As declarações do ministro da Agricultura José Manuel Fernandes sobre dirigentes e técnicos do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a que chamou "covardes" e "mentirosos" está a provocar uma onda de indignação nas associações ambientalistas.
O titular da pasta da Agricultura explicou em Bragança, que queria dizer “o que está no vídeo” e que “aquilo que se pede a todos os serviços públicos é que haja celeridade, referiu no Instituto Politécnico (IPB), à entrada para o Primeiro Jantar de Pastores, que se realizou no passado sábado. “Que quem decide se ponha no lugar do outro, que atue com bom-senso, que, obviamente, respeite a lei, que decida rapidamente e que seja proativo para procurar a simplificação. Isto é aquilo que os portugueses exigem porque não se aceita que haja enormidades, por exemplo, em termos de atrasos”, referiu José Manuel Fernandes comentando o vídeo por si enviado aos técnicos do ICNF.
Manuel Fernandes comentando o vídeo por si enviado aos técnicos do ICNF.
Nesse vídeo, o ministro apelava à “proatividade” e defendeu que, quando a legislação impede a concretização de projetos, deve-se questionar se a lei faz sentido, lembrando que esta pode ser alterada. “Há muitos atrasos e a grande maioria é em relação a projetos. Posso dar um exemplo, estamos aqui no pastoreio extensivo, nos pastores ou no lobo, com excesso de atraso em termos de pagamentos [referindo-se às compensações por ataques de lobos]. Há muitos atrasos, mas é preciso decidir rapidamente todos”, afirmou o ministro.
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Glória Lopes


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