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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 8 de setembro de 2019

E as 7 Maravilhas Doces de Portugal são...

Gala final do concurso decorreu este sábado e elegeu os sete doces mais populares do país, de uma selecção que na primeira fase chegou a incluir 140 candidatos.

A Crista de Galo (Vila Real), o Folar de Olhão (Faro), o Bolinhol de Vizela (Braga), a Amêndoa Coberta de Moncorvo e o Mel Biológico do Parque Natural de Montesinho (ambos de Bragança), as Roscas de Monção e os Charutos dos Arcos de Valdevez (os dois de Viana do Castelo). 

São estes os vencedores segundo os resultados obtidos através da votação por telefone e revelados na gala final do evento, transmitida este sábado em directo pela RTP a partir de Montemor-o-Velho. 

Fora dos sete, mas com menção de honra como finalistas, ficaram os Ovos Moles de Aveiro, Pastel de Tentúgal (Coimbra),​ Porquinho Doce (Beja), ​Filhós de Cabrela (Évora), Brisa do Liz (Leiria)​​, Bons Maridos (Santarém) e Barrigas de Freira (Aveiro)​.

De fora da selecção de ouro da final ficaram, nas fases anteriores, muitos doces célebres do país – entre eles, o pastel de nata, que representou Lisboa e se ficou por uma das meias-finais. O mesmo ocorreu, por exemplo, ao Dom Rodrigo (que para promover a sua candidatura até cozinhou um doce com 125 kg com direito a recorde Guinness), ao jesuíta, às cavacas e fofos, queijadas e tigeladas ou à palha de Abrantes.

Este é o culminar de uma maratona de doces que decorreu ao longo do ano, organizada pela 7 Maravilhas de Portugal, já em 8.ª edição temática. A primeira colherada foi dada em Fevereiro, com a apresentação oficial do concurso nacional. Até 7 de Março foram recebidas mais de 900 candidaturas, entre a doçaria tradicional – “são as memórias que fazem de Portugal um país de mestres pasteleiros”, resumia a organização – e novidades doces (“as inovações que sabiamente introduzem os produtos únicos de cada região na arte da doçaria”). 

Depois, foram seleccionados 140 doces candidatos. Destes, passou-se a 28 pré-finalistas e, depois, aos 14 finalistas que competiram este sábado. Ao longo de todo o processo, foram transmitidas galas na RTP, num total de 26 programas, incluindo a partir de todos os distritos de Portugal.

Em análise, estiveram sete categorias: Doces de Território, Bolo de Pastelaria, Doce de Colher e Doce à Fatia, Biscoitos e Bolos Secos, Doces Festivos, Doces de Fruta e Mel e Doces de Inovação.

Foi também eleito o Doce Maravilha, num concurso à parte dedicado às escolas profissionais de turismo todo o país: a Mousse de Maçã Verde deu o prémio à Escola de Turismo do Douro-Lamego.

Fugas
Jornal Público

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