Torre de Moncorvo vai contar com um orçamento municipal de 29,9 milhões de euros para 2026, ligeiramente superior ao do ano anterior.
O presidente da câmara de Torre de Moncorvo, José Meneses, afirma que este orçamento assenta em diversos pilares, mas destaca a saúde como prioritários. “Este orçamento assenta em três ideias simples, mas decisivas, que é, em primeiro lugar, cuidar das pessoas, reforçar a coesão do território, e também prepararmos o concelho para os desafios da próxima década. A saúde, acima de tudo, porque este modelo de saúde que nós estamos inseridos no nosso concelho não nos agrada a nós, executivo, e não agrada também à população em geral, uma vez que em caso de uma situação de emergência, fora do período em que o nosso centro de saúde está aberto, temos que ir para Foz Coa, ou seja, andar para trás, para depois sermos encaminhados para Macedo e Mirandela ou Bragança. Isso nós não queremos aceitar, queremos tentar, de facto, alterar este modelo que nos foi implementado desde 2012”
A Habitação e a Educação são outras das prioridades. “Na educação e na habitação, que também são algumas situações que queremos ver resolvidas, viver com dinâmicas que os jovens possam, de facto, terem rendas acessíveis e cada vez mais o eixo da educação, desde os jardins-de-infância até a universidade, seja apoiada pela Câmara Municipal”
José Meneses destaca ainda candidaturas de obras que considera essenciais para o concelho. “No ambito do Portugal 2030, temos a decorrer, neste momento, a obra do tabuleiro da Ponta da Foz. Vamos iniciar também o pavilhão multiusos, que também é uma obra que ascende aos 5 milhões de euros. Por isso mesmo, é um orçamento arrojado, mas queremos de facto estar à altura para estes desafios, porque também foi aquilo que nos comprometemos com os moncorvenses na altura da campanha eleitoral.”
O orçamento municipal de Torre de Moncorvo foi aprovado com três votos do PSD, uma abstenção do PS e um voto contra também do PS.

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