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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Baixo preço do azeite está a ser uma preocupação na região

O baixo preço do azeite continua a ser o principal obstáculo que o sector enfrenta, assim como o valor da azeitona pago aos agricultores associados das cooperativas.
A preocupação foi manifestada por Aníbal Martins, presidente da Fenazeites (a Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Olivicultores) e administrador da CONFAGRI, num encontro de cooperativas, que aconteceu esta sexta-feira, em Macedo de Cavaleiros. “O grande problema da olivicultura em Portugal, neste momento, tem um pouco a ver com a gestão dos mercados do azeite. A capacidade que as cooperativas possam vir a ter para valorizar o azeite, repercutindo essa valorização no preço da azeitona a pagar aos seus associados, os mercados são abertos, são mercados globais e, portanto, dos grandes países produtores de azeite como a Espanha, Itália e Grécia. Hoje em dia, com os mercados totalmente abertos, a nossa produção pouco influência”.

Também Fernando Mourão Vieira, da Cooperativa de Valpaços, destacou que a apanha da azeitona tem de ser efectuada nos períodos aconselhados. “Há toda a vantagem em ter determinados tipos de procedimentos na apanha da azeitona, nomeadamente nas épocas estipuladas pela cooperativa. Traz mais qualidade, a azeitona chega em melhores condições, é apanhada e entregue no mesmo dia e, portanto, há épocas que reúne as condições ideais sendo muitas vezes penalizada fora dessa época porque já não tem a qualidade necessária para dar um bom produto na extracção”.

Outra questão abordada foi a divulgação do azeite e os planos de marketing, como acrescentou o presidente do Conselho Fiscal da Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços. “Relativamente ao marketing, claro que é um pouco difícil para uma pequena unidade, embora a cooperativa de Valpaços seja a segunda maior do país, uma campanha de marketing muito forte, nomeadamente para impor o seu, nome, imagem e marca. Temos feito várias campanhas, a nível nacional e internacional, mas de qualquer das maneiras ainda não conseguimos transmitir o valor do próprio azeite. O azeite de Valpaços teve o ano passado 50 prémios, 44 a nível internacional. Foi considerado o sexto lagar melhor do mundo, em função dos prémios. Não se traduz muitas das vezes em valor acrescentado e em valorização porque o marketing ainda não chega ao consumidor”.

No encontro fizeram parte cerca de 40 cooperativas, numa sessão direccionada para informar os olivicultores sobre a Xylella Fastidiosa, uma bactéria que foi encontrada este ano, em Janeiro, num arbusto de lavanda, em Vila Nova de Gaia, e que poderá afectar as oliveiras.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Maria João Canadas

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