segunda-feira, 17 de novembro de 2014

No interior do país, o livro de reclamações fica muitas vezes em branco

Nas regiões do interior, ainda poucos consumidores fazem uso do livro de reclamações.

A tendência é nacional, mas acentua-se longe do litoral.

Anabela Ferreira, coordenadora do Gabinete de Apoio do Consumidor da Delegação do Norte, esteve na passada sexta-feira em Macedo de Cavaleiros para uma sessão de esclarecimento intitulada “A proteção dos consumidores como contributo para a inclusão social”, e revela que ainda há muita iliteracia na hora de mostrar insatisfação com um produto ou serviço, o que se traduz num baixo número de reclamações efetivas.

Esta sessão foi organizada pela câmara municipal em parceria com a DECO.

Helena Magalhães, vereadora da Cultura, partilha da opinião de Anabela Ferreira, e explica que se pretendia dotar os técnicos de intervenção social, para que melhor possam ajudar os munícipes a fazer correctamente uma reclamação ou a saber como agir em caso de sobreendividamento familiar.

No topo da lista das reclamações que são feitas está a ASAE, seguida da ANACOM. Depois, vem o setor da energia, das faturas de água e luz e os serviços de compra e venda.

Escrito por ONDA LIVRE

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