Em comunicado, a CIM Douro sublinha que se apresenta como “um destino onde a diferença não é apenas um argumento, é uma identidade”, pretendendo afirmar o Douro como uma das regiões mais autênticas e diferenciadoras do panorama turístico internacional. A estratégia passa por valorizar uma proposta de valor assente no vinho, no património classificado pela UNESCO e numa hospitalidade reconhecida como singular.
A entidade destaca que o objetivo não é competir com outros destinos em números, mas sim em essência, assumindo uma visão qualitativa e identitária do turismo. A estratégia de promoção para este ano assenta em quatro eixos fundamentais: as Pessoas, os Espaços, a História e a Gastronomia.
Uma das principais novidades da presença na FITUR é o anúncio de novas Rotas do Azeite, que vêm complementar a forte identidade vínica da região, alargando a oferta de experiências ligadas à paisagem, à produção endógena e ao saber-fazer ancestral.
A feira será também uma oportunidade para capitalizar o sucesso do HOST Douro, cuja primeira edição confirmou a capacidade do território para acolher e organizar eventos de dimensão nacional e internacional, ligados ao turismo, à hospitalidade e à inovação no setor.
O presidente da CIM Douro, João Gonçalves, sublinha que “o Douro não aspira a ser o melhor destino do mundo. É diferente. E é precisamente nessa diferença que reside o seu valor”. Para o responsável, a promoção internacional do território assenta numa visão de longo prazo, afirmando que o Douro é “um território com identidade, com memória e com pessoas que sabem receber”.
João Gonçalves acrescenta ainda que, na FITUR 2026, o Douro se apresenta como um território contemporâneo, que respeita a sua história, valoriza a gastronomia e aposta numa hospitalidade genuína como fator distintivo. “Queremos que cada visitante sinta que não está apenas a ver uma paisagem, mas a fazer parte de uma história milenar que se renova à mesa e em cada conversa”, conclui.


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