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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Bragança comemora 500 anos de atribuição de foral manuelino

Bragança celebrou ontem os 500 anos de atribuição do foral manuelino, associando-se assim a várias localidades do país que comemoram a atribuição deste documento pelo rei D.Manuel, no ano de 1514.
O Museu Abade Baçal, onde se encontram todos os forais transmontanos, fez parte da organização das comemorações. 
A directora, Ana Maria Afonso, explica que durante 25 anos, o rei D. Manuel percorreu Portugal a atribuir novos forais, de forma a adequar as regras de cada localidade à sua época. “Os forais manuelinos foram atribuídos um pouco por todo o país, durante 25 anos. Era preciso fazer novamente forais porque havia abusos por parte dos senhores, era preciso uma leitura nova. Nós temos aqui patentes todos os forais de Trás-os-Montes, quer os originais, quer reprodução. É uma forma de os conhecerem” , frisa a directora do museu. 
O presidente da União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, José Pires, salienta a importância de comemorar esta data e de dar a conhecer a história da cidade e do país, sobretudo aos jovens. “É algo que devemos comemorar, que nos lembra os tempos passados e que nos faz pensar nos tempos futuros. Neste momento temos uma parceira com o Museu Abade de Baçal com ateliers para mostrar às crianças o que são os forais, para que desde pequenos saibam o que é o foral”, destaca o autarca. 
A organização espera que sejam cada vez mais os brigantinos a interessarem-se pela história da cidade. 
António Afonso, da Associação Bragança Histórica, lamenta que haja ainda pouca divulgação.Apesar de a atribuição do foral manuelino ter sido o tema da última edição da Festa da História, António Afonso considera que o assunto passou despercebido à maioria dos visitantes porque não foi recriado da melhor forma. “Aquelas performances que apareceram aí, vindas de fora, importadas a peso de ouro, não foi, de maneira nenhuma, uma boa aposta. Nós temos gente em Bragança capaz de fazer melhor do que aquilo. Só pela caravela que trouxeram e pelos pequenos ‘sketches’ que fizeram, passou despercebido. 
O tema foi mal tratado e mal aproveitado, merecia muito mais”, considera António Afonso. 
As comemorações dos 500 anos de atribuição do foral manuelino decorreram ontem no Museu Abade de Baçal e no Arquivo Distrital de Bragança. 

Escrito por Brigantia

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