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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cat Stevens - Morning Has Broken - Live 1973

Morning Has Broken (video)

Morning has broken, like the first morning
Blackbird has spoken, like the first bird
Praise for the singing, praise for the morning
Praise for the springing fresh from the world

Sweet the rain's new fall, sunlit from heaven
Like the first dewfall, on the first grass
Praise for the sweetness of the wet garden
Sprung in completeness where his feet pass

Mine is the sunlight, mine is the morning
Born of the one light, eden saw play
Praise with elation, praise every morning
God's recreation of the new day

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

21 Escolas Primárias Encerram no Distrito de Bragança

São 21 as escolas do Ensino Básico do Distrito de Bragança que vão fechar.

O Ministério da Educação divulgou, ontem à noite a lista das escolas do primeiro ciclo que já não abrem, em Setembro.

No país são 701 escolas a fechar, sendo que a região Norte é a mais afectada com o encerramento de 384 estabelecimentos.

Na capital de distrito encerram cinco escolas, quatro delas na cidade.
A numero 1 e 2 de Santa Maria e 4 e 5 da Sé.
Há ainda a escola básica do Zoio.

No concelho de Carrazeda de Ansiães encerram sete escolas: a da vila, Castanheiros do Norte, Fonte Longa, Linhares, Pombal, Selores e Vilarinho da Castanheira.

Em Macedo de Cavaleiros fecham as quatro escolas da cidade.

No concelho de Mogadouro encerra a escola básica de Castro Vicente.

Em Torre de Moncorvo, a escola básica Cabanas de Baixo.

Em Vimioso, a de Argoselo.

Já no concelho de Vinhais fecham duas: Ervedosa e Penhas Juntas.

E...viva a república...
O que está a dar mesmo, é fechar Escolas tornando moribundas as nossas Aldeias e, gastar o dinheiro de todos, nos Tonys das Carreiras e em fogo de artifício...e, claro, vamos unir-nos todos para organizarmos um campeonato do mundo de futebol, a meias, com a Espanha. Isso sim é importante.

domingo, 22 de agosto de 2010

Uma Tarde na Varanda...Parte 3

Foto 11
Foto 12
Foto 13
Foto 14
Peço desculpa ao Exm.º Sr. Tony Carreira e aos Exm.ºs Srs. Organizadores das Festas da Cidade de Bragança, por não ter ido...às festas.  :-(
Sei que me perdoam porque, para o ano que vem há MAIS DO MESMO...CONSEQUENTEMENTE, NÃO PERDI NADA, APENAS ADIEI. EHEHHEHEHEHEH. Para o ano que vem e com muita imaginação dos organizadores, devem vir os mesmos mais o neto do Tony Carreira. O que importa é ter imaginação e, o resto é treta.
E já agora, em tempo de crise, poupou-se algum "Guito" (termo que odiava e ao qual agora acho graça), no fogo de artifício? Isso sim é maestria em queimar dinheiro que poderia ter utilidade.
Por quem Deus nos manda avisar...
Enquanto houver dinheiro para o "fogo de artifício" ninguém me convence que o País está em crise.
Se vos saisse directamente do bolso perdieis as peneiras e baixaveis a cerviz.
Óh homens!!! É preciso ser Ingenêro? Se há crise não pode haver dinheiro para queimar.
Alguém me explica esta contradição?
Quantos vencimentos, quanto postos de trabalho se criavam, com o dinheiro que foi queimado, este mês, no País, em FOGO DE ARTIFÍCIO?
Ou me explicam bem estas contradições, ou não contem comigo para os sacrifícios. Só se me apanharem sem estar prevenido...como de costume.
(H.M.)

Uma tarde na Varanda...Parte 2

Foto 6
Foto 7

Foto 8

Foto 9
Foto 10

Uma tarde na Varanda...Parte 1

Lanço um desafio ao Jaime e ao Adérito.


Identificai as espécies. Eu só vou numerar as fotos.
No dia 20 de Agosto de 2010, da parte de tarde e, sem sair da varanda de casa!!! só fizemos estas observações!
As fotos são do Paulo Rodrigues (Labouras para os amigos).
Sei bem o que valeis. Mostrai lá que a memória de tempos ainda não muito distantes, está bem viva.
Foto 2
Foto 3





Foto 4
Foto 5

Foto 1

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

E Assim se Comentem Crimes...a Prazo.

Fotografia de Paulo Rodrigues
Se eu fosse cidadão de um outro País qualquer, pelo menos daqueles que ao invés de se dizerem civilizados, o são efectivamente, saberia a quem pedir responsabilidades e que alguém iria ser responsável e responsabilizado, pela degradação do nosso património, neste caso o construído.
Poucas antigas escolas primárias da zona Rural, estariam alojadas em edifícios semelhantes e com a envergadura monumental da antiga escola primária de Outeiro no Concelho de Bragança.
A Escola, encerrada por decisão política, apesar de contestada, como são todos estes “modernos” encerramentos, não caiu do céu nem apareceu graças ao euro milhões de nenhum benemérito.
Foi construída com dinheiro de impostos, consequentemente, paga por todos os portugueses contribuintes, porque os que fogem ao pagamento de impostos não são portugueses mas sim apátridas.
Mas o facto é que, a Escola está a degradar-se dia após dia, ano após ano…
Uma parte, estará atribuída, através de protocolo com a autarquia, a uma “associação” de caçadores. Ora como essa associação só dá uns tiritos de quando em vez e como pretexto para uma jantarada, a Escola está abandonada, para regalo dos insectos rastejantes com muitas patas.
Como é que uma autarquia, a Junta de Freguesia, pode assistir IMPÁVIDA E SERENA, à degradação deste património?
Aponto uma possibilidade que, a curto prazo, permitiria a utilização regular daquele espaço.
Poucas serão as aldeias, as ruas ou os bairros que não tenham uma associação de âmbito cultural, desportivo, folclórico e outros, a funcionar com actividade permanente. Curiosamente, ou talvez não, Outeiro será a excepção.
Compete à Autarquia Local, através de trabalho efectivo no terreno, promover a reestruturação da antiga associação.
Como se faz?
QUERENDO! Falando com a população, apresentando um projecto ao POVO e às entidades oficiais que têm como dever instituído o apoio a este género de colectividades, como sejam a Câmara Municipal, o INATEL o I.P.J etc.
Posteriormente e com base de sustentação devidamente fundamentada, propor à Câmara Municipal, a cedência, (como sempre temporária e sujeita a condicionalismos), da antiga Escola Primária, à Associação então criada ou renascida.
Considero incúria, desleixo e falta de responsabilidade, daqueles que olham para aquele edifício e nada fazem para que seja desfrutado pela população, mesmo que com uma outra missão.
Outras possibilidades passariam, seguramente, pelo Turismo Rural de Habitação.
Fotografia de Paulo Rodrigues
Outras espécies de seres vivos, bem mais inteligentes, preservam com denodo o que é deles e dos seus, porque sabem bem, quanto custou a construir e, mais importante, querem que no ano seguinte, a casa, esteja em "ordem" e pronta a receber mais uma geração. Será que o ser humano não quer mesmo aprender nada com as outras espécies de seres vivos?
Será que a obrigação das autarquias acaba no dia das eleições? Ou deve ser ao contrário?
O Povo deu-nos o mandato e, agora, começa o nosso primeiro dia de 4 anos para darmos ao Povo o agradecimento por terem confiado em nós.
As Andorinhas voltam sempre ao ninho...a não ser que as matem, ou que alguém (um homem ou mulher), lhes destrua-a o lar.
E os inteligentes somos nós?
Obs* Esta foto foi tirada por cima da minha cabeça pouco antes de começar a escrever mais este devaneio. A parte baça, é uma tábua, onde ficam as caganitas...a casa é pequena mas cabem cá todos...
Uma de muitas tábuas e um dos muitos ninhos...


(H.M.)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Amigos...

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!


Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!


Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!


Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direcção.
Amigo é a base quando falta o chão!


Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!


Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
(Machado de Assis)

O Professor Martelo

O famoso comentador da TV, Marcelo Rebelo de Sousa, seguia a bordo de um avião, de Lisboa para o Porto.


O lugar a seu lado estava ocupado por um garoto de uns 10 anos, natural de Amarante, de óculos, com ar sério e compenetrado.

Assim que o avião descolou, o garoto abriu um livro, mas Marcelo Rebelo de Sousa puxou conversa.

- Ouvi dizer que o voo parece mais curto se conversarmos com o passageiro do lado. Gostarias de conversar comigo?

O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:

- Talvez seja interessante. Qual o tema que gostaria de discutir?

- Ah, que tal política? Achas que devemos reeleger Sócrates ou dar uma oportunidade à Manuela?

O garoto suspirou e replicou:

- Poderá ser um bom tema, mas, antes, gostaria de lhe colocar uma questão.

- Então manda! - encorajou o professor Marcelo.

- Os cavalos, as vacas e os cabritos comem a mesma coisa, certo? Pasto, ervas, rações. Concorda?

- Sim. - disse o professor.

- No entanto, os excrementos dos cabritos são umas bolinhas, as vacas largam placas de bosta e, os cavalos, umas bolas bem grandes... Qual é a razão para isto?

Marcelo Rebelo de Sousa pensou por alguns instantes, mas acabou por confessar que não sabia a resposta...

E o garoto concluiu:

- Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir quem deve governar Portugal se não entende de "merda" nenhuma?

Sinto Que Estou Velho!

"Eu ainda sou do tempo em que fumar era bonito e levar no cu era feio."

Engate à Portuga

José Silva, em viagem de negócios, longe da família... livre que nem um passarinho. Quarenta anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha-se com uma deusa sentada junto à janela.


Após 15 minutos de vôo ele não se contém :

- É a 1ª vez que vai a New York ?

- Não, é uma viagem habitual.

- Trabalha com moda?

- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.

- Suas pesquisas dedicam-se a quê?

- No momento, pesquiso as características do pénis masculino.

- A que conclusão chegou?

- Que os Índios são os portadores de pénis com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Desculpe-me Senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...

- Mohammed Ali Águia Branca da Silva!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Obras de Arte da Pré-História ao Século XX

Atingir novos públicos com projectos inovadores é um dos objectivos do Museu Abade de Baçal, que apresenta uma colecção rica e diversificada
Após as obras de requalificação, ampliação e adaptação do espaço a características museológicas, concluídas em 2006, o Museu Abade de Baçal pode finalmente apresentar todo o seu espólio que abrange a arte contemporânea (pintura e desenho, sobretudo), a arqueologia, a epigrafia, a etnografia, numismática, ourivesaria, arte sacra, escultura, mobiliário e faiança. Das esculturas zoomórficas pré-históricas, a marcos milenares romanos, até à pintura de Abel Salazar, no século XX, passando pela arte sacra, ourivesaria e paramentaria de séculos anteriores, este espaço, situado na zona histórica de Bragança, apresenta uma exposição que abrange um imenso período de tempo, e constituiu-se como um lugar incontornável de passagem, para quem pretenda conhecer um pouco melhor esta terra. 
Grande parte da exposição é um legado de ilustres bragançanos que, ao longo dos tempos contribuíram para esta reunião de peças. Uma outras peças fazem parte da história do próprio edifício, que foi Paço Episcopal até à implantação da Republica, em 1910. Entre os que mais terão contribuído para esta reunião de peças está o Abade de Baçal, director do museu de 1925 a 1935, e também Raul Teixeira, outro dos directores deste espaço, nas décadas seguintes. A designação actual, como “Museu Abade de Baçal”, foi conferida logo em 1935, pelo Ministério da Instrução Pública, como homenagem ao “eminente arqueólogo, testemunho ímpar de Trás-os-Montes na cultura portuguesa da primeira metade do Século XX”, pode ler-se numa nota informativa fornecida por Ana Maria Afonso, directora do Museu. 
Criado no âmbito do ideário da República, em 1915, o então Museu Regional de Obras de Arte, Peças Arqueológicas e Numismáticas de Bragança, este museu herdou o espólio do Museu Municipal de Bragança, criado em 1847, sob a direcção do coronel Albino Lopo. Funcionou, até 1015 nos paços do concelho e foi, entretanto, enriquecido com a participação da classe eclesiástica que correspondeu ao apelo do Bispo da época, D. José Alvez Mariz, no sentido de serem incorporadas no recheio do Museu obras de interesse artístico, histórico, ou arqueológico. Segundo Ana Maria Afonso, os visitantes, podem, assim encontrar o fundo mais antigo do Museu, constituído pelo espólio proveniente da igreja do antigo Paço Episcopal, constituído por mobiliário, pintura, esculturas e alfaias litúrgicas do século XIII. Também podem ser visualizados dois tectos de antigas igrejas, um deles pertencente à Igreja de S. Bento e outro à Igreja do Convento dos Jesuítas de Bragança. 
A colecção de arqueologia foi reunida pelo Coronel Albino Lopo, arqueólogo natural de Torre de D. Chama. Já a colecção de Epigrafia e a colecção Arqueológica do Neolítico da Idade do Bronze e Ferro devem-se ao Abade de Baçal. Na década de 40 foi incorporada no Museu uma importante colecção de pintura, por influência do director de então, Raul Teixeira, que tinha relações próximas com importantes artistas portugueses daquele tempo, como Joaquim Lopes, Henrique Tavares, Veloso Salgado, Marques Rodrigues, Ezequiel Pereira, Adolfo Marques, Túlio Vitorino, Justino Alves, Eduarda Lapa, Armando Lucena, Augusto Gomes e outros. Também sob a sua influência, foram incorporadas no Museu obras de Silva Porto, José Malhoa, António Carneiro, Aurélia de Sousa, Marques Oliveira e outros. O Museu dispõe ainda de colecções de Almada Negreiros e Abel Salazar. Este último deixou o legado ao Museu, também por influência de Raul Teixeira, de quem era amigo.
 Existem ainda outro importantes legados, como o legado de Sá Vargas, em ourivesaria e mobiliário, legado de Trindade Coelho, mobiliário e biblioteca, o legado de Guerra Junqueiro, mobiliário, documentos gráficos e pintura, o legado do Coronel Ramires, de 2000 moedas portuguesas, e o legado de Eduardo costa de mobiliário e pintura. Todos, è excepção de Abel Salazar são naturais do distrito de Bragança.


(in Mensageiro Notícias)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Joãozinho


A professora pergunta aos seus alunos nomes de coisas que acabem em “dor” e que comam coisas.

O Ricardo diz:
-Predador!!!
A professora responde:
- Muito bem, come as suas presas.
O Paulinho diz:
-O aspirador.
A Professora:
- Bravo. Que imaginação, na verdade podemos dizer que come o lixo.

No fundo da sala grita o Joãozinho, muito convicto da sua resposta:
-Vibrador!!!
Quase a cair da cadeira a professora responde:
-Ora essa, não estou a ouvir bem, mas isso não come nada!!??
E diz o Joãozinho muito depressa:
-Come, come, a minha mãe tem um lá em casa e está sempre a dizer que o vibrador come as pilhas a um ritmo incrível…

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Estrelóquios. Não é Sempre Assim, por Norma é Pior.


O nosso grupo, ou parte dele, que dava um excelente governo para esta e qualquer nação, autarquia e por aí fora (na minha opinião), quando se junta é uma desgraça. Tudo o que for semáforos partidos, contentores de lixo incendiados, senhoras violadas, assaltos à mão armada, tráfico e consumo de estupefacientes, equipamento urbano danificado (bolso de todos menos dos artistas do rendimento mínimo agora com uma designação mais subtil mas que resulta no mesmo) ou seja, manutenção da vadiagem, corrupção, compadrio, jogo de interesses e por aí fora...não têm problemas. Nós assumimos!!! Mas a nossa exigência é que nos permitam estar juntos na choldra, com bejecas e derivados. Ou, verse-viça.
Por norma é uma desgraça...e fica tudo de avessas, mas como só é uma ou duas vezes por ano, penso que estamos mais que perdoados por todos os Deuses Católicos, Gregos; Egípcios...e os novos...Os Metalica, o Grávido do Cristiano Ronaldo, O Procurador Geral da República que parece a Maria Madalena...O Marcelo Rebelo de Sousa que mais parece a nossa Matriarca, aquele gaijo da telenovela de que não me lembra o nome, o Fabio Coentrão, o Tony Carreira e o filho...tudo gente de alto gabarito e a quem devemos fazer a devida vénia. O que seria de nós, tristes, humildes e pobres sem estas ilustres personagens? Bem-hajam.
E...engraçado seria, que a nós, nestes dois dias por ano, ao regressarmos a casa e, como sempre, a partir tudo o que se nos depara à frente, disparando tiros e, se necessário for, a matar à dentada quem aparecer pela frente, dizia eu...que as autoridades estivessem distraidas com alguém que andasse pacificamente a passear no jardim António José de Almeida, ou no Sapato, ou na Zona Histórica, ou à entrada das Escolas...e lá dentro, ou na Cadeia...
Ou seja...deixam-nos andar, a nós, à solta AUTÊNTICOS piratas e andam a tramar inocentes. Os piratas somos nós...dãaaaaaaaa. Os Piratasssss somos nósssssssss abram os olhos porra!!!
Quando um dia formos chamados "à pedra" queremos ter tanta gente a apoiar-nos à entrada do tribunal como quando vão lá os meninos do coro...aqueles que recebem o tal rendimento de inserção e que têm como objectivo ajudar a humanidade...Chiça, tou a ser chato prá caraças. Já me vou à cama.
Se fosse eu a mandar, no mínimo obrigava-os a tomar um banho uma vez por ano. Cheiram mal para caraças. Tou a falar a sério. Não haverá nenhum legislador que proponha, e que mais tarde por força da lei, aprovada por quem de direito (os outros parasitas), esses parasitas a tomar banho?
Mas enfim, nós somos sempre os mesmos gandulos e, ficamos sempre a dever.
E continuamos com a mania que, nos nossos estrelóquios, os tascos têm que ser sempre só para nós. Mania das grandezas à boa maneira portuguesa.
A parte positiva será...quando dissemos às nossas "gaijas", às oficiais e às outras rsrsr que iamos a uma jantarada das nossas...as "cabecinhas" delas...pensaram logo. Há esquema. E havia como sempre.
Este esquema foi em 2009 em Santa Comba de Rossas, por alturas do fumeiro...e os butelos estavam espectaculares. Parabéns e obrigado Alcibíades.

Abraço companheiros.

(H.M.)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Os Bancos, os Banqueiros e "as" Outras Coisas...

Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa, na sua enorme limousine, quando viu dois homens à beira da estrada a comer relva. Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:

- Porque é que vocês estão a comer relva?
- Não temos dinheiro para comida.. - disse o pobre homem - Por isso temos que comer relva.
- Bem, então venham à minha casa que eu vou-lhes dar de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:

- Você também pode vir.

O homem, com uma voz tímida disse:

- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.

E entraram todos no enorme e luxuoso carro.

Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente para o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos!

O banqueiro respondeu:

- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A relva está com mais de 20 centímetros de altura!

Moral da história:

Quando achares que um banqueiro (ou banco) te está a ajudar, não te iludas. Pensa mais um pouco...

Os Parasitas...

A ligação ao estado dos Funcionários da Administração Pública era, no meu tempo, garantia de segurança e estabilidade sine die. Os cartões eram s/prazo. Era casamento para toda a vida. As coisas mudaram e no meu entender muito bem. Talvez, deste modo, o estado (que somos nós todos) não seja obrigado, de uma maneira descarada, a sustentar autênticos parasitas que vão deambulando pelos corredores das instituições públicas envergonhando aqueles que fazem da administração pública uma missão, servindo-a com denodo e sentido de responsabilidade. Felizmente, esses personagens são sem sombra de dúvidas uma pequena minoria que importa banir sem piedade ou escrúpulos dos quadros do Estado.

Por outro lado, a administração deveria baixar a cerviz e fazer justiça permanente a todos os colaboradores que, desinteressadamente e por entenderem ser a sua missão, contribuem diariamente, dentro e fora dos horários laborais, para a dignificação das instituições de que são mui dignos representantes. Os eleitos e os tachistas... Esses vão passando e a maioria deles não deixa saudades a ninguém…e eu sou testemunha disso.
(H.M.)

A Ambição...

A situação da economia mundial é paradigmática. Afinal quem tem dinheiro? Quem tem o dinheiro de todos? Não se sabe bem…


Os pobres e passe o lugar comum, estão cada vez mais pobres e os ricos, esses, cada vez mais ricos, é um facto. E é sintomático pensar que os que sempre pouparam uns tostões, sem acreditarem em eldorados e nas minas de Salomão, ali à porta, se vêem, de repente, confrontados com a possibilidade de perderem as economias de uma vida inteira de trabalho sério e honesto.

Os governos têm culpa no cartório ao permitirem publicidade “gratuita “ de empresas de crédito fácil e congéneres, que criam um mundo de esperança, legítima, mas também de uma ambição desmedida, DE TER, no seio das famílias. A DECO e outras instituições similares, funcionam a jusante quando deveriam, na minha opinião, funcionar a montante, na formação e informação aos cidadãos.
(H.M.)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mas estou aqui!

São silêncios!
São esgares divertidos!
São desprezos sentidos!
São filhos nunca paridos!
Isto é a vida sentida, dorida
Onde o homem se vende
por um riso, um corpo, uma mentira!


Eu ainda acredito
nas gentes boas
que existem em campos, cidades e bairros!
Alguns de vocês habitam aí,
em encruzilhadas sinuosas
em sofrimentos sofridos!


Alguns de vocês
dizem bem alto: Eu estou aqui!
Eu partilho! Eu choro! Eu sofro!
Mas estou aqui!


Um abraço a todos os transmontanos!

Freguesia de Outeiro

Outeiro é uma freguesia portuguesa do concelho de Bragança, com 40,85 km² de área e 367 habitantes (2001).

Visita Outeiro (site)

Formada pelos lugares de Outeiro e Paradinha, encontra-se situada a 1 km do monte de outeiro, com 789 metros de altitude, a cerca de 2 km a Oeste da margem direita do rio de Maçãs e cerca de 4,7 km a Este da margem esquerda do rio Sabor.
Outeiro é “terra de gente de bem”, como César Garrido diz no seu meritório “Apontamento Monográfico”. É “gente com uma crença acérrima no sobrenatural, que vê nas forças da natureza a linha do seu destino, que teme o grasnar do corvo e o uivar do cão mas que nunca vira a cara à luta”. Durante “o Inverno, o termo da freguesia apresenta um lindo tom verdejante de trigais que empresta à paisagem uma extraordinária beleza, contrastando profundamente com a cor acastanhada das árvores despidas. Na Primavera são os batatais e as árvores verdejantes em flor, vestidas de gala, que dão um certo ar de paraíso, de paz e doçura”. Depois há ainda “os seus bosquezinhos, os lameiros verdejantes onde pastam pachorrentas turinas, as suas fontes, os seus montes e vales animados pelo murmúrio sussurrante de tortuosos regatos rumorejantes, que formam um conjunto de grande harmonia e rara beleza”. Foto panorâmica
É no meio de toda esta beleza que se avista um picoto coroado por umas impressivas ruínas. É o castelo da antiga vila de Outeiro, outrora cabeça de um alargado e importante concelho. Além da fortaleza, ainda se conservam alguns testemunhos do glorioso passado desta freguesia: a modesta casa camarária, o antigo tribunal, a velhinha matriz, a formosa e imponente capela do Santo Cristo e o esbelto pelourinho, símbolo da sua autonomia municipal.
Foi vila e sede de concelho entre 1514 e 1853. Designou-se em tempos Outeiro de Miranda referida no foral manuelino outorgado em 11 de Novembro de 1514. Era constituído pelas freguesias de Milhão, Outeiro, Quintanilha, Rio Frio, Argozelo, Carção, Pinelo, Santulhão, Paço, Paradinha do Outeiro e Veigas. Tinha, em 1801, 4 302 habitantes. Após as reformas administrativas do início do liberalismo foram-lhe anexadas as freguesias de Angueiras e Avelanoso. Tinha, em 1849, 4 801 habitantes.

Fonte: (http://outeirobraganca.no.sapo.pt/)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Chamem a Polissia


Na altura que foi lançada a música, os Trabalhadores do Comércio, não podiam "aporcalhar"  o nome POLICIA, então para poderem dar o título à musica escreveram Pulissia, isto era a forma de se dar a volta ao lápis azul.


Se não sabiam passam a saber.

Uma noite qualquer e, depois de uma noitada no clube, seguida de uma reflexão com os tijolos da parede, resolvemos ir à Escola ouvir (ou talvez não) os Trabalhadores do Comércio no baile de finalistas da Escola.
A coisa estava complicada e apesar de já ser tarde, importante era arranjar um estratagema para entrar sem pagar. Admirados? Agora é fácil...os papás dão. No nosso tempo era ao contrário. Nós é que tinhamos de dar algum lá para casa...
Não foi difícil...milagreeeeeeeeeee, uma janela aberta num dos anfiteatros.
Pois, a janela estava aberta e...da janela até ao terreno cá em baixooooo eram uns dois metros e o pessoal já estava com poucos reflexos...;-). Não, não e não, não eram shots, era tintol, nem para cerveja dáva...
Bóra lá...quem vai primeiro...lá foi uma cobaia que por acaso era eu.
Depois lá vieram os outros...mais nódoa negra menos nódoa negra todos sobrevivemos. Estou a escrever isto e a rir-me a bandeiras despregadas...estou a ver o pessoal a malhar com as trombas e o resto no chão...e os que já estavam no piso a tentar ajudar os que vinham sem paraquedas. Era pior a emenda que o soneto em vez de tombarem os paraquedistas malhava tudo. Era um chavascal incrível e ninguém deu por nós. Isto na parte de trás que dáva acesso ao salão de festas da Escola Industrial.
Depois havia que entrar no espaço do salão de baile sem grandes alardes e com subtileza...
Assim seria, não fossem "os embananços" da entrada terem chegado ao estômago de um dos nossos :-)
Gostava de saber qual foi a reacção dos primeiros alunos do dia seguinte na aula de educação física...
É que o depositório dos excessos ficou todinho em cima de um colchão, daqueles verdinhos da silva...dos saltos.
Alguém se acusa? ehehheheh
Claro que o resto da história fica para sempre e só com os intervenientes que se devem estar a rir a esta hora :-)
Bons tempos companheiros, bons tempos...e o tempo passa e é bom  relembramos tantos dias tantos anos tantas coisas...sempre juntos e unidos. Nunca nos chateámos verdadeiramente e em nenhuma situação. Olhai que é obra. Pensai bem nisto...
Mas é certo, sempre foi, um dia de cada vez deve ser o mote para as nossas músicas e lenga lengas.
Gosto muito de vós todos e, mais que não fosse, já valia a pena ter vivido só para vos ter como amigos.
Abraço companheiros.
(H.M.)

Vem por aqui...