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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Governo não paga serviço de segurança dos aeródromos relativos à ligação aérea entre Bragança e Portimão desde Janeiro

O governo deve cerca de 500 mil euros à GNR pelo pagamento do serviço relativo à segurança da ligação aérea entre Bragança e Portimão.
Já em 2017 tinha havido um diferendo entre as autarquias e o governo sobre quem ficaria encarregue do pagamento, tendo entretanto o ministério da Administração Interna (MAI) acabado por assumir a responsabilidade. No entanto, o problema repete-se este ano e desde Janeiro que o serviço não é pago, como denuncia o presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, César Nogueira. “Numa situação anterior já houve um jogo do empurra e que as autarquias não assumiam no pagamento o governo também não queria assumir esse pagamento e no final de 2017 o MAI assumiu o pagamento de tudo que se devia até aí e assumiu também o compromisso de pagar de 3 em 3 meses através da ANAC o serviço prestado pelos profissionais nos aeródromos. Certo é que desde Janeiro até à data de hoje não foi feito nenhum pagamento, o que é inamissível”, defende.

O representante da associação diz ainda que os militares da GNR são ameaçados com processos disciplinares se deixarem de fazer o serviço de segurança nos aeródromos de Bragança, Vila Real, Viseu e Portimão. “Os guardas vão fazer o serviço mesmo sem receberem, com medo de sofrerem processos disciplinares”, destacou.

São 500 mil euros de pagamento em atraso a cerca de 40 militares da GNR que estão afectos ao serviço nos quatro dos cinco aeródromos da carreira aérea. 

Escrito por Brigantia
Jornalista: Olga Telo Cordeiro

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