Segundo o presidente da Cooperativa Agrícola de Macedo de Cavaleiros, Luís Rodrigues, foi possível manter números significativos de produção na cooperativa:
Em comparação com o ano passado, registou-se uma redução nas quantidades entregues. Ainda assim, a campanha decorreu sem constrangimentos operacionais, beneficiando da modernização do lagar. O responsável sublinha que essa modernização permitiu uma resposta eficaz ao longo de toda a campanha:
Apesar da menor quantidade de azeitona transformada, a qualidade do azeite produzido é apontada como um dos grandes pontos fortes desta campanha, uma realidade confirmada pelas análises laboratoriais realizadas:
No âmbito da Sá Morais Castro, registou-se um cenário distinto. Ao contrário da tendência regional, a empresa alcançou a maior campanha registada, como explica o técnico, Delfim Pedro:
No total, foram colhidas cerca de mil e duzentas toneladas de azeitona, com destaque para a qualidade do produto final, garantida pelo rápido encaminhamento da azeitona para o lagar:
Todos os lotes produzidos pela empresa foram classificados como azeite virgem extra e a comercialização decorreu sem dificuldades:
Relativamente ao preço do azeite, verificam-se realidades distintas. Na Sá Morais Castro, a elevada qualidade do produto tem permitido uma venda regular e a valores considerados acima da média. Já na Cooperativa de Macedo de Cavaleiros, os preços atualmente praticados no mercado continuam a ser vistos como baixos, levando a estrutura a adiar a comercialização, na expectativa de uma eventual valorização.
Em comum, mantém-se a aposta clara na qualidade como principal fator de diferenciação do azeite produzido na região transmontana.


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