João Roque, um dos sócios e responsável pela direcção de instrução, explica que o curso terá a duração de 20 meses e vai apostar em mais horas de voos reais que as habitualmente ministradas. "Há um determinado número de pessoas que procuram, neste mercado da formação de pilotos, qualidade. Não querem ser pilotos só por ser pilotos. Por isso, nós, por exemplo, vamos ministrar 200 horas de voo real, em vez daquilo que são as horas mínimas exigidas pela entidade aeronáutica competente, seja europeia seja nacional, que são 155 horas, podendo substituir até às 200 por horas de simulador. Vamos também usar aviões mais amigos do ambiente".
Esta será a segunda escola que forma pilotos no norte do país e a primeira em Trás-os-Montes.
As condições do Aeródromo Municipal e um espaço aéreo da região menos congestionado foram condições essenciais para escolher Bragança. "As condições do aeródromo são excelentes, permite operação nocturna, tem uma pista com 1700 metros e está muito perto de um conjunto de aeroportos e aeródromos espanhóis, que nos permitem rapidez a lá chegar, fazendo treino em voo internacional".
Tomás Cataluto é de Olhão mas apesar da distancia já se inscreveu no curso que vai abrir em Setembro. "Desde pequeno que viajo e ganhei o gosto. Sempre me perguntei como é que o avião voa e como é todo o processo. Estive a ver todas as escolas e esta era a que proporcionava melhores condições. Nenhuma escola em Portugal tem 200 horas de voo real".
A Pull Up Academy recebeu também a semana passada o primeiro avião para a formação de pilotos a partir de Bragança.

Sem comentários:
Enviar um comentário