A finalidade maior deste centro é permitir receber estágios de práticas náuticas, principalmente remo e vela, e fortalecer a rede de estações náuticas da qual faz parte.
A requalificação do antigo edifício localizado junto à praia da Fraga da Pegada e o Cais do Azibo, para alojar o Centro Náutico implicou um investimento de cerca de 472 mil euros, com 401 mil euros de apoio da União Europeia e 70 mil de financiamento público nacional.
As obras iniciaram-se há alguns anos, mas sofreram vários atrasos na sua execução. Canoagem, vela, windsurf e remo são modalidades que podem ser praticadas durante todo o ano na albufeira do Azibo com mais apoio graças ao Centro Náutico.
O presidente da Região de Turismo do Porto e Norte, Luís Pedro Martins, destacou a transformação operada no Azibo ao longo dos anos. “É uma diferença espetacular, com um acolhimento de excelência e continuarmos a batalha que eu tenho relembrado, que é dizer aos empresários que venham aqui espreitar, porque de facto, aqui há tudo para serem bem-sucedidos se investirem no alojamento”.
A entrada em funcionamento do centro náutico é importante para a região, uma vez que “acrescenta conteúdos”.
Luís Pedro Martins destacou que o centro náutico “serve a região do Porto e Norte, porque para os mercados que estamos a atrair brasileiros, americanos e canadianos, esta distâncias são muito curtas. Fazer uma hora ou duas de viagem não é nada para quem está habituado a fazer tantas nos seus países”.
O responsável acrescentou que o centro náutico “é uma atração para o mercado e os municípios que estão nas proximidades, mas também a vizinhas Espanha, Galiza e Castela que são o nosso primeiro mercado, e todos os que estão nos hotéis da nossa região, os turistas internacionais, que vem a Macedo de Cavaleiros e aos Lagos do Sabor, sabendo que têm mais um equipamento”, explicou.


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