A inauguração está marcada para as 16h00, com uma proposta que parte da fundição contemporânea para explorar a relação entre matéria, paisagem, memória e território. Mais do que uma exposição sobre objetos e materiais, HOLOCENOSE (+) propõe diferentes formas de olhar para aquilo que permanece, se transforma e ganha novos significados ao longo do tempo.
Com curadoria de Rui Ferro e Marta Lima, o projeto resulta de uma parceria entre a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e a Associação Portuguesa de Fundição, aproximando a investigação, a indústria e a criação artística e lançando um novo olhar sobre a relação entre matéria, território e memória.
A exposição reúne trabalhos de Alexandre Costa, Ana Raquel Silva, Carlos Barreira, Daniel Sorrentino, Maria Isabel Neves, Maria Palma, Marta Lima, Norberto Jorge, Rita Machado, Rui Ferro e Teresa Bastos, num diálogo entre diferentes linguagens e perspetivas sobre matéria e o território.
A presença de HOLOCENOSE (+) em Macedo de Cavaleiros integra uma Bienal que, entre outubro e dezembro, leva a criação contemporânea a nove concelhos de Trás-os-Montes, através de 14 exposições que reúnem cerca de 160 artistas. A iniciativa procura criar pontes entre a arte e as comunidades, fazendo da cultura um espaço de encontro e de descoberta do próprio território.
Depois da inauguração, a exposição poderá ser visitada no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros até 31 de dezembro.
Uma oportunidade para olhar para a matéria de outra forma, e descobrir como, através da arte, também ela pode contar histórias sobre os lugares e as pessoas.

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