Os mercados financeiros estremecem como castelos de cartas, anunciando mais uma crise que, como sempre, não cairá sobre quem a provocou. Cairá sobre os mesmos de sempre. Trabalhadores, famílias, jovens sem futuro garantido, SOBRE NÓS! O caos económico é tratado como uma inevitabilidade, quando na verdade é o resultado direto de escolhas estúpidas, arrogantes e criminosamente irresponsáveis.
A guerra está em todo o lado. À porta, no ecrã, no discurso político, nas ameaças constantes. O mundo vive em estado de tensão permanente porque líderes incapazes transformaram a diplomacia num espetáculo de testosterona e ignorância. O conflito deixou de ser o último recurso, passou a ser ferramenta política.
E no centro desta degradação moral e política surge Donald Trump, um produto tóxico da estupidez elevada a virtude. Um homem que confunde gritaria com liderança, ego com estratégia e brutalidade com força. A sua eleição não foi só um erro político, foi um sintoma grave de uma sociedade que premiou o vazio, o narcisismo e a irresponsabilidade. As consequências estão à vista, instabilidade global, instituições fragilizadas e um mundo mais perigoso para todos.
Os A(ventureiros) minam também por cá!
Recuso-me a aceitar este circo como normal. Recuso-me a baixar a cabeça enquanto o futuro coletivo é destruído por gente que governa por impulso, ressentimento e total ausência de pensamento crítico. A minha irritação não é exagerada, é a reação lógica de quem ainda se recusa a abdicar da lucidez num mundo que parece ter feito exatamente isso.
Pelas nossas bandas, era bem que no dia 18 deste mês fossemos responsáveis e não alinhássemos em populismos, que para eles é um negócio CHORUDO. Podemos pagar bem caro!

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