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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 14 de setembro de 2019

Vila Flor – no coração da Terra Quente Transmontana!

No Alto Trás-os-Montes, e no coração da Terra Quente Transmontana, assim se apresenta Vila Flor. E eu fui até lá. Um time off  encantador numa vila que concentra história, monumentos, produtos agrícolas de referência, e gentes que gostam de receber. Boas gentes!

D. Dinis, Rei de Portugal, também terá ficado encantado com esta ‘terra’. E foi ele que, em 1286, a re-batizou de Vila Flor. Até então, Póvoa de Além Sabor. Uma estátua do Rei com parte da carta do foro, em espécie muralha, dão as boas-vindas a quem chega. Em grande! Vi e fotografei. Foi também ele, que anos mais tarde, protegeu Vila Flor com a construção de uma cinta de muralhas de cinco arcos. Hoje, resta um, o Arco de D. Dinis, e Monumento de Interesse Público.

Bem próximo do arco, visitei a fonte romana e duas ruas particulares, a Rua Nova e a Rua do Saco. Fazem parte da história remota da vila. Foram ruas onde famílias judaicas se refugiaram e acomodaram para fugir às perseguições europeias. A circular a pé encontrei património religioso. Imponentes, a Igreja Matriz e a Igreja da Misericórdia. Ao lado, no Museu Municipal, um magnífico e distintivo acervo de peças. Visitei-o. Destaque para o maior manuscrito do país e para o primeiro telefone instalado na região. Andei por cada uma das suas ruas, interagi com os locais, fotografei detalhes de uma vila – viva e com cor -, e percebi um pouco da sua história – bonita -. Agora, é voltar!


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