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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

𝐃𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨: 𝐕𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐨 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐩𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦ó𝐧𝐢𝐨? 𝐄𝐩𝐢𝐬ó𝐝𝐢𝐨 𝟒 — Abrigo Rupestre da Solhapa

 O Abrigo Rupestre da Solhapa leva-nos a recuar vários milhares de anos, até às origens mais antigas da ocupação humana no concelho de Miranda do Douro. Mais do que um simples abrigo natural, este espaço guarda gravadas na rocha histórias de rituais, crenças e modos de vida das comunidades pré-históricas.
A poucos quilómetros de Duas Igrejas, junto a antigos caminhos pastorícios, este local foi usado durante gerações como refúgio, mas revelou, no século XX, um património excecional: um conjunto notável de gravuras rupestres, estudadas e divulgadas pelo investigador mirandês António Maria Mourinho.

Figuras humanas esquemáticas, covinhas, traços e formas enigmáticas transformam a Solhapa num verdadeiro livro de pedra, onde se inscrevem símbolos ligados à fertilidade, à proteção e ao mundo espiritual. Um espaço que poderá ter sido muito mais do que um abrigo — talvez um santuário ao ar livre.

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