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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

CCDR-N admite desequilíbrio na distribuição de fundos comunitários

O vice-presidente da Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Norte, Carlos Neves, admitiu que existe um desequilíbrio na distribuição de fundos comunitários a Norte.
O responsável entende que acabar com essa desproporção entre o litoral e o interior é o grande desafio dos fundos estruturais.
“O desequilíbrio existe, não vale a pena escamoteá-lo, porque o território está desequilibrado e a distribuição de fundos, partindo da distribuição de população, está contagiada à partida por esse desequilíbrio. É preciso encontrar novas formas de compensar e atenuar essas disparidades”, frisa.
Declarações do vice presidente da CCDR-N depois de a Comunidade intermunicipal Terras de Trás-os-Montes ter anunciado que vai apresentar uma queixa à união europeia por considerar que a distribuição dos fundos a norte está a aumentar o fosso entre o litoral e o interior. 
O responsável da entidade gestora do Norte 2020 acredita que combater as desigualdades de distribuição de verbas europeias é “o grande desafio da política pública” e do novo quadro. “Não é fácil encontrar um equação a distribuição do dinheiro que combine a pressão demográfica, de zona que têm mais necessidades socias, de educação, saúde, mobilidade e apoio às actividades económicas, com a preocupação da coesão territorial”, frisa. 
Apesar de haver mais projectos aprovados no grande Porto, de acordo com Carlos Neves, a região de Trás-os-Montes “não está prejudicada ao nível do investimento per capita, fica prejudicado é pelo território ter poucas pessoas”. 
De acordo com Américo Pereira, presidente da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes, na área metropolitana do Porto foram já aprovados 440 projectos no valor de mais 100 milhões de euros, ao passo que no território da CIM TTM, 11 projectos foram contemplados com uma dotação de 1 milhão de euros. 

Escrito por Brigantia

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