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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Nevões têm sido cada vez mais raros mas já houve anos com mortes e milhões em prejuízos

 O Nordeste Transmontano é conhecido pelo rigor do seu clima. Os nevões têm sido recorrentes ao longo dos anos mas nos últimos 75 anos houve alguns de maiores dimensões, como aconteceu em 1985 (que provocou quatro mortes na sequência de acidentes rodoviários), em 1997 (uma criança morreu de hipotermia) ou 2009 (o motorista de um autocarro morreu na sequência de um acidente às portas da cidade).


De acordo com o climatologista Dionísio Gonçalves, “são situações que se verificam, alterações na circulação geral da atmosfera”. “Situações que eram típicas na nossa região, regressassem agora. As pessoas mais velhas estavam habituadas a estes nevões”, recorda.

A raridade crescente destes fenómenos estará relacionada com as alterações climáticas, diz ainda este especialista, ouvido pelo Mensageiro de Bragança.

“Tem a ver com as alterações climáticas, como é evidente. Até aos anos 1980, 1990, foi um clima. Este século temos tido outras alterações climáticas. Estes 25 anos que temos de século têm sido diferentes. São flutuações climáticas que vão acontecendo ao longo de séculos”, precisou.

O fato de a queda de neve já não atingir a cidade de Bragança, como era habitual, “em princípio, não terá a ver com as barragens”.

“São situações locais que têm a ver com as distribuições das quantidades de precipitação. Isso sempre aconteceu. As serras ficavam cheias de neve e a cidade não. É uma situação que sempre se verificou”, frisou. No entanto, sobre o aumento geral das temperaturas, “a comunidade científica aponta o fator humano como causa predominante”.

António G. Rodrigues

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