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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

ICNF lança aplicação informática para marcar queimas e queimadas

O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) desenvolveu uma nova aplicação informática que permite pedir a autorização necessária para a realização de queimadas extensivas e avaliação de queima de amontoados.
O mecanismo pretende assim simplificar e facilitar o acesso aos pedidos e respectivas respostas.

De acordo com Rui Almeida, do ICNF, a necessidade de criar a aplicação surgiu porque as queimadas são uma das principais causas de incêndios no território sendo necessário simplificar o sistema. Agora são três passos para ter autorização para fazer queimas ou queimadas. “Depois de se registarem e de introduzir o tipo de acção, a data e identificação do local, o sistema comunica com a pessoa dando-lhe a indicação se tem ou não condições de a realizar. No caso das queimadas, o sistema obriga a que as câmaras municipais dêem uma autorização, sendo que o processo é facilitado pela aplicação, já que o pedido é encaminhado directamente para os municípios e alguns já aderiram a este projecto”, referiu.

Com base num conjunto de informação como a perigosidade, a meteorologia e o número de incêndios dos últimos dias, o sistema gera uma reposta que identifica as condições de risco para o dia solicitado e informa depois os seus utilizadores por SMS e por email. Rui Almeida explica que a aplicação surge agora devido "à disponibilidade de informação que existe para se puderem realizar estes processos". "Isto é uma aplicação informática que consulta a meteorologia, vai beber a informação do histórico das ocorrências que a Protecção Civil cria nos dias em que vão acontecendo os incêndios e vai buscar a informação da perigosidade", explicou.

O responsável do ICNF admite que muitas das pessoas que realizam estas práticas agrícolas e florestais não têm acesso a email e aplicações em telemóveis, e por isso explica que foi criada também uma linha telefónica de apoio, através do número 808200520, que permite tirar dúvidas e apoiar, bem como realizar o registo na aplicação.

A aplicação desenvolvida em colaboração com a GNR foi lançada este mês e ainda pode ser utilizada até dia 30, sendo as queimas e queimadas proibidas a partir dessa data e até 30 de Setembro, no chamado período crítico de incêndios. 

Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro

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