Acontece entre os dias 5 e 8 de fevereiro e conta, este ano, com 70 produtores, dos quais dois são novos, o que agrada o autarca Luís Fernandes, visto que muitos dos produtores têm idade avançada. “É um facto que a maior parte dos produtores, já têm uma idade, digamos, considerável, não é que sejam velhos, mas é verdade que é uma preocupação no sentido de renovar cada vez mais os produtores. E por isso é que eu disse que o facto de haver mais dois produtores é sempre importante, porque são mais dois, mas sobretudo por serem jovens. Além disso, é fruto das medidas no sentido de mais jovens apostarem nesta área”, explicou.
Luís Fernandes garante que durante os três dias os produtores conseguem escoar o produto. “Aquilo que sabemos é que vendem, praticamente, todo o produto e por isso importa continuar a apoiar e a apostar para que haja uma maior produção”. Quanto à produção que se vende e é destinada apenas para o certame, o autarca diz que “é difícil calcular, tentamos fazer uma estimativa, mas é sempre difícil, porque há as fábricas de fumeiro e cozinhas regionais”. O município apoia também os produtores “com o abate de dois porcos gratuitamente e, este ano, temos sim a certeza, que o número de abates foi superior”, revelou.
Para captar mais público ao certame a autarquia vai apresentar a feira, igualmente, em Madrid, na Feira Internacional de Turismo, em Braga, Porto e Lisboa.
Este entre as novidades o autarca destacou o alargamento do horário do pavilhão de exposições, na sexta-feira e no sábado, das 20h00 para as 22h00. E, desta vez, os produtores vão poder vender presunto fatiado.
A Feira do Fumeiro representa um investimento, este ano, de cerca de 400 mil euros na organização da iniciativa, mas de acordo com a autarquia gera um volume de negócios superior a seis milhões de euros.

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