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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Utentes da APPACDM estão a construir peças de mobiliário com madeiras sobrantes

 Desde o início do ano, às sextas-feiras, uma dezena de utentes do lar residencial da Delegação de Mirandela da APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental), têm sessões de trabalho de carpintaria com o intuito de criar peças de mobiliário a partir de excedentes de madeira doados pela Carpintaria Mofreita, de Macedo de Cavaleiros.


Quando as peças estiverem concluídas, lá mais para o final do ano, vão ser expostas para venda com a receita a reverter, na íntegra, para a instituição, auxiliando-a financeiramente nas suas atividades e apoiando o desenvolvimento de projetos sociais.

Trata-se do projeto “excedentes criativos” fruto de um protocolo entre a instituição e a Carpintaria Mofreita, assinado no final de 2025.

Dois meses e meio depois, fomos perceber como estão a decorrer os trabalhos. Chegados ao local de trabalho, os utentes do Lar residencial estão muito concentrados no processo de “lixar” as madeiras e dá para perceber a sua determinação para que tudo fique na perfeição. “Estamos a lixar, depois é colar e depois as pessoas têm de comprar”, remata Jorge Pássaro. Gosto muito deste trabalho e não foi difícil aprender”, diz Joana, outra utente.

Fernando Pires

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