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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Dez toneladas de castanhas roubadas de um armazém em Carragosa, Bragança

Cerca de dez mil quilos de castanhas foram roubados de um armazém, em Carragosa, no concelho de Bragança.
Segundo Élio Vaz, o filho do produtor lesado, este roubo corresponde a mais ou menos um quinto da colheita. 

“Roubaram cerca de 200 sacas, o que corresponde a 20 mil euros, mais ao menos. Chegaram aqui ao armazém, meteram cá a carrinha, carregaram e imaginem que aparece o dono? Rebentaram o portão da entrada, meteram o carro cá para dentro, carregaram, saíram e deixaram o armazém todo aberto”, explicou.

Élio Vaz esclareceu que já foi feita queixa à GNR mas não tem muita esperança que os ladrões sejam encontrados porque não há grandes provas.

“Já me ligou um rapaz, que me disse que as três da manhã vinha de Bragança e vinha à frente dele uma carrinha e ele até desconfiou e pensou “o que andam estes a fazer para aqui?””, acrescentou.

Élio Vaz garante ainda que nunca se tinha registado na aldeia um roubo tão significativo.

“Semelhante assim, nunca se tinha passado. Às vezes dá-se por falta de castanhas nos soutos, porque as pessoas roubam. Há dois anos faltaram duas sacas ao meu sogro, mas também era pouca coisa”, disse.

O armazém está localizado a pouco mais de cem metros da aldeia mas, segundo Élio Vaz, ninguém terá dado conta do roubo.

Escrito por Bragança
Jornalista: Carina Alves

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