim fosse, “as instituições de solidariedade social estão todas isentas de IMI”.

Num comunicado, o Ministério das Finanças veio esclarecer que nada mudou em relação à aplicação das normas da Concordata e que as orientações da administração tributária continuam a ser as mesmas que se aplicam na sequência do acordo de 2004.

Segundo o ministério, as situações de justificação dos pressupostos para os imóveis estarem isentos “inserem-se na actividade normal de controlo da atribuição de isenções fiscais pela AT”, o que segundo o ministério liderado por Mário Centeno já aconteceu no passado. As que agora surgiram devem “ser resolvidas em conformidade com a interpretação da lei” da liberdade religiosa, da Concordata, do código do IMI e do Estatuto dos Benefícios Fiscais.

Antes, o PSD decidiu pedir explicações ao Governo, argumentando que as necessidades de receita fiscal do Estado têm de respeitar a lei e os tratados internacionais. "Têm de ser dadas explicações sobre por que é que não estava a ser tributado antes e está a ser agora, o que levou a essa alteração de circunstâncias, se, porventura, há uma alteração face àquilo que está acordado na Concordata entre dois Estados", afirmou o deputado social-democrata Duarte Pacheco, citado pela agência Lusa.

Com ironia, o deputado sustenta que "o Governo está a precisar de receitas fiscais". "Essas receitas podem vir de querer tributar o sol, querer tributar a Igreja, querer tributar amanhã o ar que respiramos, mas têm de estar de acordo com a lei e com os tratados internacionais", referiu o parlamentar. Quando lhe perguntaram se considera que a Concordata dá cobertura legal às cobranças agora reivindicadas pelo fisco, o social-democrata limitou-se a responder que "se ela devia ser feita e não estava a ser feita, isso significa que o Estado ao longo dos anos teve um comportamento ilegal". 

Natália Faria e Pedro Crisóstomo
Jornal Público

A brama dos veados no Parque Natural de Montesinho

Em Setembro e Outubro, há passeios pela Rota da Terra Fria Transmontana em que os veados são as estrelas.
Chega Setembro e o Parque Natural de Montesinho (Trás-os-Montes) transforma-se numa espécie de território (ainda mais) mágico. Dizem que é um espectáculo natural imperdível, a brama dos veados, que até final de Outubro cria belos sobressaltos um pouco por todo o país onde há populações destes cervídeos.

No nordeste transmontano é o maior da Península Ibérica, o veado-vermelho (cervus elaphus), que protagoniza a brama que é o ritual de acasalamento. Não é a à toa que se chama ritual: os machos, em cio, emitem bramidos que se ouvem a quilómetros de distância e ecoam montes fora com o propósito de atrair as fêmeas e, ao mesmo tempo, intimidar os machos rivais.

A rivalidade, aliás, é outra das facetas da brama, manifestando-se em lutas nas quais as armas são as galhadas – quem ganha, domina mais fêmeas e mais território. Conquista poder, em resumo, e quase podemos imaginar o veado-deus dos povos antigos, perfil afilado e porte régio.

É tudo isto que, com sorte (já se sabe que o mundo selvagem nem sempre tem contemplações com os desejos humanos), se poderá avistar durante quatro fins-de-semana de Setembro (com início no segundo, de 9 a 11, e final no de 30 de Setembro a 2 de Outubro) num programa de três dias e duas noites na Rota da Terra Fria Transmontana e é complementado com uma visita histórica e cultural a Bragança sem esquecer os momentos gastronómicos.

O alinhamento desta viagem por Trás-os-Montes inclui no primeiro dia um jantar no hotel (S. Lázaro, onde o alojamento, em quarto duplo, mas que pode ser alterado mediante consulta, inclui pequeno-almoço); o segundo, que começa bem cedo, às 7h, fica reservado à brama, durante a manhã, com transporte e acompanhamento por guia, enquanto a tarde se passará em Bragança, com guia e tempo livre – pelo meio, as refeições, em restaurantes de cozinha típica; no último dia, uma visita à Quinta do Bísaro encerra o programa, ainda de manhã.

Para a realização do programa o número mínimo de participantes é de quatro (e não poderão ser mais de 12) e há a possibilidade de adquirir apenas a actividade da Brama e almoço. No caso do programa completo o preço recomendado é de 202€ por pessoa e as reservas devem ser feita com, pelo menos, 10 dias de antecedência.

Informações
Anda D’i
Tel.: 935355633
E-mail: info@andadi.pt
www.andadi.pt

Foi feita no Parque Biológico de Vinhais a reintrodução na natureza de uma ave de rapina noturna com a presença de um grupo de jovens

Um grupo de crianças de Vinhais assistiu, ontem, à reintrodução na natureza de uma ave de rapina nocturna, um mocho galego.
A acção foi promovida pelo parque Biológico de Vinhais em parceria com o Centro de Recuperação e Tratamento de Animais Selvagens (CRATAS) e o Hospital Veterinário da Universidade de Trás-os-Montes (UTAD).
Filipa Loureiro, médica veterinária do Centro de Recuperação e Tratamento, considera importante a participação das crianças nesta acção de forma sensibilizá-las para a protecção da natureza e dos animais.
“Sempre que devolvemos um animal à natureza fazemo-lo junto da população para a sensibilizar para esta questão da preservação do meio ambiente. Quanto mais as pessoas conhecerem mais respeito vão ter pela natureza”.
O animal foi encontrado por populares e mantido em cativeiro durante algum tempo, depois foi entregue no centro de recuperação de animais selvagens, onde foi recuperado. Ontem foi devolvido ao seu habitat natural.
A maioria das aves do Parque Biológico de Vinhais vem de centros de recuperação de animais selvagens. Em todo o país há dez centros, sendo o da UTAD o único na região transmontana.
Segundo Carla Alves, directora do parque, são muitas as crianças que ao longo do ano visitam aquele espaço, onde têm várias actividades ambientais.
“Recebemos visitas de escolas de Trás-os-Montes, Minho e Porto. O facto de o parque ter uma hospedaria com 50 camas também permite ter mais jovens e crianças. Temos um vasto leque de actividades ambientais para os mais novos”.
No Parque Biológico de Vinhais há um conjunto 12 espécies selvagens e 12 raças domésticas, autóctones da região.
As actividades de educação ambiental do parque mais solicitadas são as visitas guiadas, caça-ao-tesouro, peddy-paper, alimentação das raças autóctones e os passeios de burro mirandês.

Paulo Afonso / S.M
Escrito por Brigantia

S.Pedro de Sarracenos recebeu a XVI edição da Feira das cebolas, um certame que pretende divulgar os produtos locais e promover a freguesia

Centenas de brigantinos rumam há 16 anos à aldeia de São Pedro de Sarracenos para comprar cebolas na feira dedicada a este produto mas também para adquirir outros produtos da terra.
Manuel Malhão é um dos poucos produtores de cebolas que ainda resiste na freguesia. Ontem vendeu mais de 1500 quilos de cebolas e garante que vai continuar a participar nesta feira, já que há escoamento garantido para os produtos hortícolas. “As pessoas vêm à procura de cebolas e acabam por levar batatas, tomates, azeite, o que temos… Esta feira correu muito bem, acho que foi a que teve mais gente e a que se vendeu melhor dos últimos anos”, referiu o habitante da aldeia.  

A oferta dos expositores, não só da aldeia, mas também de outras localidades do distrito de Bragança, tem vindo a diversificar-se e, hoje em dia, além dos produtos hortícolas, há também queijos, pão, doces, mel, licores ou até chá, artesanato e espaços dedicados à promoção de instituições e associações locais.

O presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro de Sarracenos, Humberto Santos faz um balanço positivo da décima sexta edição do certame. “Acho que a feira tem corrido maravilhosamente. Tivemos muito mais gente do que aquilo que esperávamos e prova disso é o facto de termos feito o almoço para mais cem pessoas do que no ano passado e esgotou”, referiu o representante da autarquia que preparou mais de 300 refeições para convidados da Feira das Cebolas.

E a vertente cultural também é sempre tida em conta na Feira das Cebolas. Este ano foi reactivado o Grupo de Pauliteiros  de São Pedro de Sarracenos, que estava há vários anos sem actuar, como explica o presidente da Associação Recreativa e Cultural de S. Pedro Sarracenos, Bruno Couteiro. “Esta é uma tradição antiga que tentamos fazer renascer depois de mais de 15 anos inactiva - Requer bastante esforço e dedicação. Demoramos cerca de meio ano a prepararmo-nos para esta que foi a primeira actuação”, contou.  A feira das cebolas serviu ainda para inaugurar o novo largo da aldeia de S. Pedro de Sarracenos. 

Escrito por Brigantia

Vimioso recebeu o Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa num evento que distingue os melhores exemplares da região

Macedo de Cavaleiros recebeu o XVI Festival Internacional de Música Tradicional numa noite dedicada à tradição

Macedo de Cavaleiros aliou a diversão à solidariedade com a 2ª edição da Festa da Cor que encheu as ruas da cidade transmontana

Acidente aparatoso com camião na A4 provocou derrame de lixívia (com fotos)

O despiste de um camião de transporte de mercadorias, à hora de almoço desta segunda-feira, provocou o derrame de vários litros de lixívia na ponte da Autoestrada Transmontana junto à aldeia de Bragada.
"Era por volta do meio dia e meia quando ouvi um grande estrondo. Quando cheguei aqui vi ainda muito fumo pelo ar. Tive medo de encontrar alguém morto mas felizmente o condutor saiu pelo seu pé, praticamente ileso", contou ao Mensageiro Maria da Graça, que mora junto ao local do acidente.
O condutor, um homem espanhol de 35 anos, foi transportado ao hospital de Bragança por precaução, mas o seu estado não inspirava cuidados, sendo considerado um ferido ligeiro pelas autoridades presentes no local.
Na zona do acidente estiveram, também, esta tarde, alguns elementos da concessionária bem como os bombeiros de Bragança.
O trânsito tem estado cortado na faixa da direita, no sentido Azibo-Bragança, mas sem causar grandes condicionalismos à circulação.
De acordo com fonte da GNR, o camião "entrou em despiste numa zona de reta, com boa visibilidade", sem que tenha havido o rebentamento de qualquer pneu.
O segundo comandante dos bombeiros de Bragança, Carlos Martins, explicou ao Mensageiro que, com o embate num painel informativo, a cabina do camião se separou do resto do chassis e ficou ao lado da via, enquanto a parte traseira acabou por resvalar por uma encosta, até parar num caminho paralelo à autoestrada.

António G. Rodrigues
in:mdb.pt

Início dos Anos 80 do Século Passado - Colocação de Ninhos para Insectívoras

1º. Congresso Nacional da Quercus

Para os que não sabiam, o 1º Congresso Nacional da QUERCUS realizou-se, há muitos anos, em Bragança nas, então e recentes, instalações da Escola Superior de Educação. Nos tempos, em que se fazia muito, sem apoios institucionais e às nossas custas, obtendo apenas como compensação a alegria do dever cumprido e o reforço das nossas convicções!
Aqui fica uma foto do Secretariado.
Da esquerda para a direita: Max, Jaime, Henrique, Fernando e Chico.

Para os que ainda se lembram do Saturno - Finais dos anos 70 do Século Passado

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Mogadouro cumpriu tradição religiosa com procissão que voltou a atrair milhares de devotos da Nossa Senhora do Caminho.

A TASKA

Festas do Naso 2016

Aero Clube de Mirandela promove curso de piloto de ultraleves

Se você é uma daquelas pessoas que gosta de aviões e principalmente de os controlar e dirigir, então tem agora uma oportunidade de fazer um curso de piloto para voar em pequenas aeronaves designadas de ultraleves e PPA.
O Aero Clube de Mirandela , uma instituição sem fins lucrativos, desenvolve na região atividades aeroespaciais, aeronáuticas, para-aeronáuticas, modelismo e atividades paralelas de feição amadora.

A Escola de Pilotagem de Ultraleves que nasceu no dia 14 Outubro de 2009 em Mirandela já deu formação a 31 alunos através do seu curso de piloto de Ultraleves.

O curso de Piloto de Ultraleves é composto por 100 horas de teoria e 30 horas de voo. Toda a instrução é ministrada por instrutores experientes com milhares de horas de voo.

Neste momento o Aero Clube de Mirandela tem 40 pilotos e alunos nas ruas fileiras e por ano fazem cerca de 350 horas de voo. 

Se  é um daqueles que tem um gosto especial pelo voo e está interessado em conhecer melhor esta modalidade desportiva, então tem a oportunidade para o fazer no Aero Clube de Mirandela, onde poderá realizar uma visita guiada pelas instalações e realizar um batismo de voo.

in:noticiasdonordeste.pt

“Reino Maravilhoso – por terras do Alvão e do Marão” passou ontem na SIC

Passou ontem, dia 28 de Agosto, na SIC, o documentário de Luís Quinta e Ricardo Guerreiro, intitulado “Reino Maravilhoso – por terras do Alvão e do Marão”. Durante 50 minutos, a dupla de documentaristas dá-nos a conhecer a vida selvagem desta duas serras que marcam a geomorfologia da nossa região.
Trata-se de um filme deslumbrante. Durante 50 minutos, a riqueza natural destas duas áreas protegidas pela Rede Natura é exposta de forma sábia e atrativa. 

Os naturalistas passaram no campo cerca de 100 dias de forma a criarem o ciclo narrativo de um ano, com início na dura estação do inverno e o fim no outono seguinte.

Através de um domínio técnico exímio, nomeadamente no manuseamento e utilização de técnicas de filmagem em macro, o documentário transporta-nos para uma intimidade selvagem que se encontra vedada para a maior parte dos observadores no dia-a-dia.

Durante os 50 minutos são-nos ensinados comportamentos animais que jamais pensávamos existir aqui tão perto de nós, como, por exemplo, o escavar da vespa-das-areias, a existência de plantas carnívoras, o carinho das formigas, o amor das borboletas, e as peculiaridades de tantas outras espécies animais do ar e da terra capturadas pelas lentes de Luís Quinta e Ricardo Guerreiro, que neste documentário geram estórias de vida selvagem únicas e maravilhosas. 

“Reino Maravilhoso – por terras do Alvão e do Marão” é um projeto que teve o empenhamento e o apoio da Câmara Municipal de Vila Real, sendo, sem dúvida, um documento de verdadeira utilidade pública, devido aos níveis de pedagogia e ensinamentos que transmite quer a miúdos quer a graúdos.

O filme, que já se encontra disponível para visualização no vimeo , é a terceira obra da dupla Luís Quinta e Ricardo Guerreiro, que também são responsáveis pelos documentários “Arrábida, da serra ao mar” e “Almada, entre o rio e o mar”.

in:noticiasdonordeste.pt

CERCIMAC angaria fundos para nova carrinha

A CERCIMAC de Macedo de Cavaleiros precisa de uma carrinha nova, para transportar os seus utentes.
É para esse objetivo que vão ser canalizados os fundos angariados na II Festa da Cor, que aconteceu este sábado, e que terá juntado mais de 500 pessoas. Música, dança e cor fundiram-se, no Jardim 1º de Maio, mas também por toda a cidade, com uma corrida que não deixou ninguém indiferente.

Luísa Garcia, a presidente da cooperativa, afirma que a aquisição do veículo é prioritária.

“Sem dúvida que um dos objetivos é agradecer às pessoas o apoio que nos têm dado, foram dois anos de muita luta, concluir uma obra destas, sozinhos, não teria sido possível.

O evento de hoje é, além de uma forma de angariar dinheiro, pois apesar da obra estar concluída nós ainda temos muitas contas para pagar, é também uma forma de abrir as portas à população mostrando a obra feita que teve o contributo de todos.”

E este ano, mais empresas se quiseram juntar à iniciativa solidária.

“Nós publicitamos pela cidade. também na nossa página do facebook, e mais empresas vieram ter connosco juntando-se à iniciativa.

Houve um maior número de pessoas, a publicidade também foi feita de forma diferente para conseguirmos atingir um maior número de participantes.

No dia de ontem tínhamos mais de 500 pulseiras vendidas, sendo que no ano passado vendemos, no mesmo período, 400. Espera-se que corra muito bem.”

Para comprar a nova carrinha, a Cerci precisa de cerca de 25 mil euros. E será um investimento bem-vindo, quando as aulas de hipoterapia começarem a funcionar.

“Este projeto foi financiado, fizemos uma candidatura ao Instituto Nacional de Reabilitação que correu bem e nos apoiou.

 Nós queríamos orientar as coisas para começar no mês de setembro., até porque em agosto alguns dos nossos utentes vão de férias.” 

Neste momento, a Cerci tem 22 utentes internos, 30 externos, e presta ainda apoio a 45 crianças dos 0 aos 6 anos, em todo o distrito.

Escrito por ONDA LIVRE

XXIV Festival Sete Sóis Sete Luas

O circo aéreo acrobático da companhia francesa Les P’tits Brás e as músicas de Malta irão animar a programação do Festival Sete Sóis Sete Luas em Alfandega da Fé.
Há precisamente 24 anos que a Associação Sete Sóis Sete Luas, guiada pelo sonho imaginário da famosa passarola, elemento presente no aclamado livro “Memorial do Convento” de José Saramago, tem-se empenhado na preservação e promoção da cultura Mediterrânea e do mundo Lusófono.

O Festival guiado pelo diálogo entre culturas, primeiramente feito entre os países de Itália e Portugal, estendeu-se a países como a Grécia, Espanha, Cabo Verde, França, Marrocos, Israel, Croácia, Brasil, Roménia, Eslovénia e Tunísia. Com uma série de atividades, tais como exposições, residências artísticas, laboratórios de criatividade, degustações e concertos, o Festival passa assim por Alfândega da Fé com duas energéticas atuações.

Com o importante apoio do Município de Alfândega da Fé, dia 7 de Setembro, pelas 22h, na Largo São Sebastião, está prometida a entrada em palco da companhia de circo acrobático aéreo Les P’tits Bras de França. Esta companhia de circo tem tido atuações um pouco por todo a Europa e celebrou em 2013, o seu décimo aniversário. Irá apresentar em Alfandega da Fé o espetáculo “L’Odeur de la Sciure”: uma hora repleta de acrobacias aéreas sustentadas por muito humor e escárnio, que irão deixar a plateia sem fôlego.

Dia 9 de Setembro, sexta-feira, pelas 22h o Largo São Sebastião receberá o grupo Tribali de Malta. A banda refere os tradicionais instrumentos, nomeadamente a sitar, didgeridoo, murchunga, violão, gaita e percussão que combinam perfeitamente com guitarras elétricas, linhas de baixo e ritmos energéticos de tambores que se unificam por uma voz hipnotizante.

Com todas estas caraterísticas, a banda desenvolveu uma fusão de géneros musicais, tais como rock, reggae, ska e blues. Tribali Music é assim uma banda versátil, com muita energia para dar, envolvendo o público em toda a intensidade do espetáculo. Não perca a oportunidade de assistir aos espetáculos! A entrada é gratuita.

António Pereira
in:diariodetrasosmontes.com