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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Produtores de castanhas criam Agrupamento para estancar queda nos preços pagos na região

São já mais de duas dezenas os produtores de castanhas dos concelhos de Bragança e Vinhais que se uniram para criar o Agrupamento de Produtores do Transbaceiro.
Em causa está a vontade de estancar a queda no preço pago aos produtores pelos negociantes que andam de aldeia em aldeia a comprar castanhas. Este ano foi quase um terço do que foi pago em 2014.
“Os produtores sentem que houve um aproveitamento do preço”, explicou Manuel Fernandes, do Parâmio, onde decorreu a primeira reunião do grupo, no sábado, que permitiu unir esforços e vontades, para já.
Os agricultores acreditam que houve “centralização de preços”. “Houve má vontade deles em pagar a castanha ao preço justo”, sublinhou.
Este ano, os preços pagos rondaram o 1,50 euros pela castanha judia e um euro pela longal, quando, no ano passado, no final da campanha, o preço esteve quase nos três euros.
“O preço da castanha pago este ano aos produtores vai refletir-se na economia do distrito. Haverá muito menos dinheiro a circular”, garante Manuel Fernandes, proprietário do restaurante Capelas, que acolheu o início da ideia e do debate.
Já Norberto Pires, de Terroso, acredita que é “boa ideia”. “Desde que a gente saiba organizar bem isso”, avisa este produtor de cerca de dez toneladas de castanhas.
“Pelo que estou a ver, os compradores reúnem-se e o preço baixa cada vez mais”, aponta. Por isso, esta é “uma forma de combater isso”.

in:mdb.pt

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