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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

José Silvano questiona Ministro das Infraestruturas sobre impasse do Plano de Mobilidade do Tua

O deputado do PSD eleito por Bragança, José Silvano, perguntou ontem ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas qual é o ponto da situação do Plano de Mobilidade do Vale do Tua e quis saber se vai, ou não, haver investimentos públicos para o viabilizar.
José Silvano falava no âmbito de uma audição ao ministro Pedro Marques, na Assembleia da República, recordando que a linha férrea já foi reparada entre as estações da Brunheda, em Carrazeda de Ansiães, e a do Cachão, em Mirandela, pela Douro Azul de Mário Ferreira, e que, mesmo que já tenham sido adquiridos os equipamentos, o processo continua emperrado.

“Há mais de ano e meio que a ADRVT reúne com as diversas entidades públicas para assinar o contrato de concessão que permita que este pleno entre em funcionamento porque tanta falta faz em termos turísticos e de mobilidade. Neste momento, o principal entrave é colocado pelas Infraestrutras de Portugal, com o argumento de que para o contrato de concessão teria de ter uma verba significativa para a manutenção da linha-férrea”, destacou.

José Silvano quer que o Governo arranje uma solução para que o Plano de Mobilidade do Vale do Tua arranque de uma vez por todas.

“Estão previstos 364 milhões de euros para a ferrovia em 2018, não há uma parte que possa disponibilizar à IP para viabilizar este processo?”, perguntou ainda.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, acabou por dizer apenas a José Silvano que já autorizou a Infraestruturas de Portugal e o Instituto da Mobilidade e Transportes a realizarem os testes necessários e que é preciso “dar tempo ao tempo” para satisfazer todas as exigências previstas na Declaração de Impacte Ambiental. 

Escrito por Rádio Ansiães (CIR)

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