Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Viticultores de Planalto Mirandês pedem a credores que mantenham a adega de Sendim a funcionar

 Os viticultores do Planalto Mirandês apelaram às entidades bancárias credoras que ajudem a manter viva a Adega Cooperativa Ribadouro (ACR), com sede em Sendim, concelho de Miranda do Douro, por considerarem ser um ativo importante para o território.


“Existe uma dívida de cerca de 500 mil euros à Caixa de Crédito Agrícola e uma outra dívida de 200 mil euros ao Millennium BCP. Em três anos da nossa direção, conseguimos liquidar, neste período, cerca de 600 mil euros. O que é importante agora é atrair investidores para tomarem posse da ACR e que mantenham o mesmo fim: a recolha de uvas e produção de vinho”, explicou o membro da direção da adega, André Xavier.

Segundo o dirigente desta cooperativa do distrito de Bragança, “em concordância com a Caixa de Crédito Agrícola, e sem qualquer tipo de atritos, ficou decidido que o ideal seria liquidar a dívida através de penhora e tentar arranjar um investidor que mantenha o ramo de negócio”, disse.

“Um dos objetivos de futuro é que um possível investidor, que esteja ligado ao setor vitivinícola, pegue no imóvel e os seus equipamentos para continuar a laborar. O importante, agora, é que quem comprar o imóvel, em hasta pública, compre também o seu recheio para a direção pagar aos restantes credores. O que está penhorado é o imóvel e o terreno. A cooperativa está pronta a receber uvas”, vincou.

(artigo completo disponível para assinantes ou na edição impressa)

Francisco Pinto

Sem comentários:

Enviar um comentário