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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Mascararte - XIIª Bienal arranca com 80 máscaras e reforça identidade cultural dos povos

 A Mascararte decorre até ao dia 18 de fevereiro. Em simultâneo que o festival “Tradições de Inverno: Butelo, Casulas & Caretos”.


A “Mascararte – XII Bienal da Máscara” arrancou, oficialmente, ontem no Centro Cultural Adriano Moreira. A exposição conta com cerca de 80 mascaras de cinco países, destaca António Tiza, presidente da Academia Ibérica da Máscara.

“Esta exposição está integrada na MáscarArte. O que as pessoas podem encontrar aqui são máscaras valiosíssimas de cinco países. De Portugal, aqui sobretudo da região, embora também haja algumas de outras partes. Depois a província de Zamora, León e Galiza. Depois temos ainda máscaras antiquíssimas ou réplicas dos índios da América do Norte, Estados Unidos, do México e do Peru”

Com o tema “máscaras e símbolos de identidade”, António Tiza reforça que esta exposição serve para também preservar as tradições locais.

“É também para chamar a atenção para o valor da máscara. Aliás, se reparar no título, é ‘Máscaras - símbolos de identidade’. Ou seja, os povos que as utilizam têm como referência fundamental a máscara, relativamente à sua cultura e às suas tradições. Por isso é que é importante, não só para preservar, mas também para salientar o valor que essas máscaras têm na cultura local dos povos que as preservam”, frisou.

Expetativas “razoáveis” é o que espera a presidente da Câmara de Bragança, Isabel Ferreira, devido à situação que Portugal atravessa devido aos estragos provocados pelo mau tempo, em várias zonas do país. Mas acredita em muitas visitas dos vizinhos esoanhóis.

Questionada sobre o cancelamento do desfile com vários grupos de caretos e a própria queima do careto, a autarca explica que as previsões meteorológicas motivaram o cancelamento destas atividades e o objetivo foi evitar custos, que iriam rondar os 15 mil euros.

Neste primeiro dia de MascarArte, António Tiza apresentou também o seu terceiro volume do livro “Inverno Mágico – Ritos e Mistérios Raianos”.

“Fui buscar estas festas com máscaras que foram recuperadas e com elas redigiu o segundo volume. E entretanto, nos 10 anos seguintes, ou seja, até agora, aconteceu exatamente o mesmo. A vitalidade das nossas festas é tão grande, que há um processo de evolução contínuo que permite que muitas festividades, que estavam perdidas ou mais ou menos adormecidas, foram recuperadas, revitalizadas e como tal isso tudo deu origem ao terceiro volume”, explicou.

 A Mascararte decorre até ao dia 18 de fevereiro. Hoje decorre também a abertura de mais um evento, trata-se do “Tradições de Inverno: Butelo, Casulas & Caretos”.

Escrito por Rádio Brigantia.
Jornalista: Rita Teixeira

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