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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Cheias deixam rasto de destruição e prejuízos de quase meio milhão de euros no concelho de Torre de Moncorvo

 Em Torre de Moncorvo, o mau tempo, seguido de cheias, provocou estragos avultados, principalmente na zona da Foz do Sabor e já se fazem contas aos prejuízos. Maria Pisco, mora junto à praia da Foz do Sabor, e viu tudo aquilo que cultivou, num terreno de três hectares, a ser destruído pela tempestade. “Tinha alface, espinafre, as faveiras já com flores, ervilhas, brócolos, couve-penca e couve-lombarda. Agora, está tudo estragado e já não sai dali nada”, contou a produtora de 65 anos. Sem esperança e, agora com prejuízos, “já não é altura de plantar, só quando o tempo melhorar. Mas há quem esteja pior, apesar de nós estarmos mal”, disse.


Auzenda Moreira, também habita na mesma zona, e dedica-se ao turismo. Tem vários alojamentos rurais e, apesar de o mau tempo não lhe ter provocado estragos nas habitações, as reservas caiaram a pique. “Tenho muitas reservas de todo o lado, mas com este tempo e todos os problemas causados pela tempestade, a maioria anulou tudo”. O fim de semana passado era um dos que estimaria fazer mais negócio, devido ao Dia de São Valentim, mas desde que o mau tempo começou somaram-se os cancelamentos. “Já conto com prejuízos financeiros na ordem dos 300 euros por semana”.

Ambas contaram que não se lembram de estragos tão avultados quanto estes. “Já aconteceu, mas uma tempestade tão grande não”, disse Maria. A agricultora acrescentou ainda que “toda a gente se queixa. Os pomares à beira rio estão todos cobertos”. Já Auzenda considerou que “foi a pior delas todas. Esta aldeia vive muito de turismo rural e vejo todos os meus colegas a queixarem-se da falta de reservas, porque estão a ser anuladas e é um prejuízo muito grande, porque vivemos disto”, sublinhou.

Jornalista: Rita Teixeira

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