Nas duas primeiras sextas-feiras deste mês, Alfândega da Fé abriu portas ao Sete Sóis Sete Luas. O festival, que conta com 27 edições, sendo que a vila o recebeu pela décima vez, pretende promover o diálogo intercultural e divulgar a cultura e potencialidades dos territórios que dele fazem parte.
Alfândega aderiu em 2010 à rede cultural deste festival e na última noite desta edição acolheu dois projectos musicais bem distintos. Rosa Borges, da Brava 7 luas band, criada no âmbito do festival, em 2016, reforça a importância do evento. “Para nós é como que uma luz ao fundo do túnel porque a ilha Brava tem poucas oportunidades, sobretudo a nível musical. O festival surgiu como uma grande oportunidade para nós, por isso é que o agarramos com toda a força. Já estivemos na maioria das cidades que fazem parte da rede”.
A noite terminou com o projecto “O que é singular num colectivo?”, resultado de uma parceria entre o Serviço Educativo do Museu do Douro e a Escola de Música da Associação Musical de Alfândega da Fé. Vítor Nascimento, desta última entidade, acredita que o festival possibilitou abrir horizontes aos músicos da escola. “Foge um bocado à oferta que temos por aqui. Mostra-se aos pais dos alunos que a associação não é só aquilo e que se pode participar em outros projectos”.
Marisa Adegas, do Museu do Douro, explica que o projecto se vai manter além do festival. “O mais importante dos territórios são as pessoas e por isso convidámos a associação. Estamos a trabalhar com eles e pretendemos continuar ao longo do anos. Está a ser muito interessante. Faz todo o sentido inserir as associações sociais dos lugares nos eventos dos seus sítios”.
O festival começou com uma parceria entre Portugal e Itália e foi sendo alargado a países como a Grécia, Espanha, França, Marrocos, Croácia, Brasil e Tunísia.
Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves
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