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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
O Retorno
1975, Luanda. A descolonização instiga ódios e guerras. Os brancos debandam e em poucos meses chegam a Portugal mais de meio milhão de pessoas.
O processo revolucionário está no seu auge e os retornados são recebidos com desconfiança e hostilidade. Muitos nao têm para onde ir nem do que viver. Rui tem quinze anos e é um deles. 1975. Lisboa. Durante mais de um ano, Rui e a família vivem num quarto de um hotel de 5 estrelas a abarrotar de retornados — um improvável purgatório sem salvação garantida que se degrada de dia para dia. A adolescência torna-se uma espera assustada pela idade adulta: aprender o desespero e a raiva, reaprender o amor, inventar a esperança. África sempre presente mas cada vez mais longe.
Dulce Maria Cardoso "nasceu em Fonte Longa, Carrazeda de Ansiães, Trás-os-Montes, em 1964 e aos seis meses de idade foi para Luanda, de onde regressou depois da descolonização e com o início da guerra civil em Angola. Formou-se em Direito e foi advogada. O seu primeiro romance, Campo de sangue (2001), foi escrito na sequência de uma bolsa de criação literária do Ministério da Cultura português e recebeu o Grande Prémio Acontece.
Depois seguiram-se os romances Os meus sentimentos (2005), Prémio da União Europeia para a Literatura, e O chão dos pardais (2009), Prémio Pen Club, a antologia de contos Até nós (2008) e O Retorno (2011). A sua obra foi editada em vários países, é estudada em diversas universidades e estão em curso propostas de adaptação cinematográfica de alguns dos seus contos e romances. Em Portugal, os seus primeiros romances saíram pela Edições Asa, tendo O Retorno sido publicado pela Tinta da China. No Brasil, a Companhia das Letras publicou Campo de sangue em 2005 e a Tinta da China O Retorno em 2011"(Wikipedia).
Titulo: O Retorno
Autora: Dulce Maria Cardoso
Editora: Tinta da China
Preço:11,61€
Comprar online
O processo revolucionário está no seu auge e os retornados são recebidos com desconfiança e hostilidade. Muitos nao têm para onde ir nem do que viver. Rui tem quinze anos e é um deles. 1975. Lisboa. Durante mais de um ano, Rui e a família vivem num quarto de um hotel de 5 estrelas a abarrotar de retornados — um improvável purgatório sem salvação garantida que se degrada de dia para dia. A adolescência torna-se uma espera assustada pela idade adulta: aprender o desespero e a raiva, reaprender o amor, inventar a esperança. África sempre presente mas cada vez mais longe.
Dulce Maria Cardoso "nasceu em Fonte Longa, Carrazeda de Ansiães, Trás-os-Montes, em 1964 e aos seis meses de idade foi para Luanda, de onde regressou depois da descolonização e com o início da guerra civil em Angola. Formou-se em Direito e foi advogada. O seu primeiro romance, Campo de sangue (2001), foi escrito na sequência de uma bolsa de criação literária do Ministério da Cultura português e recebeu o Grande Prémio Acontece.
Depois seguiram-se os romances Os meus sentimentos (2005), Prémio da União Europeia para a Literatura, e O chão dos pardais (2009), Prémio Pen Club, a antologia de contos Até nós (2008) e O Retorno (2011). A sua obra foi editada em vários países, é estudada em diversas universidades e estão em curso propostas de adaptação cinematográfica de alguns dos seus contos e romances. Em Portugal, os seus primeiros romances saíram pela Edições Asa, tendo O Retorno sido publicado pela Tinta da China. No Brasil, a Companhia das Letras publicou Campo de sangue em 2005 e a Tinta da China O Retorno em 2011"(Wikipedia).
Titulo: O Retorno
Autora: Dulce Maria Cardoso
Editora: Tinta da China
Preço:11,61€
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Lagoaça no centro de um romance histórico
Lagoaça é o palco de um romance histórico, que serrá apresentado na próxima quarta-feira, 7, no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança.
As autoras, Lídia Santos e Carla Guerreiro, são docentes no Instituto Politécnico de Bragança, e pretendiam “perceber a forma como os Cristãos Novos e os Cristãos velhos viviam”. “Não só o cruzamento no dia a dia mas o comportamento dos cristãos novos entre portas”, sublinha Lídia Santos.
Carla Guerreiro, de quem partiu a ideia, até por ter ascendência judaica, acrescenta que outro objetivo era “investigar estas relações numa época mais contemporânea, pois há muita informação da Idade Média e não há nada sobre o século XX”.
As autoras garantem que as conclusões “são surpreendentes.
AGR
in:mdb.pt
As autoras, Lídia Santos e Carla Guerreiro, são docentes no Instituto Politécnico de Bragança, e pretendiam “perceber a forma como os Cristãos Novos e os Cristãos velhos viviam”. “Não só o cruzamento no dia a dia mas o comportamento dos cristãos novos entre portas”, sublinha Lídia Santos.
Carla Guerreiro, de quem partiu a ideia, até por ter ascendência judaica, acrescenta que outro objetivo era “investigar estas relações numa época mais contemporânea, pois há muita informação da Idade Média e não há nada sobre o século XX”.
As autoras garantem que as conclusões “são surpreendentes.
AGR
in:mdb.pt
Embaixador de Portugal em Díli diz que se criou a ilusão de que seria fácil reintroduzir o português em Timor
O brigantino Manuel Gonçalves de Jesus, actual embaixador de Portugal em Díli, ficou agradavelmente surpreendido com o apoio entusiástico dos timorenses à selecção portuguesa aquando do europeu de futebol.
Na sua passagem recente por Bragança, o diplomata recordou, numa conversa com a Brigantia, como assistiu aos festejos pelas conquistas em França. Enquanto a selecção nacional de futebol ia fazendo o difícil percurso que a conduziu à conquista do título do campeonato europeu de futebol, Timor amanhecia em festa, com bandeiras portuguesas por todo o lado, voltando a mostrar sinais de uma grande proximidade.
Uma atitude que o embaixador não esperava, especialmente, porque as manifestações partiram dos mais jovens que não têm a mesma ligação a Portugal que outras geraçãoes.
“Essa reação surpreendeu-me. As pessoas que nasceram em Timor até 1975 têm uma ideia nostálgica da presença portuguesa. A ideia que tinha é que havia essa ligação, mas a geração que nasceu depois dessa data não teria essa ligação. Mas é justamente esta população que se manifesta e que está mais ligada ao futebol enquanto fenómeno e certamente também há o efeito da globalização e dos grandes ídolos como Cristiano Ronaldo. Mas surpreende um pouco, ver como esta geração nova, não tendo as vivências e a memória da antiga, continua, mesmo assim, a manter esta forte ligação a Portugal”, afirmou o embaixador.
A cooperação a nível do ensino, da justiça e da segurança são prioridades do seu trabalho diplomático, bem como afirmar a língua portuguesa em Timor-Leste.
Mas apesar da relação de mais de 500 anos, essa tarefa, empreendida desde a independência, não está a ser tão fácil como seria esperado.
“Desde o início, a questão da língua em Timor foi apresentada de uma forma muito voluntarista e de que seria muito fácil, em poucos anos, reintroduzir a língua. Foram 24 anos em que houve um hiato, o português foi proibido nas repartições públicas, no domínio público, as escolas passaram a ensinar em bahasa, a língua indonésia”, .
Natural de Salsas, Manuel de Jesus veio a ingressar na carreira diplomática em 1984. Integrou, em 1989, a representação diplomática em Tóquio, no Japão, seguiu-se Pretória e África do Sul e Bruxelas, na Bélgica.
Pode ficar a conhecer melhor o percurso do diplomata, num trabalho alargado que pode ouvir mais logo, depois do noticiário das 5 da tarde, na antena da Brigantia.
Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro
Na sua passagem recente por Bragança, o diplomata recordou, numa conversa com a Brigantia, como assistiu aos festejos pelas conquistas em França. Enquanto a selecção nacional de futebol ia fazendo o difícil percurso que a conduziu à conquista do título do campeonato europeu de futebol, Timor amanhecia em festa, com bandeiras portuguesas por todo o lado, voltando a mostrar sinais de uma grande proximidade.
Uma atitude que o embaixador não esperava, especialmente, porque as manifestações partiram dos mais jovens que não têm a mesma ligação a Portugal que outras geraçãoes.
“Essa reação surpreendeu-me. As pessoas que nasceram em Timor até 1975 têm uma ideia nostálgica da presença portuguesa. A ideia que tinha é que havia essa ligação, mas a geração que nasceu depois dessa data não teria essa ligação. Mas é justamente esta população que se manifesta e que está mais ligada ao futebol enquanto fenómeno e certamente também há o efeito da globalização e dos grandes ídolos como Cristiano Ronaldo. Mas surpreende um pouco, ver como esta geração nova, não tendo as vivências e a memória da antiga, continua, mesmo assim, a manter esta forte ligação a Portugal”, afirmou o embaixador.
A cooperação a nível do ensino, da justiça e da segurança são prioridades do seu trabalho diplomático, bem como afirmar a língua portuguesa em Timor-Leste.
Mas apesar da relação de mais de 500 anos, essa tarefa, empreendida desde a independência, não está a ser tão fácil como seria esperado.
“Desde o início, a questão da língua em Timor foi apresentada de uma forma muito voluntarista e de que seria muito fácil, em poucos anos, reintroduzir a língua. Foram 24 anos em que houve um hiato, o português foi proibido nas repartições públicas, no domínio público, as escolas passaram a ensinar em bahasa, a língua indonésia”, .
Natural de Salsas, Manuel de Jesus veio a ingressar na carreira diplomática em 1984. Integrou, em 1989, a representação diplomática em Tóquio, no Japão, seguiu-se Pretória e África do Sul e Bruxelas, na Bélgica.
Pode ficar a conhecer melhor o percurso do diplomata, num trabalho alargado que pode ouvir mais logo, depois do noticiário das 5 da tarde, na antena da Brigantia.
Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Vinho, maçã e azeite fazem mexer 20 milhões de euros
O vinho, a maçã e o azeite são, juntos, parte substancial da economia do concelho de Carrazeda de Ansiães e fazem movimentar já mais de 20 milhões de euros anualmente.
Números avançados pelo presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, José Luís Correia, durante a abertura da Feira dedicada a estes produtos e que, no passado fim de semana, juntou milhares de pessoas naquele concelho da Terra Quente Transmontana.
“Fazendo uma estimativa pela área plantada de macieiras, vinha e olival, uma estimativa de produção e o seu valor, poderemos afirmar que andará nos 20 milhões”, sublinhou.
“São cerca de dez milhões, a passar, no vinho, sete milhões de euros de maçãs e três milhões de azeite”, precisou o autarca, que acredita no potencial destes produtos e na sua força para a região.
“Podem crescer ainda mais em quantidade e qualidade”, frisa.
AGR
in:mdb.pt
Números avançados pelo presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, José Luís Correia, durante a abertura da Feira dedicada a estes produtos e que, no passado fim de semana, juntou milhares de pessoas naquele concelho da Terra Quente Transmontana.
“Fazendo uma estimativa pela área plantada de macieiras, vinha e olival, uma estimativa de produção e o seu valor, poderemos afirmar que andará nos 20 milhões”, sublinhou.
“São cerca de dez milhões, a passar, no vinho, sete milhões de euros de maçãs e três milhões de azeite”, precisou o autarca, que acredita no potencial destes produtos e na sua força para a região.
“Podem crescer ainda mais em quantidade e qualidade”, frisa.
AGR
in:mdb.pt
Autarca de Carrazeda de Ansiães lamenta atraso com um papel que custa milhões ao concelho
A Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães aguarda há três anos e meio pela aprovação, por parte do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, da carta de riscos contra incêndios. Uma autorização que tem estado a emperrar o aparecimento de investimentos de milhões de euros no concelho.
O lamento foi apresentado, em privado, pelo presidente da Câmara ao secretário de Estado que, indignado com a demora, tratou de o tornar público.
“Temos o Plano Municipal de defesa contra incêndios, do qual faz parte a carta de risco de incêndios que, uma vez feita a revisão do PDM, foi alterada. A atual carta de risco de incêndios permite que haja investimentos em determinadas zonas do concelho que a anterior, ainda vigente, impede que sejam feitos. São investimentos de muito valor. Alguns querem candidatar-se ao Portugal 2020 e o aviso termina no final de setembro.
Não podemos permitir que um organismo emperre e não contribua para o desenvolvimento do nosso concelho”, frisou José Luís Correia.
“O que está em causa é o parecer do ICNF. Todos os autarcas têm uma conceção muito precisa da sua atuação. Mais do que eles, sabemos preservar a natureza e defender os ecossistemas. A primeira preocupação é a sobrevivência do homem e permitir que crie as oportunidades de negócio, riqueza e emprego”, sublinhou ainda.
O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, mostrou-se indignado com esta demora.
“Fiquei surpreendido com isto porque é para assustar toda a gente. Isto, na próxima semana, tem de ser resolvido. Não é postura deste Governo. Não aceitamos que, por questões burocráticas , se possa emperrar a vida das empresas.
Temos de desbloquear de imediato este processo para que as empresas possam ser financiadas”, disse Jorge Gomes, que enalteceu ainda as candidaturas a fundos comunitários que estão abertas e que podem vir a beneficiar a região.
AGR
in:mdb.pt
O lamento foi apresentado, em privado, pelo presidente da Câmara ao secretário de Estado que, indignado com a demora, tratou de o tornar público.
“Temos o Plano Municipal de defesa contra incêndios, do qual faz parte a carta de risco de incêndios que, uma vez feita a revisão do PDM, foi alterada. A atual carta de risco de incêndios permite que haja investimentos em determinadas zonas do concelho que a anterior, ainda vigente, impede que sejam feitos. São investimentos de muito valor. Alguns querem candidatar-se ao Portugal 2020 e o aviso termina no final de setembro.
Não podemos permitir que um organismo emperre e não contribua para o desenvolvimento do nosso concelho”, frisou José Luís Correia.
“O que está em causa é o parecer do ICNF. Todos os autarcas têm uma conceção muito precisa da sua atuação. Mais do que eles, sabemos preservar a natureza e defender os ecossistemas. A primeira preocupação é a sobrevivência do homem e permitir que crie as oportunidades de negócio, riqueza e emprego”, sublinhou ainda.
O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, mostrou-se indignado com esta demora.
“Fiquei surpreendido com isto porque é para assustar toda a gente. Isto, na próxima semana, tem de ser resolvido. Não é postura deste Governo. Não aceitamos que, por questões burocráticas , se possa emperrar a vida das empresas.
Temos de desbloquear de imediato este processo para que as empresas possam ser financiadas”, disse Jorge Gomes, que enalteceu ainda as candidaturas a fundos comunitários que estão abertas e que podem vir a beneficiar a região.
AGR
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S. Pedro dos Sarracenos teve a melhor Feira das Cebolas desta década
Nunca S. Pedro dos Sarracenos tinham assistido a uma feira como a do fim de semana que passou. Eram 21 expositores (um recorde) e mais de duas toneladas de cebola vendidas, num certame que vai já na 16ª edição e é o rosto de uma iniciativa pioneira, que tem dinamizado o mundo rural do concelho.
Hoje são já uma dezena as feiras que se vão realizando (Alfaião, Coelhoso, Macedo do Mato, Parada, Rabal, Samil, São Julião de Palácios, São Pedro de Serracenos e na vila de Izeda) no mundo rural.
“Temos tido esta preocupação de ir apoiando estas iniciativas, para estimular a economia local, a participação dos produtores. Esta dinâmica tem funcionado e atrai muita gente às feiras. Dá um contributo para a valorização dessas localidades e do território.
Município tem dado apoio substancial ao mundo rural, quer seja na atribuição de prémios às raças autóctones (ovinos, bovinos, caprinos, cão de gado), o que tem levado a que mais gente participe”, frisa o presidente da Câmara, Hernâni Dias, acreditando que “faz todo o sentido que estes certames se realizem no meio rural, para que entre num projeto de rejuvenescimento”.
Para Humberto Santos, presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro, o balanço da edição deste ano foi “bastante positivo”. “Tivemos muita gente, muitos visitantes e vendeu-se o produto todo”, destacou.
Desde que assumiu os comandos da Junta, há três anos, que aboliu o pagamento de aluguer do stand pelos produtores. Isso tem trazido mais participantes.
“É uma forma de incentivar a economia local”, diz. Uma das novidades foi a apresentação do Grupo de Pauliteiros de S. Pedro, que integra cerca de uma dezena de habitantes da freguesia e que recuperam uma tradição antiga.
Foi, ainda, inaugurado um largo que foi recuperado pela Junta e pela autarquia, num investimento de 40 mil euros. “Era um espaço que estava ao abandono e que agora está ao serviço da população”, diz Humberto Santos.
A Junta aproveitou, também, para colocar no sítio os painéis de boas vindas à freguesia, que tinham sido retirados devido à construção do nó de acesso à autoestrada. “Estávamos à espera que a empresa que construiu o nó os colocasse, como se comprometeu. Como não o fez, fizemo-lo nós”, explica.
AGR
in:mdb.pt
Hoje são já uma dezena as feiras que se vão realizando (Alfaião, Coelhoso, Macedo do Mato, Parada, Rabal, Samil, São Julião de Palácios, São Pedro de Serracenos e na vila de Izeda) no mundo rural.
“Temos tido esta preocupação de ir apoiando estas iniciativas, para estimular a economia local, a participação dos produtores. Esta dinâmica tem funcionado e atrai muita gente às feiras. Dá um contributo para a valorização dessas localidades e do território.
Município tem dado apoio substancial ao mundo rural, quer seja na atribuição de prémios às raças autóctones (ovinos, bovinos, caprinos, cão de gado), o que tem levado a que mais gente participe”, frisa o presidente da Câmara, Hernâni Dias, acreditando que “faz todo o sentido que estes certames se realizem no meio rural, para que entre num projeto de rejuvenescimento”.
Para Humberto Santos, presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro, o balanço da edição deste ano foi “bastante positivo”. “Tivemos muita gente, muitos visitantes e vendeu-se o produto todo”, destacou.
Desde que assumiu os comandos da Junta, há três anos, que aboliu o pagamento de aluguer do stand pelos produtores. Isso tem trazido mais participantes.
“É uma forma de incentivar a economia local”, diz. Uma das novidades foi a apresentação do Grupo de Pauliteiros de S. Pedro, que integra cerca de uma dezena de habitantes da freguesia e que recuperam uma tradição antiga.
Foi, ainda, inaugurado um largo que foi recuperado pela Junta e pela autarquia, num investimento de 40 mil euros. “Era um espaço que estava ao abandono e que agora está ao serviço da população”, diz Humberto Santos.
A Junta aproveitou, também, para colocar no sítio os painéis de boas vindas à freguesia, que tinham sido retirados devido à construção do nó de acesso à autoestrada. “Estávamos à espera que a empresa que construiu o nó os colocasse, como se comprometeu. Como não o fez, fizemo-lo nós”, explica.
AGR
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Desclassificação da Linha do Tua “é um golpe” sem justificação, acusa Movimento Cívico
“Um golpe que não se justifica” e uma atitude que “não é correcta para com o povo transmontano”. O Movimento Cívico reagiu desta forma à desqualificação de dois troços da Linha do Tua. Os quilómetros entre a Estação do Tua e a Barragem, e entre Brunheda e Mirandela. Deixa deste modo de pertencer à rede ferroviária nacional. Filipe Esperança deste movimento não vê justificações para esta decisão do Governo.
“Aparentemente, foi a última machadada na Linha do Tua. É um golpe que não se justifica de maneira nenhuma, e não é, de todo, uma atitude correta para com o povo transmontano. Depois de tudo que a Linha do Tua já passou, depois de terem sido, em 1990, encerrados tantos quilómetros de linha ferroviária no distrito de Bragança, pela história, pela cultura, até mesmo a própria necessidade que as pessoas têm de se movimentar, não é a atitude correta, e acaba por descartar as responsabilidades do Governo para um agente que só tem interesses económicos na região”, considera.
Esta decisão foi considerada, em Conselho de Ministros, indispensável para que fosse implementado o Plano de Mobilidade previsto para o Tua. O presidente do Movimento Cívico pela Linha do Tua considera que o povo vai perder o “direito de reclamar”, caso o dito Plano de Mobilidade não satisfaça as necessidades das populações.
“O povo perde o direito à reclamação, expondo de uma maneira muito prática e breve.
A Linha do Tua, neste momento, vai passar a pertencer à Douro Azul, do empresário Mário Ferreira, que quer explorá-la. O que vai acontecer é, se a empresa assim o entender, a linha passa a ter uma utilização única e exclusivamente turística, que até pode ser sazonal.
Ou seja, os habitantes que ainda hoje são servidos pelo Metro de Mirandela, por exemplo, nas aldeias de Frechas, Cachão e em Carvalhais, e os estudantes da região, se a empresa Douro Azul assim o entender, e vir que só obtém rentabilidade através da oferta turística sazonal, deixa de prestar o serviço. E nós, o povo, não temos, sequer, a quem reclamar. Não temos a quem dizer “precisamos aqui do comboio”, de algo que é nosso, é público, e que pagamos por anos com os nossos impostos. Perdemos esse direito, por a Linha do Tua foi vendida e desclassificada. A situação é grave, e é uma machadada que não é correta para com a região. O desenvolvimento não passa por aqui”, refere.
Filipe Esperança diz ainda que a situação do metro de superfície, que percorre ainda 16km da linha centenária, pode ficar comprometida.
“Não sabemos em que ponto fica o Metro de Mirandela. Até à data, ainda não se pronunciaram sobre isso. Sabemos que o Metro existir graças a um pequeno subsídio assegurado pelo Estado. Agora não sabemos como vai ficar até que o Plano de Mobilidade entre em ação. É preocupante esta situação, para aqueles que estão dependentes deste transporte”, frisa.
Filipe Esperança repudia de igual modo adjetivos como “inútil” e “insustentável”, que foram usados no documento que emanou do Governo. Na sua opinião, a linha ferroviária sempre foi “mal gerida pela CP”, com “manipulação de horários e “faltas de manutenção” constantes, o que tornou aquela via obsoleta.
O representante do movimento defende ainda que poderia acontecer ao Tua aquilo que aconteceu “a parte da Linha do Douro”.
O Movimento Cívico pela Linha do Tua promete manter “a vontade de lutar e de recordar aquilo que o comboio deu à região” e por isso, as iniciativas para exaltar os 129 anos de história da Linha do Tua vão continuar, nomeadamente o mais conhecido o Entrar na Linha, que vai para o quarto ano.
Escrito por Rádio Onda Livre (CIR)
“Aparentemente, foi a última machadada na Linha do Tua. É um golpe que não se justifica de maneira nenhuma, e não é, de todo, uma atitude correta para com o povo transmontano. Depois de tudo que a Linha do Tua já passou, depois de terem sido, em 1990, encerrados tantos quilómetros de linha ferroviária no distrito de Bragança, pela história, pela cultura, até mesmo a própria necessidade que as pessoas têm de se movimentar, não é a atitude correta, e acaba por descartar as responsabilidades do Governo para um agente que só tem interesses económicos na região”, considera.Esta decisão foi considerada, em Conselho de Ministros, indispensável para que fosse implementado o Plano de Mobilidade previsto para o Tua. O presidente do Movimento Cívico pela Linha do Tua considera que o povo vai perder o “direito de reclamar”, caso o dito Plano de Mobilidade não satisfaça as necessidades das populações.
“O povo perde o direito à reclamação, expondo de uma maneira muito prática e breve.
A Linha do Tua, neste momento, vai passar a pertencer à Douro Azul, do empresário Mário Ferreira, que quer explorá-la. O que vai acontecer é, se a empresa assim o entender, a linha passa a ter uma utilização única e exclusivamente turística, que até pode ser sazonal.
Ou seja, os habitantes que ainda hoje são servidos pelo Metro de Mirandela, por exemplo, nas aldeias de Frechas, Cachão e em Carvalhais, e os estudantes da região, se a empresa Douro Azul assim o entender, e vir que só obtém rentabilidade através da oferta turística sazonal, deixa de prestar o serviço. E nós, o povo, não temos, sequer, a quem reclamar. Não temos a quem dizer “precisamos aqui do comboio”, de algo que é nosso, é público, e que pagamos por anos com os nossos impostos. Perdemos esse direito, por a Linha do Tua foi vendida e desclassificada. A situação é grave, e é uma machadada que não é correta para com a região. O desenvolvimento não passa por aqui”, refere.
Filipe Esperança diz ainda que a situação do metro de superfície, que percorre ainda 16km da linha centenária, pode ficar comprometida.
“Não sabemos em que ponto fica o Metro de Mirandela. Até à data, ainda não se pronunciaram sobre isso. Sabemos que o Metro existir graças a um pequeno subsídio assegurado pelo Estado. Agora não sabemos como vai ficar até que o Plano de Mobilidade entre em ação. É preocupante esta situação, para aqueles que estão dependentes deste transporte”, frisa.
Filipe Esperança repudia de igual modo adjetivos como “inútil” e “insustentável”, que foram usados no documento que emanou do Governo. Na sua opinião, a linha ferroviária sempre foi “mal gerida pela CP”, com “manipulação de horários e “faltas de manutenção” constantes, o que tornou aquela via obsoleta.
O representante do movimento defende ainda que poderia acontecer ao Tua aquilo que aconteceu “a parte da Linha do Douro”.
O Movimento Cívico pela Linha do Tua promete manter “a vontade de lutar e de recordar aquilo que o comboio deu à região” e por isso, as iniciativas para exaltar os 129 anos de história da Linha do Tua vão continuar, nomeadamente o mais conhecido o Entrar na Linha, que vai para o quarto ano.
Escrito por Rádio Onda Livre (CIR)
Nasceu em Bragança a primeira Advogada Portuguesa
Regina da Glória Pinto de Magalhães Quintanilha de Sousa Vasconcelos, nasceu em Santa Maria, Bragança, a 9 de Maio de 1893, filha de Francisco António Fernandes Quintanilha e de Josefa Ernestina Pinto de Magalhães, cuja família se dizia descendente do navegador Fernão de Magalhães.
Estudou em Bragança até aos 16 anos, partindo depois para o Porto a fim de terminar os estudos liceais. Em 1910, pede a sua matrícula na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, o que obrigou o Conselho Universitário a reunir-se propositadamente para deliberar sobre o ingresso de um aluno do sexo feminino, dado que a advocacia estava vedada às mulheres, pelo artigo 1354, nº2, do Código Civil português de 1867. A 24 de Outubro desse mesmo ano, com 17 anos de idade, Regina Quintanilha torna-se na primeira caloira a atravessar a porta férrea da Universidade, sendo recebida por toda a Academia formada em alas com as capas no chão a dar lhe passagem.
Em apenas 3 anos termina o Curso, sendo a primeira mulher licenciada em Direito e a exercer a advocacia em Portugal.
Estreou-se como advogada, oficiosamente (apesar de lhe faltar fazer ainda a cadeira de Medicina Legal), a 14 de Novembro de 1913, no Tribunal da Boa Hora, a defender duas mulheres acusadas de agredirem uma outra, depois do Supremo Tribunal de Justiça lhe ter dado autorização para advogar. Com o título “A primeira advogada portuguesa”, o jornal "A Luta", de 15 de Novembro, relatava da seguinte forma a sua estreia:
"…inquiriu as testemunhas e, apezar de ter sido apanhada de surpreza, mostrou as suas faculdades de intelligência, fazendo salientar em favor das rés todas as circunstâncias favoráveis à defesa. Ao ser lhe dada a palavra, d’ella usou durante algum tempo com muito brilhantismo, deixando em todos a impressão de que de futuro, a dedicar-se à carreira da Advocacia, muito há a esperar da sua intelligência".
Apenas em 1918 o Decreto n.º 4676, de 19 de Julho, vi ria a consagrar a abertura plena da Advocacia às mulheres.
Não nos podemos esquecer que só em 189 0 as raparigas são autorizadas a frequentar os liceus públicos e só 16 anos depois é criado o primeiro liceu feminino. Em 1910, a escolaridade obrigatória era dos 7 aos 11 anos. Para as mulheres, estava normalmente destinada uma instrução elementar, não lhes sendo pedido mais do que as funções de mulher e de mãe. As mentalidades da sociedade portuguesa da altura não estavam
preparadas para dar lugar às mulheres no exercício de profissões liberais.
Ainda e m 1933, ao médico e escritor Dr. Júlio Dantas lhe “custa a admitir que uma mulher se forme em Direito”.
Para além de Advogada, exerceu sucessivamente os cargos de Notária, Conservadora e Conservadora do Registo Predial, sendo assim, não só em Portugal, como também na Península Ibérica, a primeira mulher a desempenhar tais cargos.
Casa em 1917 com o Juiz Vicente de Vasconcelos, mais tarde Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, de quem tem dois filhos.
Parte para o Brasil onde colabora na reforma da Lei Brasileira e exerce advocacia não só no Rio de Janeiro, mas também nos Estados Unidos da América. Volta mais tarde a Portugal, e em 1957 requer a suspensão da sua inscrição na Ordem dos Advogados. É autora de diversos trabalhos de natureza jurídica.
Regina Quintanilha faleceu em Lisboa, na sua casa da Rua Castilho, a 19 de Março de 1967.
Estudou em Bragança até aos 16 anos, partindo depois para o Porto a fim de terminar os estudos liceais. Em 1910, pede a sua matrícula na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, o que obrigou o Conselho Universitário a reunir-se propositadamente para deliberar sobre o ingresso de um aluno do sexo feminino, dado que a advocacia estava vedada às mulheres, pelo artigo 1354, nº2, do Código Civil português de 1867. A 24 de Outubro desse mesmo ano, com 17 anos de idade, Regina Quintanilha torna-se na primeira caloira a atravessar a porta férrea da Universidade, sendo recebida por toda a Academia formada em alas com as capas no chão a dar lhe passagem.
Em apenas 3 anos termina o Curso, sendo a primeira mulher licenciada em Direito e a exercer a advocacia em Portugal.
Estreou-se como advogada, oficiosamente (apesar de lhe faltar fazer ainda a cadeira de Medicina Legal), a 14 de Novembro de 1913, no Tribunal da Boa Hora, a defender duas mulheres acusadas de agredirem uma outra, depois do Supremo Tribunal de Justiça lhe ter dado autorização para advogar. Com o título “A primeira advogada portuguesa”, o jornal "A Luta", de 15 de Novembro, relatava da seguinte forma a sua estreia:
"…inquiriu as testemunhas e, apezar de ter sido apanhada de surpreza, mostrou as suas faculdades de intelligência, fazendo salientar em favor das rés todas as circunstâncias favoráveis à defesa. Ao ser lhe dada a palavra, d’ella usou durante algum tempo com muito brilhantismo, deixando em todos a impressão de que de futuro, a dedicar-se à carreira da Advocacia, muito há a esperar da sua intelligência".
Apenas em 1918 o Decreto n.º 4676, de 19 de Julho, vi ria a consagrar a abertura plena da Advocacia às mulheres.
Não nos podemos esquecer que só em 189 0 as raparigas são autorizadas a frequentar os liceus públicos e só 16 anos depois é criado o primeiro liceu feminino. Em 1910, a escolaridade obrigatória era dos 7 aos 11 anos. Para as mulheres, estava normalmente destinada uma instrução elementar, não lhes sendo pedido mais do que as funções de mulher e de mãe. As mentalidades da sociedade portuguesa da altura não estavam
preparadas para dar lugar às mulheres no exercício de profissões liberais.
Ainda e m 1933, ao médico e escritor Dr. Júlio Dantas lhe “custa a admitir que uma mulher se forme em Direito”.
Para além de Advogada, exerceu sucessivamente os cargos de Notária, Conservadora e Conservadora do Registo Predial, sendo assim, não só em Portugal, como também na Península Ibérica, a primeira mulher a desempenhar tais cargos.
Casa em 1917 com o Juiz Vicente de Vasconcelos, mais tarde Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, de quem tem dois filhos.
Parte para o Brasil onde colabora na reforma da Lei Brasileira e exerce advocacia não só no Rio de Janeiro, mas também nos Estados Unidos da América. Volta mais tarde a Portugal, e em 1957 requer a suspensão da sua inscrição na Ordem dos Advogados. É autora de diversos trabalhos de natureza jurídica.
Regina Quintanilha faleceu em Lisboa, na sua casa da Rua Castilho, a 19 de Março de 1967.
Associação de Diabéticos do Distrito de Bragança pede ajuda para recuperar prejuízos de inundação
A sede da Associação dos Diabéticos do Distrito de Bragança, em Macedo de Cavaleiros, sofreu na passada terça-feira uma inundação de águas residuais.
O compartimento afetado foi a cave, que servia para arrumação de material, e que agora está danificado, conta Margarida Pires, Presidente da Associação de Diabéticos do Distrito de Bragança.
“A cave acaba por ser um armazém, tem 4 salas divididas e casas de banho, acabava por ser usada para arrumação de material que utilizamos em feiras e atividades que fazemos no exterior.
Entre o material estão também máquinas de glicémia capilar, consumíveis, calçado que disponibilizamos para as pessoas poderem adquirir a um preço bastante simbólico, e está tudo submerso.”
Uma associação que funciona sem fins lucrativos, que apela agora à solidariedade da população para ajudar a recuperar o prejuízo.
“Apelamos à solidariedade de quem nos ajude a dar uma solução à questão da associação. Nada é impossível mas agora estamos a passar um mau bocado.
Toda a ajuda é sempre bem-vinda, quer da população, quer das casas comerciais e instituições, inclusive da Câmara Municipal. Quem tem a diabetes tem de a controlar, quem não a tem, necessita de a prevenir, por isso, podemos vestir todos a camisola pois a associação é de todos.”
Duarte Moreno, autarca macedense e presidente da Proteção Civil Municipal diz que a situação está a ser analisada e mostra-se disponível para ajudar.
“Foi uma inundação, segundo me informaram, e aconteceu devido ao sistema de saneamento que terá ficado entupido e acabou por sair na parte mais funda da associação dos diabéticos.
Vamos analisar e depois vamos colocar à consideração da Câmara Municipal para averiguar o que se passa e, depois, podermos falar com certezas aquilo que realmente aconteceu.
Estamos sempre disponíveis para ajudar as associações, independentemente das situações que possam acontecer.”
A Associação dos Diabéticos do Distrito de Bragança é composta atualmente por 720 sócios de todo o distrito, que têm a sede à disposição para consultas de enfermagem e auxilio aos utentes da doença.
Escrito por ONDA LIVRE
Pode ajudar a associação através do NIB: 003504170002082993017
O compartimento afetado foi a cave, que servia para arrumação de material, e que agora está danificado, conta Margarida Pires, Presidente da Associação de Diabéticos do Distrito de Bragança.
“A cave acaba por ser um armazém, tem 4 salas divididas e casas de banho, acabava por ser usada para arrumação de material que utilizamos em feiras e atividades que fazemos no exterior.
Entre o material estão também máquinas de glicémia capilar, consumíveis, calçado que disponibilizamos para as pessoas poderem adquirir a um preço bastante simbólico, e está tudo submerso.”
Uma associação que funciona sem fins lucrativos, que apela agora à solidariedade da população para ajudar a recuperar o prejuízo.
“Apelamos à solidariedade de quem nos ajude a dar uma solução à questão da associação. Nada é impossível mas agora estamos a passar um mau bocado.
Toda a ajuda é sempre bem-vinda, quer da população, quer das casas comerciais e instituições, inclusive da Câmara Municipal. Quem tem a diabetes tem de a controlar, quem não a tem, necessita de a prevenir, por isso, podemos vestir todos a camisola pois a associação é de todos.”
Duarte Moreno, autarca macedense e presidente da Proteção Civil Municipal diz que a situação está a ser analisada e mostra-se disponível para ajudar.
“Foi uma inundação, segundo me informaram, e aconteceu devido ao sistema de saneamento que terá ficado entupido e acabou por sair na parte mais funda da associação dos diabéticos.
Vamos analisar e depois vamos colocar à consideração da Câmara Municipal para averiguar o que se passa e, depois, podermos falar com certezas aquilo que realmente aconteceu.
Estamos sempre disponíveis para ajudar as associações, independentemente das situações que possam acontecer.”
A Associação dos Diabéticos do Distrito de Bragança é composta atualmente por 720 sócios de todo o distrito, que têm a sede à disposição para consultas de enfermagem e auxilio aos utentes da doença.
Escrito por ONDA LIVRE
Pode ajudar a associação através do NIB: 003504170002082993017
EDP renova rede de Baixa Tensão e de Iluminação Pública em Pinela
EDP Distribuição liga novo Posto de Transformação e renova a rede de Baixa Tensão e de Iluminação Pública na freguesia de Pinela – Município de Bragança.
A EDP Distribuição colocou em exploração um novo posto de transformação no Lugar e Freguesia de Pinela no concelho de Bragança, para melhorar a qualidade de serviço do fornecimento de energia elétrica aos clientes moradores na referida Freguesia.
No âmbito desta obra, foi colocado em serviço um novo Posto de Transformação que possui uma potência instalada de 100 KVA. Foram construídos 275 m de rede de Média Tensão e 492 m de rede de Baixa Tensão.
Com esta alteração foram eliminadas as quedas de tensão que já se faziam sentir nas instalações de utilização em resultado do aumento dos consumos e foram, também reduzidas as perdas de energia.
A nova rede é mais robusta e de secção adequada, perspetivando melhor qualidade de serviço, e a observância dos níveis de tensão regulamentares e melhoria da Iluminação Publica. Fica deste modo garantida reserva de potência para fazer face a futuros aumentos de consumos.
António Pereira
in:diariodetrasosmontes.com
A EDP Distribuição colocou em exploração um novo posto de transformação no Lugar e Freguesia de Pinela no concelho de Bragança, para melhorar a qualidade de serviço do fornecimento de energia elétrica aos clientes moradores na referida Freguesia.
No âmbito desta obra, foi colocado em serviço um novo Posto de Transformação que possui uma potência instalada de 100 KVA. Foram construídos 275 m de rede de Média Tensão e 492 m de rede de Baixa Tensão.
Com esta alteração foram eliminadas as quedas de tensão que já se faziam sentir nas instalações de utilização em resultado do aumento dos consumos e foram, também reduzidas as perdas de energia.
A nova rede é mais robusta e de secção adequada, perspetivando melhor qualidade de serviço, e a observância dos níveis de tensão regulamentares e melhoria da Iluminação Publica. Fica deste modo garantida reserva de potência para fazer face a futuros aumentos de consumos.
António Pereira
in:diariodetrasosmontes.com
Peregrinação em Bragança com motos, carros antigos, bicicletas e a pé
Perto de 250 pessoas vão percorrer os caminhos da fé de mota, carros antigos, bicicleta e a pé, numa peregrinação que parte de vários pontos do Nordeste Transmontano rumo à catedral de Bragança, no sábado dia 03 de Setembro.
O bispo José Cordeiro participa também neste desafio lançado pela Pastoral do Turismo e o número de participantes esperados é o que a logística permite com inscrição gratuita, direito a Kit de apoio e almoço, como explicou à Lusa Alexandrina Fernandes, membro daquele organismo da Diocese de Bragança-Miranda.
Segundo a responsável, haverá peregrinos a partirem das chamadas portas santas da diocese até à principal, em carros antigos de junto da Concatedral de Miranda do Douro, de motos do Santuário dos Cerejais (Alfândega da Fé), em bicicletas do Santuário de Balsamão (Macedo de Cavaleiros) e a pé da Basílica de Outeiro (Bragança).
O serviço Diocesano da Pastoral do Turismo encontrou nesta iniciativa "Ao Encontro da Porta Santa" a forma de chamar as pessoas a participar e responder ao repto lançado pelo papa Francisco que convidou todos a fazer peregrinação neste que a Igreja Católica escolheu como o ano santo da misericórdia.
O simbolismo da peregrinação, como explicou Alexandrina Fernandes citando o papa Francisco, "é o caminho que cada pessoa realiza na sua existência" e atravessar a porta santa, no caso da Catedral de Bragança, "sinal de que a misericórdia é uma meta a alcançar".
"... A peregrinação há de servir de estímulo à conversão: ao atravessar a Porta Santa, deixar-nos-emos abraçar pela misericórdia de Deus e comprometer-nos-emos a ser misericordiosos com os outros..."como resumiu o chefe da Igreja Católica.
A Pastoral do Turismo de Bragança quis fazer no mesmo dia a peregrinação entre todas as portas santas da diocese e escolheu os meios mais adequados às distâncias, com a chegada em simultâneo marcada para as 13:00, de sábado, à Catedral de Bragança.
Esta peregrinação conta com o apoio das câmaras de Bragança e Macedo de Cavaleiros, que vão disponibilizar transporte até aos locais de partida, assim como a parceria de várias associações da região.
Entre os parceiro estão as associações dos Diabéticos do Distrito de Bragança e de ciclismo de Bragança, a associação de caminheiros Enzonas, os Amigos do Campo Redondo, Bbike Bragança, o Clube de Ciclismo de Macedo de Cavaleiros, BikeMorais Giantbragança, OMMA BIKE, Velo Clube de Bragança e Associação Vimont.
Agência Lusa
O bispo José Cordeiro participa também neste desafio lançado pela Pastoral do Turismo e o número de participantes esperados é o que a logística permite com inscrição gratuita, direito a Kit de apoio e almoço, como explicou à Lusa Alexandrina Fernandes, membro daquele organismo da Diocese de Bragança-Miranda.
Segundo a responsável, haverá peregrinos a partirem das chamadas portas santas da diocese até à principal, em carros antigos de junto da Concatedral de Miranda do Douro, de motos do Santuário dos Cerejais (Alfândega da Fé), em bicicletas do Santuário de Balsamão (Macedo de Cavaleiros) e a pé da Basílica de Outeiro (Bragança).
O serviço Diocesano da Pastoral do Turismo encontrou nesta iniciativa "Ao Encontro da Porta Santa" a forma de chamar as pessoas a participar e responder ao repto lançado pelo papa Francisco que convidou todos a fazer peregrinação neste que a Igreja Católica escolheu como o ano santo da misericórdia.
O simbolismo da peregrinação, como explicou Alexandrina Fernandes citando o papa Francisco, "é o caminho que cada pessoa realiza na sua existência" e atravessar a porta santa, no caso da Catedral de Bragança, "sinal de que a misericórdia é uma meta a alcançar".
"... A peregrinação há de servir de estímulo à conversão: ao atravessar a Porta Santa, deixar-nos-emos abraçar pela misericórdia de Deus e comprometer-nos-emos a ser misericordiosos com os outros..."como resumiu o chefe da Igreja Católica.
A Pastoral do Turismo de Bragança quis fazer no mesmo dia a peregrinação entre todas as portas santas da diocese e escolheu os meios mais adequados às distâncias, com a chegada em simultâneo marcada para as 13:00, de sábado, à Catedral de Bragança.
Esta peregrinação conta com o apoio das câmaras de Bragança e Macedo de Cavaleiros, que vão disponibilizar transporte até aos locais de partida, assim como a parceria de várias associações da região.
Entre os parceiro estão as associações dos Diabéticos do Distrito de Bragança e de ciclismo de Bragança, a associação de caminheiros Enzonas, os Amigos do Campo Redondo, Bbike Bragança, o Clube de Ciclismo de Macedo de Cavaleiros, BikeMorais Giantbragança, OMMA BIKE, Velo Clube de Bragança e Associação Vimont.
Agência Lusa
Acção de sensibilização esclarece produtores de vinhos caseiros em Freixo
O município de Freixo de Espada à Cinta organizou na vila a primeira acção de sensibilização da produção e conservação de vinhos caseiros. O objectivo da iniciativa, que teve ontem início, é informar os participantes das técnicas e métodos mais adequados para este tipo de processo de produção vinícola.
No concelho, ainda há muitos produtores a transformar por sua conta parte das uvas colhidas, sendo que o restante produto é vendido para adegas e quintas.
De acordo com Abílio Morgado, da câmara municipal, pretende-se com a acção incentivar a produção de vinho e melhorar a qualidade quando é elaborado de forma mais artesanal.
“Esta acção veio no seguimento de dois concursos de vinhos caseiros que o município organizou. Os produtores chegaram à conclusão que precisavam de ser esclarecidos e obter mais conhecimentos. Pretende-se além de promover os vinhos locais, incentivar os agricultores do nosso concelho a produzir vinhos caseiros de qualidade e estimular a produção e o consumo do vinho”, refere o responsável envolvido na organização deste concurso, adiantando que alguns dos produtores vendem os seus vinhos caseiros para restaurantes.
Segundo a consultora vinícola Lisete Osório, que orienta a formação, a falta de higiene e a má qualidade de conservação são os principais problemas para que os produtores são alertados.
“Percebemos que há pouca utilização de sulfuroso e falta de higiene nas instalações. Vamos alertar os produtores para pequenos pormenores que poderão fazer a diferença na qualidade dos seus vinhos e na conservação. Vamos dar enfase a alguns cuidados a ter na preparação da vindima, no campo, na adega e na utilização de alguns equipamentos e conselho a ter a nível de vinificação de brancos e de tintos e vamos falar sobre trasfegas, arrolhamento, engarrafamento e conservação dos vinhos”, esclarece.
A acção de formação de 6 horas, que surgiu de um pedido dos participantes dos concursos de vinhos caseiros realizados pela autarquia, está a dotar cerca de 16 produtores de vinho caseiro de ferramentas para melhorar este produto.
Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro
No concelho, ainda há muitos produtores a transformar por sua conta parte das uvas colhidas, sendo que o restante produto é vendido para adegas e quintas.
De acordo com Abílio Morgado, da câmara municipal, pretende-se com a acção incentivar a produção de vinho e melhorar a qualidade quando é elaborado de forma mais artesanal.
“Esta acção veio no seguimento de dois concursos de vinhos caseiros que o município organizou. Os produtores chegaram à conclusão que precisavam de ser esclarecidos e obter mais conhecimentos. Pretende-se além de promover os vinhos locais, incentivar os agricultores do nosso concelho a produzir vinhos caseiros de qualidade e estimular a produção e o consumo do vinho”, refere o responsável envolvido na organização deste concurso, adiantando que alguns dos produtores vendem os seus vinhos caseiros para restaurantes.
Segundo a consultora vinícola Lisete Osório, que orienta a formação, a falta de higiene e a má qualidade de conservação são os principais problemas para que os produtores são alertados.
“Percebemos que há pouca utilização de sulfuroso e falta de higiene nas instalações. Vamos alertar os produtores para pequenos pormenores que poderão fazer a diferença na qualidade dos seus vinhos e na conservação. Vamos dar enfase a alguns cuidados a ter na preparação da vindima, no campo, na adega e na utilização de alguns equipamentos e conselho a ter a nível de vinificação de brancos e de tintos e vamos falar sobre trasfegas, arrolhamento, engarrafamento e conservação dos vinhos”, esclarece.
A acção de formação de 6 horas, que surgiu de um pedido dos participantes dos concursos de vinhos caseiros realizados pela autarquia, está a dotar cerca de 16 produtores de vinho caseiro de ferramentas para melhorar este produto.
Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro
Autarca quer transformar Macedo de Cavaleiros na "cidade das pessoas"
O presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, quer transformar, em quatro anos, a sede do concelho numa "cidade das pessoas" com um investimento superior a 10 milhões de euros em reabilitação urbana.
Os projetos para o objetivo constam do Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU), em discussão pública até 16 de setembro, e que é apresentado publicamente hoje à noite, contemplando, além dos investimentos públicos, vários benefícios fiscais para os particulares que fizerem intervenções urbanísticas.
O autarca do município do distrito de Bragança disse à Lusa que não vai fazer tudo o que pretendia por ter que adaptar a intervenção às diretrizes e aos nove milhões de fundos comunitários do programa Norte 2020, mais 1,5 milhões de investimento municipal.
"São muito pouco para aquilo que gostaria de fazer", afirmou Duarte Moreno, indicando que ficam de fora ambições antigas do município como intervenções nas zonas urbanísticas da Lamela e da Belavista.
O investimento vai, no entanto permitir concretizar outro projeto antigo relacionado com a mobilidade urbana e que contempla a construção da paragem de camionagem que absorverá metade da verba disponível (4,5 ME) para criar um sistema interface modal com espaço para autocarros, táxis e bicicletas.
Além de intervenções nas ruas dentro da Área de Reabilitação Urbana (ARU), o investimento destina-se também à construção de ciclovias e percursos pedonais em toda a cidade, como explicou o presidente da Câmara.
Macedo de Cavaleiros tem também planos de dois milhões de euros para a construção de um parque urbano e para a reabilitação do mercado municipal.
O programa contempla ainda a requalificação exterior dos 130 fogos do bairro social de São Francisco, assim como a requalificação paisagística deste espaço.
"No final desta intervenção, a cidade será das pessoas. Deixaremos de ter muitos veículos a passar e mais pessoas e mais comércio", resumiu, mostrando-se convicto de que a melhoria das infraestruturas urbanas terá implicações positivas na atividade económica e social da cidade.
Duarte Moreno indicou ainda que os diferentes projetos deverão estar prontos até maio, data para submeter as candidaturas aos fundos comunitários.
O autarca ambiciona concretizar todas as intervenções até ao final do quadro comunitário de apoio, em 2020.
Os cerca de 10 milhões de euros de investimento resultam dos critérios e distribuição dos fundos comunitários para a reabilitação urbana em toda a zona norte, que condicionaram os planos de Macedo de Cavaleiros, segundo o autarca.
"Tivemos de nos adaptar aos eixos temáticos e investimentos prioritários, àquilo que foi definido para toda a zona norte nas estratégias do Norte 2020", vincou.
O PERU de Macedo de Cavaleiros destina também benefícios fiscais, nomeadamente incentivos associados aos impostos municipais sobre o património, para os particulares que procedam à recuperação de edifícios degradados.
Os imóveis ficarão isentos de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) durante 5 anos, podendo a isenção ser renovada por igual período.
Está ainda prevista a isenção do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) na primeira transmissão do imóvel reabilitado e outros incentivos fiscais e financeiros estabelecidos na legislação geral, nomeadamente ao nível do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), IRS (Imposto sobre Rendimento Singular) e IRC (Imposto sobre Rendimento Coletivo).
A Área de Reabilitação Urbana (ARU) da cidade de Macedo de Cavaleiros corresponde a cerca de 130 hectares e integra um conjunto de 920 edifícios, a que corresponde uma população residente de 3.020 habitantes.
HFI // MSP
Lusa/fim
Os projetos para o objetivo constam do Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU), em discussão pública até 16 de setembro, e que é apresentado publicamente hoje à noite, contemplando, além dos investimentos públicos, vários benefícios fiscais para os particulares que fizerem intervenções urbanísticas.
O autarca do município do distrito de Bragança disse à Lusa que não vai fazer tudo o que pretendia por ter que adaptar a intervenção às diretrizes e aos nove milhões de fundos comunitários do programa Norte 2020, mais 1,5 milhões de investimento municipal.
"São muito pouco para aquilo que gostaria de fazer", afirmou Duarte Moreno, indicando que ficam de fora ambições antigas do município como intervenções nas zonas urbanísticas da Lamela e da Belavista.
O investimento vai, no entanto permitir concretizar outro projeto antigo relacionado com a mobilidade urbana e que contempla a construção da paragem de camionagem que absorverá metade da verba disponível (4,5 ME) para criar um sistema interface modal com espaço para autocarros, táxis e bicicletas.
Além de intervenções nas ruas dentro da Área de Reabilitação Urbana (ARU), o investimento destina-se também à construção de ciclovias e percursos pedonais em toda a cidade, como explicou o presidente da Câmara.
Macedo de Cavaleiros tem também planos de dois milhões de euros para a construção de um parque urbano e para a reabilitação do mercado municipal.
O programa contempla ainda a requalificação exterior dos 130 fogos do bairro social de São Francisco, assim como a requalificação paisagística deste espaço.
"No final desta intervenção, a cidade será das pessoas. Deixaremos de ter muitos veículos a passar e mais pessoas e mais comércio", resumiu, mostrando-se convicto de que a melhoria das infraestruturas urbanas terá implicações positivas na atividade económica e social da cidade.
Duarte Moreno indicou ainda que os diferentes projetos deverão estar prontos até maio, data para submeter as candidaturas aos fundos comunitários.
O autarca ambiciona concretizar todas as intervenções até ao final do quadro comunitário de apoio, em 2020.
Os cerca de 10 milhões de euros de investimento resultam dos critérios e distribuição dos fundos comunitários para a reabilitação urbana em toda a zona norte, que condicionaram os planos de Macedo de Cavaleiros, segundo o autarca.
"Tivemos de nos adaptar aos eixos temáticos e investimentos prioritários, àquilo que foi definido para toda a zona norte nas estratégias do Norte 2020", vincou.
O PERU de Macedo de Cavaleiros destina também benefícios fiscais, nomeadamente incentivos associados aos impostos municipais sobre o património, para os particulares que procedam à recuperação de edifícios degradados.
Os imóveis ficarão isentos de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) durante 5 anos, podendo a isenção ser renovada por igual período.
Está ainda prevista a isenção do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) na primeira transmissão do imóvel reabilitado e outros incentivos fiscais e financeiros estabelecidos na legislação geral, nomeadamente ao nível do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), IRS (Imposto sobre Rendimento Singular) e IRC (Imposto sobre Rendimento Coletivo).
A Área de Reabilitação Urbana (ARU) da cidade de Macedo de Cavaleiros corresponde a cerca de 130 hectares e integra um conjunto de 920 edifícios, a que corresponde uma população residente de 3.020 habitantes.
HFI // MSP
Lusa/fim
Rebentamento de conduta em Macedo de Cavaleiros obriga ao corte água até às 14h
O rebentamento na conduta principal vai obrigar ao corte do fornecimento público de água em algumas ruas de Macedo de Cavaleiros e em Travanca.
Na cidade, as ruas Padre António Mourinho, da Esperança e Engenheiro Moura Pegado, vão ficar sem água até às 14h de hoje.
Escrito por ONDA LIVRE
Na cidade, as ruas Padre António Mourinho, da Esperança e Engenheiro Moura Pegado, vão ficar sem água até às 14h de hoje.
Escrito por ONDA LIVRE
Orçamento Participativo de Mirandela 2017 com prazo alargado
Decorre até dia 11 de Setembro o prazo final para apresentação de propostas relativas ao Orçamento Participativo do Município de Mirandela de 2017.
O período de apresentação das mesmas foi alargado duas semanas devido a problemas com a plataforma informática que impediam o registo de novos utilizadores e respectivas propostas.
Numa estratégia de aproximação dos cidadãos à actividade autárquica, a Câmara Municipal de Mirandela, pretende dar uma voz activa na afetação de recursos públicos às políticas municipais e disponibiliza um total de 150 000€ do orçamento municipal repartidos pelas áreas da Juventude, Urbana e Rural.
Os interessados em participar no projecto devem submeter as suas ideias e propostas através da plataforma digital do orçamento participativo, através do email gacip@cm-mirandela.pt ou fisicamente no Gabinete de Comunicação, Imagem e Protocolo da Câmara Municipal de Mirandela.
Atualmente o Orçamento Participativo conta já com 951 participantes registados e 39 propostas apresentadas.
Pedro Ferreirinha
in:diariodetrasosmontes.com
O período de apresentação das mesmas foi alargado duas semanas devido a problemas com a plataforma informática que impediam o registo de novos utilizadores e respectivas propostas.
Numa estratégia de aproximação dos cidadãos à actividade autárquica, a Câmara Municipal de Mirandela, pretende dar uma voz activa na afetação de recursos públicos às políticas municipais e disponibiliza um total de 150 000€ do orçamento municipal repartidos pelas áreas da Juventude, Urbana e Rural.
Os interessados em participar no projecto devem submeter as suas ideias e propostas através da plataforma digital do orçamento participativo, através do email gacip@cm-mirandela.pt ou fisicamente no Gabinete de Comunicação, Imagem e Protocolo da Câmara Municipal de Mirandela.
Atualmente o Orçamento Participativo conta já com 951 participantes registados e 39 propostas apresentadas.
Pedro Ferreirinha
in:diariodetrasosmontes.com
Bragança - Utentes descontentes com as longas filas no Registo Civil
Mudança de instalações para o centro histórico de Bragança, no inverno, aconteceu como forma de dinamizar aquela zona da cidade. Edifício antigo na Rua Direita foi recuperado, mas os utentes queixam-se de que é estreito e pequeno. Filas, nos dias de maior afluência, chegam facilmente ao passeio.
As longas filas para atendimento no Cartório do Registo Civil de Bragança estão a deixar os utentes indignados. A afluência aumentou no verão, com a chegada dos emigrantes, que aproveitam a vinda a Portugal para resolver alguns trâmites burocráticos. A situação obriga muitos a esperar na rua até serem atendidos quer faça sol ou chuva. Outros desistem, por não terem tempo, e já se deslocaram ao Registo várias vezes para fazer o Cartão do Cidadão.
O Registo está instalado na Rua dos Combatentes desde o inverno passado, quando passou a ocupar um espaço cedido pelo município, que foi remodelado.
Glória Lopes
in:mdb.pt
As longas filas para atendimento no Cartório do Registo Civil de Bragança estão a deixar os utentes indignados. A afluência aumentou no verão, com a chegada dos emigrantes, que aproveitam a vinda a Portugal para resolver alguns trâmites burocráticos. A situação obriga muitos a esperar na rua até serem atendidos quer faça sol ou chuva. Outros desistem, por não terem tempo, e já se deslocaram ao Registo várias vezes para fazer o Cartão do Cidadão.
O Registo está instalado na Rua dos Combatentes desde o inverno passado, quando passou a ocupar um espaço cedido pelo município, que foi remodelado.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Rebordelo - Vinhais - Esclarecimento à população ficou à porta devido às férias de funcionário
Estava marcado para o passado dia 23 mas a sessão de esclarecimento sobre unidades de transformação de bagaço de azeitona que a Quercus ia fazer junto da população, em Rebordelo, no concelho de Vinhais, acabou por não se realizar. A sede da Junta de Freguesia ficou fechada e cerca de meia centena de pessoas, que se foram juntando à espera de ouvir os técnicos, ficaram à porta.
“Um grupo de cidadãos solicitou à Quercus que prestasse algumas informações sobre este tipo de unidades”, explicou Paula Silva, da direção daquela organização ambientalista, pois tem havido notícias da intenção de instalação de uma fábrica do género naquela zona do concelho vinhaense.
“No dia 19 enviámos um email a pedir à Junta de Freguesia para utilizar o espaço da sede mas não obtivemos resposta. Também tentámos o contacto para os números de telefone que estão na internet mas não obtivemos resposta”, explicou Paula Silva.
Assim, por entenderem não estarem reunidas as condições, pois seria necessário utilizar um computador para mostrar alguns diapositivos de suporte à palestra informativa, a sessão acabou por não decorrer.
Comissão criada para organizar nova sessão
No entanto, ao longo dos dias anteriores foram sendo espalhados cartazes pela aldeia anunciando a sessão de esclarecimento.
Renato Roque foi um dos participantes. Apesar de não residir diariamente em Rebordelo, tem casa nesta aldeia do concelho de Vinhais, uma das maiores do distrito de Bragança.
“O processo [de instalação da fábrica] tem sido feito um pouco à margem da população e nós gostávamos de ter mais informações sobre os impactos de uma unidade deste tipo”, explicou.
Uma vez que a reunião não decorreu, alguns dos populares que compareceram decidiram avançar para a criação de uma comissão “que vai convocar uma próxima sessão, estando encarregues de a divulgar convenientemente”, explicou Renato Roque.
Para já, a data apontada é a 10 de setembro, um sábado.
“Gostaríamos que o processo fosse mais transparente”, pede o mesmo habitante de Rebordelo.
Presidente da Junta garante estar disponível para colaborar
Entretanto, o Mensageiro contactou o presidente da Junta de Freguesia de Rebordelo, Francisco Santos, que garantiu não ter tido conhecimento nem da sessão nem de qualquer pedido para a utilização da sede.
“É a casa do Povo e, por isso, há regras. A mim ninguém me pediu autorização”, garante, desculpando-se com o desconhecimento informático e ausência do funcionário da Junta, em férias, para o facto de não ter tido conhecimento do pedido enviado por email.
António G. Rodrigues
in:mdb.pt
“Um grupo de cidadãos solicitou à Quercus que prestasse algumas informações sobre este tipo de unidades”, explicou Paula Silva, da direção daquela organização ambientalista, pois tem havido notícias da intenção de instalação de uma fábrica do género naquela zona do concelho vinhaense.
“No dia 19 enviámos um email a pedir à Junta de Freguesia para utilizar o espaço da sede mas não obtivemos resposta. Também tentámos o contacto para os números de telefone que estão na internet mas não obtivemos resposta”, explicou Paula Silva.
Assim, por entenderem não estarem reunidas as condições, pois seria necessário utilizar um computador para mostrar alguns diapositivos de suporte à palestra informativa, a sessão acabou por não decorrer.
Comissão criada para organizar nova sessão
No entanto, ao longo dos dias anteriores foram sendo espalhados cartazes pela aldeia anunciando a sessão de esclarecimento.
Renato Roque foi um dos participantes. Apesar de não residir diariamente em Rebordelo, tem casa nesta aldeia do concelho de Vinhais, uma das maiores do distrito de Bragança.
“O processo [de instalação da fábrica] tem sido feito um pouco à margem da população e nós gostávamos de ter mais informações sobre os impactos de uma unidade deste tipo”, explicou.
Uma vez que a reunião não decorreu, alguns dos populares que compareceram decidiram avançar para a criação de uma comissão “que vai convocar uma próxima sessão, estando encarregues de a divulgar convenientemente”, explicou Renato Roque.
Para já, a data apontada é a 10 de setembro, um sábado.
“Gostaríamos que o processo fosse mais transparente”, pede o mesmo habitante de Rebordelo.
Presidente da Junta garante estar disponível para colaborar
Entretanto, o Mensageiro contactou o presidente da Junta de Freguesia de Rebordelo, Francisco Santos, que garantiu não ter tido conhecimento nem da sessão nem de qualquer pedido para a utilização da sede.
“É a casa do Povo e, por isso, há regras. A mim ninguém me pediu autorização”, garante, desculpando-se com o desconhecimento informático e ausência do funcionário da Junta, em férias, para o facto de não ter tido conhecimento do pedido enviado por email.
António G. Rodrigues
in:mdb.pt
Autarca de Carviçais acredita que a exploração das minas de Moncorvo ainda não foi retomada por falta de vontade política
A exploração das minas de Torre de Moncorvo já poderia estar a ser feita se houvesse vontade política. Esta é a opinião do presidente da junta de freguesia Carviçais, uma das localidades mais próximas das minas situadas no lugar de Carvalhal, freguesia de Felgar.
Para Francisco Braz, o projecto que prevê a reactivação das minas só ainda não avançou porque o governo não quis. “Desde o primeiro momento em que se ouviu falar da retoma da exploração das minas, que eu tenho a minha opinião e espero que seja só a minha opinião e que esteja errado. Isto tudo depende de vontade política para avançar. No dia em que o poder central quiser avançar, elas avançam”, considera.
O autarca vai mais longe ao afirmar que também no caso da Barragem do Baixo Sabor não houve vontade política para que ficasse concluída mais cedo. “Têm surgido, pelo que sei, diversos obstáculos que é preciso contornar e é sempre quem está na parte do governo que os vai criando. No dia em que quiserem dar o aval, isto anda, de certeza absoluta. Isso já aconteceu na Barragem do Baixo Sabor e aqui estamos falar de uma obra que interfere com o PIB nacional, que só não anda se não houver vontade política”, acrescentou.
Francisco Braz não tem dúvidas que a retoma da exploração mineira traria vantagens para Carviçais, não só pela criação de emprego no concelho de Torre de Moncorvo, mas também pelo contributo para o desenvolvimento da economia das localidades vizinhas. “Já no passado, quando as minas funcionaram, grande parte da mão-de-obra era de Carviçais e, agora, no caso de avançar, evidentemente que seriam criados aqui vários postos de trabalho, que beneficiariam os habitantes da freguesia e de todo o concelho. Esta freguesia também poderia ser uma das mais beneficiadas em termos de alojamento, do comércio, restauração… Seria uma alavanca e um motor de desenvolvimento da economia que nos faz, neste momento, muita falta, sem dúvida”, constatou.
Chegou-se a avançar Junho como
data do recomeço de actividade, mas falta o aval do estatal para que a empresa MTI, a quem deve ser concessionada a exploração, possa assinar o contrato.
Durante o período de concessão , que deverá durar entre 50 a 60, a MTI prevê-se um investimento de cerca de 600 milhões de euros, e a criação de 450 postos de trabalho directos.
Escrito por Brigantia
Sara Geraldes
Para Francisco Braz, o projecto que prevê a reactivação das minas só ainda não avançou porque o governo não quis. “Desde o primeiro momento em que se ouviu falar da retoma da exploração das minas, que eu tenho a minha opinião e espero que seja só a minha opinião e que esteja errado. Isto tudo depende de vontade política para avançar. No dia em que o poder central quiser avançar, elas avançam”, considera.
O autarca vai mais longe ao afirmar que também no caso da Barragem do Baixo Sabor não houve vontade política para que ficasse concluída mais cedo. “Têm surgido, pelo que sei, diversos obstáculos que é preciso contornar e é sempre quem está na parte do governo que os vai criando. No dia em que quiserem dar o aval, isto anda, de certeza absoluta. Isso já aconteceu na Barragem do Baixo Sabor e aqui estamos falar de uma obra que interfere com o PIB nacional, que só não anda se não houver vontade política”, acrescentou.
Francisco Braz não tem dúvidas que a retoma da exploração mineira traria vantagens para Carviçais, não só pela criação de emprego no concelho de Torre de Moncorvo, mas também pelo contributo para o desenvolvimento da economia das localidades vizinhas. “Já no passado, quando as minas funcionaram, grande parte da mão-de-obra era de Carviçais e, agora, no caso de avançar, evidentemente que seriam criados aqui vários postos de trabalho, que beneficiariam os habitantes da freguesia e de todo o concelho. Esta freguesia também poderia ser uma das mais beneficiadas em termos de alojamento, do comércio, restauração… Seria uma alavanca e um motor de desenvolvimento da economia que nos faz, neste momento, muita falta, sem dúvida”, constatou.
Chegou-se a avançar Junho como
data do recomeço de actividade, mas falta o aval do estatal para que a empresa MTI, a quem deve ser concessionada a exploração, possa assinar o contrato.
Durante o período de concessão , que deverá durar entre 50 a 60, a MTI prevê-se um investimento de cerca de 600 milhões de euros, e a criação de 450 postos de trabalho directos.
Escrito por Brigantia
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