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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 18 de março de 2025

Ministério das Infraestruturas e Habitação vai pagar 660,5 mil euros à Sevenair

 O Ministério das Infraestruturas e Habitação deu conta que prevê pagar, nos próximos dias, à Sevenair, 660,5 mil euros, relativos ao quarto e último ano do contrato de concessão anterior da ligação aérea Bragança-Portimão.


Este foi um comunicado enviado à Lusa que destaca que o pagamento “da dívida referente ao contrato de concessão que vigorou por quatro anos e que findou em fevereiro de 2024. No entanto, ficam a faltar ainda pagamentos referentes aos ajustes diretos feitos entre fevereiro e setembro do ano passado”.

Para poder efetuar este pagamento, foi necessária a aprovação de uma resolução do Conselho de Ministros, com data de 13 de março, para garantir a reprogramação dos encargos plurianuais decorrentes desse contrato de concessão.

No mesmo comunicado, o Ministério salientou que “lembramos que este executivo já regularizou junto da Sevenair o pagamento de 1,98 milhões de euros relativos ao terceiro ano da concessão anterior (pagamento final referente ao período de 01 de março de 2022 a 28 de fevereiro de 2023), o pagamento relativo ao adiantamento do ajuste direto iniciado a 29 de fevereiro de 2024, e o pagamento do adiantamento relativo ao ajuste direto iniciado a 8 de junho de 2024, este último já no âmbito de funções desta equipa governativa”,

Recorde-se que a linha regional foi interrompida, no final do mês de setembro, no final de um segundo ajuste direto por atraso na conclusão do concurso público internacional, justificando-se com uma dívida do Estado de cerca de 3,8 milhões de euros, mas voltou a operar a 19 de fevereiro passado, após ter recebido metade do valor devido.

O Governo renovou o contrato, a 20 de dezembro de 2024, para a rota internacional, no âmbito de um concurso público internacional para a prestação de serviços por um período de quatro anos, no qual a Sevenair submeteu a única proposta.

No entanto, desde o dia 3 de março, que o avião da Sevenair que faz a ligação entre Bragança e Portimão, que está retido em Cascais devido a restrições impostas pela empresa gestora do aeródromo de Tires, a empresa municipal Cascais Dinâmica que exige o pagamento de 107 mil euros (mais iva), por serviços de handling, mas que a transportadora considera “não serem devidas”.

A Sevenair, em comunicado, referiu que questionou a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) sobre a legalidade da taxa de assistência, quando opera em “regime de autoassistência” com uma empresa por si detida, mas a entidade reguladora concluiu que a taxa “é devida por prestadores de serviço de assistência em escala ou transportadoras aéreas com licença para autoassistência em escala”.

Entretanto, a empresa responsável pela ligação aérea pública regional reconheceu que aceita pagar as taxas em dívida no Aeródromo Municipal de Cascais quando o Estado a reembolsar do que lhe deve, “para voltar à operação”.

“A Sevenair prefere esgotar os meios legais que se lhe assistem para falar no fim. Entretanto, como a velocidade da justiça não acompanha e realidade, aceitamos pagar o que nos exigem, logo que o Estado nos reembolsar o que nos deve, para voltar à operação”, afirmou a administração da transportadora.

Escrito por Rádio ONDA LIVRE

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