| Primeira página do n.º zero de O Cardo, de dezembro de 1982 |
Publicando-se, então, na Cidade apenas o Mensageiro de Bragança, o jornal de Fernando Subtil caracterizou-se por um estilo de maior intervenção social, política, cultural e cívica do que o jornal diocesano. Mais abrangente, mais polémico, mais interventivo, teve, no entanto, de lutar desde o início com grandes dificuldades de financiamento, que estiveram bem patentes no facto de nos primeiros 14 meses de publicação terem saído apenas 19 números.
Em fevereiro de 1984, o proprietário passou a ser o dr. Guilherme Pereira da Silva, aparecendo como diretor interino o dr. Júlio de Carvalho. A partir de abril do mesmo ano, o doutor Abílio Pinto assumiu a direção, mantendo-se nessas funções até ao n.º 35, que saiu no dia 26 de junho de 1984. De 1987 em diante, O Cardo – Jornal do Nordeste teve como proprietário e diretor o dr. António Guedes de Almeida, que o manteve até ao ano 2000.
Neste período a concorrência já era maior porque, além do Mensageiro, também já se publicava regularmente A Voz do Nordeste, a que se seguiu o Nordeste e, de 1995 em diante, O Nordeste Informativo, que, em 1998, mudou o nome para O Informativo.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
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