Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 17 de janeiro de 2026

Os jogos de tabuleiro e de mesa


 Há alguma coisa de mágico nos jogos de tabuleiro e de mesa. São pequenas janelas para mundos de estratégia, sorte e interação humana. As peças movidas, as cartas jogadas, carregam consigo histórias, risos e aquele momento de tensão que nos prende à mesa. Não só aos jogadores mas também aos "viciados" em assistir e comentar.

O xadrez e as damas, com a sua elegância silenciosa, desafiam a mente, pedem atenção, previsão e paciência. Já o dominó, com os seus toques suaves ao bater na mesa, mistura sorte e estratégia de forma simples e encantadora. A sueca, com as suas aldrabices não permitidas mas feitas e combinações astutas, faz rir e cria rivalidades, quase sempre saudáveis, entre amigos.

E que dizer dos jogos mais populares, que atravessam gerações? O Chincalhão ou o Burro, com regras simples, mas momentos hilariantes. O Sobe e Desce, que ensina a lidar com vitórias e derrotas com leveza, a Canastra, que exige memória, atenção e alguma astúcia. As cartas, os movimentos, transformam a mesa num palco de emoções compartilhadas.

A beleza destes jogos não está apenas nas regras, mas no convívio que proporcionam. Unem famílias, reúnem amigos e criam tradições que se passam de geração em geração. Num mundo cada vez mais digital, os jogos de mesa continuam a lembrar-nos que a diversão também pode ser feita de peças e tabuleiros.

Noutros tempos, não havia uma tertúlia que não terminasse com um de nós a fazer uns truques de cartas.

Obs: Na imagem que ilustra o texto, numa fase final do Campeonato do Mundo de Xadrez, nesta partida propus um empate ao Garry Kasparov. Ele aceitou. No entanto acabou por ser campeão do mundo. Teve sorte 😁

HM

Sem comentários:

Enviar um comentário