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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 10 de março de 2019

A RTP está a gravar uma série baseada nas "mães de Bragança"

A RTP tem entre outros projetos em agenda, mas ainda sem data de estreia, são as séries "O ano da morte de Ricardo Reis", de João Botelho, com seis episódios, "Terra Nova", e uma série de Artur Ribeiro e Joaquim Leitão, "Luz vermelha", uma série baseada nas "mães de Bragança", que começou já a ser rodada.

Trata-se de uma de 13 episódios que tem como argumento principal os acontecimentos vividos em Bragança nos idos anos de 2003 e que originaram tanta polémica e contra informação.

A atriz principal é Margarida Vila-Nova e já grava “Luz vermelha”  nos estúdios da RTP  em Lisbao, também integram o elenco Sara Norte, Afonso Pimentel, Graciano Dias e Bruna Quintas, mas em breve a equipa viajará para Bragança para gravar os exteriores.

A série “Luz Vermelha” baseia-se em torno de um grupo de mulheres portuguesas que se organizou em Bragança, para acabar com a prostituição que se instalou na cidade.   

Tudo começou com um abaixo-assinado a pedir ajuda às autoridades para salvar a cidade da chegada de imigrantes brasileiras para trabalhar em bares de alterne. Ao verem os seus casamentos em risco, quatro mulheres que se auto intitularam Mães de Bragança decidiram agir e avançaram com a petição, que acabou por ser assinada por centenas de pessoas.

Um caso inédito que levou a polícia a realizar dezenas de rusgas, que resultaram no encerramento de casas de alterne, várias condenações e na repatriação de dezenas de brasileiras que se encontravam em situação ilegal.

Esta série, embora ficcionada, vai novamente por a nu uma sociedade do interior, que se debate com uma crise demográfica, e que é ridicularizada nos meios de comunicação social nacionais e internacionais, nem sempre contrapondo  ou exigindo igual tratamento no resto do país.

Foto: António Pereira
in:diariodetrasosmontes.com

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