...ou talvez seja um desabafo...
Outeiro, pese embora todas as opiniões contrárias, tem todas as condições para voltar a ser uma terra que orgulhe os Outeirenses e todos os Transmontanos.
A capital do Concelho e do Distrito, deve assumir as suas responsabilidades, quer ao nível dos apoios institucionais, quer ao nível da deslocalização de eventos que, sistematicamente, são realizados em Bragança. Muitas vezes “para as moscas” sem serem tentadas alternativas em espaços da nossa área rural.
Outeiro tem um riquíssimo património histórico/construído. Um magnífico património natural. Um significativo e reconhecido património religioso.
Outeiro, a aldeia de Outeiro, tem uma Basílica. Maior ou Menor pouco interessa.
Outeiro orgulha-se das suas gentes. Das que por cá ficaram e das que ao longo de muitas décadas tiveram e têm que tentar encontrar na diáspora o “conforto” que um país adormecido, e uma terra esquecida pelo poder, não lhes proporcionavam.
Quem gosta de Outeiro e acredita que “Natal é quando um Homem quiser”, também pode lançar desafios.
Há algumas coisas que Outeiro não possui.
Na minha opinião, a maior lacuna prende-se com a falta de um espaço multiuso que possa “acolher” eventos, exposições, confraternizações, colóquios, debates, worhshop´s, feiras temáticas…
Outeiro não tem esse espaço, é um facto. Mas em Outeiro existe esse espaço.
Esse espaço pertence a um particular.
Obviamente que não posso, apesar de não me faltar vontade, pedir, a quem legitimamente possui o espaço, que o DOE à sua terra, que o DÊ às suas gentes.
Isso…implicaria desprendimento financeiro, amor à terra, algum risco subjacente.
Perdoem-me ir tão longe, mas também honraria o nome e a memória dos seus antepassados que tantas provas deram de desinteresse e amor ao próximo.
O Benfeitor/Mecenas, mais a Junta de Freguesia, mais a Câmara Municipal…através de um protocolo, pensado e capaz, poderiam evitar que a “casa caia”…e oferecer a Outeiro e ao Concelho de Bragança, um espaço privilegiado para a organização de eventos de carácter civil e religioso.
As benfeitorias que daí adviriam, para a aldeia, são fáceis de adivinhar.
Eu, que pouco ou nada tenho, pouco ou nada posso dar.
Aqui fica o desafio e desculpem lá qualquer coisinha.
Um abraço.
HM
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
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COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
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Deste muito a esta causa com a publicação deste artigo caro HM.
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