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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Macedo de Cavaleiros destaca "altruísmo" das vítimas do acidente com helicóptero

A câmara de Macedo de Cavaleiros elogiou hoje “o altruísmo e resiliência” das quatro vítimas da queda do helicóptero do INEM com base naquele concelho, recordando “a luta travada para assegurar” que o equipamento não deixasse a região.
Meios da Proteção Civil junto ao posto de comando de operações e socorro envolvidos nas buscas para localizar um helicóptero de emergência médica (INEM), com quatro pessoas a bordo, desaparecido na zona de Valongo desde as 18:30 de hoje, Valongo, 15 de dezembro de 2018. "Estão em curso buscas para localizar um helicóptero de emergência médica ao serviço deste Instituto, o qual está dado como desaparecido.

A aeronave em questão regressava à sua base, em Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, após ter realizado uma missão de emergência médica de transporte de um doente grave para o Hospital de Santo António, no Porto", adianta o comunicado do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). 

“Neste momento de dor e consternação, e ainda sem se conhecerem as causas de tão trágico acidente quando se verificavam condições meteorológicas muito adversas, recordamos a importância que este equipamento representa para a região transmontana e a luta que foi travada para assegurar a sua manutenção na base de Macedo de Cavaleiros, para um mais rápido e eficaz auxílio às populações”, observa a autarquia do distrito de Bragança, referindo-se a uma batalha que chegou à justiça e se prolongou durante cerca de quatro anos, para impedir a saída do helicóptero do INEM da base daquele concelho.

Em comunicado, a câmara elogia o “elevado espírito de altruísmo e resiliência” das quatro vítimas do acidente em Valongo, destacando que “o médico Luís Veja, a enfermeira Daniela Silva, o piloto João Lima e o copiloto Luís Rosindo assumiram, também eles, um papel fundamental no apoio e no auxílio às populações da nossa região”.

“O município de Macedo de Cavaleiros manifesta o seu mais profundo pesar pela perda de quatro vidas humanas ocorridas na sequência de um acidente com um helicóptero ao serviço do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM)”, escreve a autarquia.

Para a câmara, trata-se de “uma perda irreparável de quatro profissionais que consagraram a sua vida a salvar a vida dos outros, ao serviço da Emergência Médica, como sucedeu, aliás, na ativação deste voo”.

A aeronave que caiu no sábado ao fim da tarde em Valongo, regressava à sua base, em Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, após ter realizado uma missão de emergência médica de transporte de um doente grave para o Hospital de Santo António, no Porto", segundo informou o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Em maio de 2016, o então ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, assinou com os 12 presidentes de Câmara do distrito de Bragança um protocolo que acabou com os processos judiciais em curso, garantindo a permanência do helicóptero do INEM em Macedo de Cavaleiros.

O novo acordo colocou um ponto final em quatro anos de litigância entre o Governo e os autarcas, que se comprometem a retirar os processos dos tribunais depois de, pelo menos, 60 mil euros gastos em ações jurídicas.

O ministro da Saúde considerou um “ato de justiça” a permanência do meio nesta região, depois do processo desencadeado em 2012, quando o INEM anunciou a sua deslocalização para Vila Real.

O helicóptero nunca chegou a ser retirado, depois de manifestações populares e de os autarcas se juntarem e apresentarem em tribunal providências cautelares e ações judiciais, que o INEM foi contestando e que foram tendo decisões contraditórias, a última das quais favoráveis aos presidentes de Câmara.

Agência Lusa

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