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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

EspadaCinta- Vinhos foi “tábua de salvação” para produtores vitícolas do Douro Superior

A EspadaCinta-Vinhos recolheu mais um milhão de quilos de uvas de produtores do Douro Superior, que consideram que esta foi uma “tábua de salvação” do território inserido na Região Demarcada do Douro(RDD), após a rejeição de outras empresas.


Mais de um milhão de quilos de uvas estavam condenadas a ficar nas videiras, o que somava prejuízos para o já debilitado setor vinícola na RDD.

José Feliz, um produtor do Douro Superior, contou que meteu na adega EspadaCinta-Vinhos cerca de 140 mil quilos de uvas.

“Foi uma salvação para esta região, porque as empresas habituais onde fazia entrega das uvas não as aceitaram. Se não fosse a aceitação desta adega, muitas toneladas de uvas ficariam nas videiras. Era prejuízo financeiro e moral, porque todos os dias tínhamos de nos deparar com o mesmo cenário”, vincou.

Alexandre Araújo, também produtor neste território duriense, mostrou-se contente com a atitude desta empresa, em recolher a suas uvas, o que se traduziu numa boa solução para quem não tinha onde entregar esta matéria-prima, após a rejeição de outras organizações ligadas ao setor vinícola na RDD.

Francisco Pinto

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