Por: Maria da Conceição Marques
(colaboradora do "Memórias...e outras coisas...")
Traço a languidez no meu espaço secreto e crio um abrigo para receber a noite. Deito-me na cama de Deus, encosto a cabeça na almofada da gratidão, e adormeço em lençóis tecidos de paz.
Sonho com o amanhecer, com o repicar de sinos a anunciar o final do conflito e com mãos cheias de flores.
Levanto-me e planto-as no jardim da imaginação. Antes deixo que as suas raízes encham o meu regaço abrindo crateras nos sentimentos adormecidos.
Sinto a leveza do ser espraiada nos pulmões e as lágrimas fazem lagos de calmaria, onde o azul se entranha nos meus dedos gelados.
Depois deste ritual, depois de saciado o sonho, fico novamente só.
Sonho com o amanhecer, com o repicar de sinos a anunciar o final do conflito e com mãos cheias de flores.
Levanto-me e planto-as no jardim da imaginação. Antes deixo que as suas raízes encham o meu regaço abrindo crateras nos sentimentos adormecidos.
Sinto a leveza do ser espraiada nos pulmões e as lágrimas fazem lagos de calmaria, onde o azul se entranha nos meus dedos gelados.
Depois deste ritual, depois de saciado o sonho, fico novamente só.
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