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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Norte é a região que tem menos terras na Bolsa

No distrito de Bragança há apenas seis terras disponíveis na Bolsa Nacional, cinco das quais de privados
A região Norte é que a tem menos terras disponíveis na Bolsa Nacional, que foi criada há cerca de um ano e meio para facilitar o acesso de quem quer investir neste sector à terra. Numa apresentação, na passada quinta-feira, em Bragança, o coordenador nacional da Bolsa Nacional de Terras, Nuno Russo, divulgou que do total de 14,234 hectares disponíveis a nível nacional, apenas 150 hectares se situam na região Nordeste.
De acordo com a plataforma na Internet da Bolsa Nacional de Terras, no distrito de Bragança há cincos prédios rústicos de privados disponíveis e apenas um de entidades públicas. 
“Neste momento ainda são poucas, no entanto estamos a trabalhar para aumentar esse número de terras disponível. Há aqui algumas entidades privadas que podem contribuir para esse aumento, principalmente as entidades bancárias que têm algumas terras, senão muitas terras disponíveis, e que nós estamos em contacto para criar contactos de cooperação”, adianta Nuno Russo.
O coordenador da Bolsa confessa que é preciso apostar ainda mais na divulgação deste projecto, mas no caso de Trás-os-Montes associada a tendência de haver poucas terras disponíveis “ao apego” que as pessoas têm à terra por questões culturais.
“Pode estar muito associada à questão do emparcelamento, do minifúndio que existe aqui na região, à questão do afecto, de as pessoas terem as terras e não quererem disponibilizar as terras de maneira nenhuma”, constata o responsável.
Esta Bolsa de Terras é uma plataforma que facilita o contacto entre a procura e a oferta e há ainda benefícios fiscais associados à disponibilização das terras na bolsa que podem ser aproveitados pelos proprietários.

in:jornalnordeste.com

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