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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Testemunha admite relação entre duas empresas no julgamento de ex-autarcas de Mogadouro

 Afinal, poderá existir uma ligação entre as duas empresas envolvidas no processo de alegada contratação pública irregular do município de Mogadouro, que envolve os ex-autarcas


Segundo avançou a Lusa, quatro ex-vigilantes do parque de campismo de Mogadouro foram ouvidos, ontem, no julgamento que tem como arguidos oito pessoas, entre elas o antigo presidente da Câmara, Francisco Guimarães, o ex-vice-presidente Evaristo Neves e a ex-vereadora Joana Silva.

Durante a audiência as testemunhas foram explicando as funções que exerciam no parque de campismo, tendo, um dos vigilantes afirmados que, numa deslocação à sede da empresa para a qual trabalhava, a Ronsegur, viu “uma publicidade da sociedade Suavinha”, admitindo que poderia haver uma ligação entre as duas. Já os restantes disseram desconhecer qualquer relação entre as empresas.

De acordo com o Ministério Público, entre 2014 e 2018 terão sido celebrados contratos para serviços de segurança privada, no valor aproximado de 200 mil euros, através de ajuste direto e consulta prévia, para vários equipamentos municipais. A acusação sustenta que as duas empresas envolvidas “nunca foram detentoras de alvará ou de autorização legal para o exercício da atividade de segurança privada”, em benefício de uma terceira.

Em tribunal, os vigilantes disseram que sempre acreditavam que a empresa para a qual trabalhavam possuía o alvará exigido.

Na acusação é ainda apontado que o procedimento administrativo adotado pelos três autarcas, “na celebração de contratos públicos simulados com a Suavinha e com a Strategystape, teve como única e exclusiva intenção beneficiar a Ronsegur e o seu corpo social e contornar as regras” da contratação pública.

Ainda de acordo com a agência de notícias, a acusação sustenta que o ex-vice presidente, Evaristo Neves, seria o responsável pela tutela da contratação pública. No entanto, as quatro testemunhas afirmaram nunca terem visto Evaristo Neves nas instalações. 

O Ministério Público acusa o antigo presidente de três crimes de prevaricação e três de falsificação de documento. Já os outros dois ex-autarcas respondem por crimes de prevaricação.

O julgamento prossegue no Tribunal de Bragança, com a próxima sessão agendada para o próximo dia 17 de março.

Escrito por rádio Brigantia
Jornalista: Cindy Tomé

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