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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

ICNF confirma presença de urso-pardo no Parque Natural de Montesinho

A presença de um urso-pardo (Ursus arctos) dispersante no Parque Natural de Montesinho (PNM), no distrito de Bragança, foi confirmada esta quarta-feira, 8 de maio, pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) no seu site oficial.
Urso-pardo | Fotografia APG

Segundo indica o ICNF, "pelo menos um indivíduo dispersante da população do Norte de Espanha, muito provavelmente oriundo da subpopulação ocidental da Cordilheira Cantábrica" tem sido avistado e monitorizado no PNM pelo instituto. 

"Em Espanha, nas últimas duas décadas, foram registados movimentos de indivíduos em áreas próximas do distrito de Bragança, em concreto do PNM. Estas incursões dizem respeito a machos jovens em dispersão em torno das populações estáveis existentes a norte, na Cordilheira Cantábrica", explica o ICNF.

O ICNF refere ainda que "está, em articulação com as autoridades homólogas de Espanha, a acompanhar neste território de fronteira a presença deste indivíduo".

Atualmente, o urso-pardo está dado como extinto no território nacional. Os últimos registos que evidenciam a presença desta espécie em Portugal são do séc. XVIII até finais do séc. XIX. O último exemplar da espécie de que havia registo até agora fora abatido na Serra do Gerês, em 1843.  

Sobre o urso-pardo 

O urso-pardo mede entre 1,5 e 2,0 metros e tem cerca de 8 a 10 cm de cauda, que está oculta sob o pêlo. A sua pelagem é de cor pardo-clara até quase ao negro e as crias exibem, por vezes, uma espécie de colarinho branco. 

Regista atividade diurna e noturna. É um animal solitário, mas sociável para com os seus congéneres, se o alimento for abundante. A fêmea tem as crias  no interior da gruta onde hiberna. A gestação dura entre 6 a 7 meses e, normalmente, nascem entre 2 a 3 ursinhos. As crias nascem surdas e cegas e durante 2 anos são acompanhadas pela progenitora. 

É uma espécie omnívara, come bagas, frutos, raízes, caules, rebentos, mel, formigas, larvas, entre outros alimentos. 

in:palombar.pt

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